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Resenha Crítica - A Era Da Incerteza

Resenha Crítica - A Era Da Incerteza

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Resenha crítica de um dos livros mais marcantes da História da economia, geopolítica e sociologia mundial. Escrito por Galbraith - uma das maiores personalidades da política norte americana -, exaltando os fatos, acontecimentos, pensamentos econômicos e sociais dos últimos 200 anos na história mundial.
Resenha crítica de um dos livros mais marcantes da História da economia, geopolítica e sociologia mundial. Escrito por Galbraith - uma das maiores personalidades da política norte americana -, exaltando os fatos, acontecimentos, pensamentos econômicos e sociais dos últimos 200 anos na história mundial.

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Universidade Do Estado De Santa Catarina – UDESCEscola Superior de Administração e Gerencia – ESAGCurso: Administração Empresarial NoturnaTrabalho de Teoria Geral da Administração IProfessor: Paulo SimonGraduando: Alexandre Suzzim CalgarotoMatrícula: 14152080129 de setembro de 2008
Resenha Crítica de:
A Era da Incerteza
John Kenneth Galbraith
 
Índice:
Referência Bibliográfica......................................................... p. 2Apresentação do Autor........................................................... p. 2Perspectiva teórica da Obra................................................... p. 2Síntese....................................................................................... p. 3Principais Teses na Obra........................................................ p.7Reflexão Crítica sobre obra e implicações............................ p. 8
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Referência Bibliográfica
GALBRAITH, John Kenneth.
A era da Incerteza.
7 ed. SãoPaulo: Pioneira, 1986.
Apresentação do Autor 
Galbraith nasceu no Canadá em 15 de outubro de 1908 emorreu nos EUA em 29 de abril de 2006. Estudou no Colégiode Agricultura de Ontário, hoje Universidade de Guelph eposteriormente fez mestrado e doutorado na Universidade daCalifórnia.Colabora com John Kennedy, elaborando o programa
NewFrontier 
, visando a abolição da pobreza. Em 1936, Galbraithnaturalizou-se norte-americano e foi consultor do presidenteFranklin Roosevelt, participando da politica para reativar aeconomia dos EUA. Durante a Segunda Guerra Mundial,Galbraith foi vice-diretor de administração de preços dogoverno. Após a guerra, tornou-se conselheiro daadministração na Alemanha e no Japão. Galbraith foi nomeadoprofessor de economia na Universidade de Harvard em 1949 etornou-se também editor da revista "Fortune".Conselheiro e amigo do presidente John F. Kennedy, Galbraithfoi embaixador na Índia entre 1961 e 1963. Além do apoioeconômico ao governo indiano e ao desenvolvimento do país,ele ajudou a estabelecer uma das primeiras faculdades deciências de computação no Instituto Indiano de Tecnologia emKanpur, no Estado indiano de Uttar Pradesh. Presidiu aAmerican Economic Association, em 1972. Indicado para oNobel de economia em 2003, não conquistou o prêmio.Galbraith escreveu mais de 40 livros sobre uma ampla gamade assuntos. Suas principais obras são: "O CapitalismoAmericano" (1952), "A Sociedade Afluente" (1958) e "O NovoEstado Industrial" (1967), no qual ele afirma que poucasindústrias nos EUA se enquadram no modelo da concorrênciaperfeita.Galbraith morreu aos 97 anos, de causas naturais, no HospitalMount Auburn em Cambridge, Massachusetts, EUA.
Perspectiva teórica da Obra
Galbraith é um dos maiores representantes da economiaSocial-Liberal.
 
Presenciou as Grandes Guerras Mundiais, aGrande Depressão e Guerra Fria. Participou da Conferência dePotsdam e era amigo de Luther King e Mandela. Era céticodiante das extravagâncias da teoria econômica quando não
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 justificadas pelos dados empíricos. Ao defender o gasto embens públicos e atacar o poder excessivo das grandescorporações (atitudes neo-keynesianas), diversas vezes foiassociado à esquerda e à oposição a teoria neoclássica. Oeconomista criou sua própria linha de pensamento dentro daacademia norte-americana, negando o poder regulador nomercado e a soberania do consumidor, contendo sua crítica àespeculação financeira, sua defesa da necessidade daintervenção moderada do Estado, sua análise do poderexercido pela tecnologia e pela publicidade. Evidencia-se suainsatisfação com o que ele chamou de “sabedoriaconvencional” e a exigência de unir o aspecto social, históricoe político ao comentário econômico. Era um dos que maisacreditava na união entre URSS e EUA.
Síntese
 
O livro “A era da Incerteza” é um relatório dividido em 12 capítulos sobreeconomia, geopolítica, história e sociologia, com um intenso arsenal de fotos dediversas matérias, auxiliando na compreensão e verificabilidade do exposto.Considerado o mais importante e abrangente contribuição para a compreensão dosaspectos econômico, social e político do mundo.Nocapítulo 1(Os profetas e a Promessa do Capitalismo Clássico), Galbraith analisa o inicio do capitalismo clássico pós revolução industrial, esclarecendoconceitos clássicos da sociedade da época, como: “A renda quase sempre flui aolongo do mesmo eixo que o poder, só que em sentido contrário”. Ao citar Smith, oautor escreve: “Se a economia teve um fundador, esse sem dúvida alguma foiSmith”. No Subtítulo “A Riqueza das Nações”, há o esclarecimento do livrohomônimo: Nele há a exaltação da especialização: “Quanto maior fosse o mercado,maior poderia ser a linha de produção e a subdivisão do trabalho”. Daí surgiu aação de Smith contra as tarifas alfandegárias e outras restrições ao comercio, e afavor da maior liberdade possível no mercado”. As considerações econômicasdescritas no capitulo ainda englobam Voltaire, Quesnay e o fisiocratismo, as açõespré revolução industrial e as conseqüências desta, Malthus e David Ricardo:“David previa um continuo aumento da população, e a população de Malthustornou-se o operariado de Ricardo; Haveria tanta concorrência na procura detrabalho que tudo ficaria reduzido a um simples processo de subsistência. Era “odestino da humanidade”.NoCapítulo 2(Os Costumes e a Moral do Alto Capitalismo), Galbraith escreve sobre a sociologia logo após as revoluções industriais. No subtítulo “A seleçãonatural dos ricos”, o escritor comenta sobre Spencer: filósofo inglês que aplicou alei de Darwin na economia (Darwinismo social), ou seja, os ricos são ricos pormérito próprio (incluindo canalhices e trambiquices), e por causa disso, estesdeveriam ser os escolhidos de suas respectivas gerações. Os que tinham dinheiroeram os evoluídos. Deus ama os pobres, por isso que Ele fez tantos, segundoSummer, discípulo de Spencer. Logo, nenhum governo poderia interferir nariqueza das pessoas, e também qualquer ajuda aos pobres poderia interferirdesastrosamente na melhoria da raça. Com esse pensamento, Spencer era “quase
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