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GuruTattva

GuruTattva

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09/06/2011

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O Guru na ISKCONAquele que, pela misericórdia do Senhor, ou, pela chuva de misericórdia do Senhorlan
çada por um grande santo, está livre de todos os anarthas, firmementeestabelecido no conhecimento realizado das escrituras, tem experiênciadireta da Verdade Absoluta, que está unido a Deus de forma direta econstantemente empenhado em Seu bhajan ou serviço, ele, e somente elepode ser definido como Guru.
" (Srila Sarasvati Thakura) Tivemos a oportunidade de notar as qualidades acima, na pessoa de Sua DivinaGra
ça
A. C. Bhaktivedanta Swami Prabhupada. Uma vez que Sua Divina Gra
çapartiu deste mundo fisicamente, surgiu a questão da continuidade dasucessão discipular
parampara : De quem iria-se receber inicia
ção dentro docaminho que ele apresentou ao mundo. É possível dar iniciação em nome deum acharya que já partiu?
Após o desaparecimento de Srila Prabhupada, osistema rittvik que ele havia estabelecido para dar-se inicia
ção em seu nomeenquanto ele estava fisicamente incapacitado, naturalmente se findou. Nãose pode dar iniciação em nome de um guru já fisicamente desaparecido.Naturalmente, um guru genuíno nunca se sentirá guru, em vez disso, elesentirá que está simplesmente treinando devotos mais novos, a serviço deseu próprio mestre espiritual, assim ele dá iniciação com esse sentimento,e às vezes pode expressar, por humildade, que está atuando em nome deseu guru. Isso, entretanto, é sua bhava interna, ou sentimento devocionalpara com os pés de lótus de seu guru, e não
deve ser oficializado comofilosofia. E seria ofensivo da parte do discípulo, ver seu mestre espiritual apenascomo um pregador, ou como um ponto de conec
ção entre ele e seu guru-avô.Um discípulo fidedígno não enxerga dessa maneira. Esse não é
o guru-pranaliou o sistema autêntico de sucessão discipular Gaudiya Vaisnava. Somente emapasampradayas, linhas de sucessão discipular não-autênticas, esse sistema pareceser instituído. Nem uma linha de sucessão discipular fidedígna aceita o sistema de"Rittvik-vada."Uma pequena história:Alguns meses antes de sua partida física, em 28 de Maio 1977, alguns dosprincipais membros da ISKCON abordaram Srila Prabhupada fazendo perguntas,entre as quais: "Nossa pergunta a seguir se refere às iniciações no futuro,particularmente quando você não estiver mais entre nós” Essa pergunta, se formosanalizar, continha, na verdade, duas perguntas: A primeira era: O que seria feito arespeito das iniciações agora (que Srila Prabhupada estava fisicamente muitodoente e incapacitado de executar suas atividades habituais) e no futuro quandoele partisse deste mundo? Sua Divina Graça respondeu que nomearia algunsrittviks, ou sacerdotes, para iniciar em seu nome, decidir de forma muito criteriosaquem poderia receber diksa, escolher o nome espiritual da pessoa e cantar em sua
 
 japa mala. Ou seja, ele estava dando, como em uma procuração, poder total paraagirem em seu nome, como ele nunca havia feito antes. A segunda pergunta, feitana mesma frase da primeira, também se referia à iniciações, só que após odesaparecimento de Srila Prabhupada. Sua Divina Graça respondeu que alguémpoderia iniciar (seus próprios discípulos) se recebesse a ordem dele - “Quando eulhe ordenar ‘Seja Guru’, aí sim você será um guru mesmo (normal) Ao se estudar atranscrição da conversa inteira, pode-se perceber, que embora muito clara, poderiatambém levar a várias possíveis interpretações. Infelizmente, uma interpretaçãoequivocada foi unanimimente aceita. Conhecendo o coração de seus principaisdiscípulos , que não pediram um esclarecimento, Srila Prabhupada não explicoumais elaboradamente a questão, é como se diz : " Assim como no outono a águadas colinas às vezes flui e outras não, grandes personalidades santas por vezesdistribuem o conhecimento de forma transparente, outras vezes silenciam." (SBhag10.20.36) Houve várias “versões originais” da fita, o que é bem estranho...Outraexplicação é a suposta “ fita de nomeação” ter sido adulterada, como sugeriu aperícia que fizeram dela, mas não vou entrar nesse mérito... No mês seguinte, Junho de 1977, Srila Prabhupada deu a lista daqueles que poderiam ser os rittviks.Ele disse que qualquer sannyasi sênior ou quem estivesse mais perto poderiacumprir essa função. Depois disso ele deu a lista de nomes em si. Essa lista eraobviamente baseada em uma distribuição geográfica, visando a praticidade apenas.Srila Prabhupada também disse que, se necessário, outros nomes poderiam seracrescentados à lista de rittviks. Mas essa lista foi (mal) interpretada como sendouma lista de gurus também: Os onze rittviks equivocadamente supuseram queautomaticamente tornariam-se gurus após a partida de Srila Prabhupada.Então, quem poderia iniciar? Srila Prabhupada não nomeou gurus?Srila Prabhupada nomeou onze discípulos como rittviks, até o momento de suapartida, mas não ordenou nenhum desses a se tornar diksha guru. Ele já havia ditovárias vezes que seu próprio Guru Maharaja nunca nomeou ninguém como guru ouAcharya. A suposta nomeação de gurus, não foi nada mais que uma nomeação derittviks- confundida, ou propositalmente distorcida e apresentada como nomeaçãode gurus. Apenas por qualificação uma pessoa pode ser um guru fidedígno.Entretanto, os principais administradores da ISKCON infelizmente, corromperamesse diálogo com a conclusão de que este lhes concedera, não só a aptidão paraserem gurus, como também para selecionarem quem seriam os acharyasencarregados de reger a instituição. _Srila Prabhupada wanted all his disputes tocarry on the parampara by becoming qualified first_. As qualificações que elesempre enfatizou, estão presentes em todos os seus livros e em outras literaturasvédicas. Ele nunca teve a intenção de restringir a coisa a um grupo seleto depoucos, mas ele foi mal interpretado. E foi assim que a teoria do Acharya SucessorExclusivo , passou a ser, erroneamente, a base para a continuação do paramparana ISKCON. Além deles se tornarem diksha-gurus, a cada “acharya” foi designada,pelo GBC, uma zona geográfica específica onde ele seria o diksha- guru exclusivo .Srila Prabhupada ordenou a Srila Gour Govinda Maharaja e a HH Radha GovindaMaharaja que iniciassem seus próprios discípulos.
 
Bhakti caru Swami admitiu em confidência que ouviu Srila Prabhupada ordenar Tamal Krishna Goswami a organizar uma reunião do GBC, para decidir quem iriadar iniciações depois que Srila Prabhupada se fosse. Como Tamal Krishna Gosvaminão obedeceu, Srila Prabhupada perguntou se ele podia sugerir alguns nomes , e TKG admitiu então a terceiros, que temia não ser ele o escolhido e simKirtanananda prabhu e Satsvarupa prabhu. Foi assim que Srila Prabhupadamencionou os dois nomes citados acima. Mas TKG, que mais tarde alegaria ser oúnico acharya, nunca obedeceu à ordem recebida...Siksha da Gaudiya Math?Srila Prabhupada, antes de partir, dissera que embora tudo o que fosse necessárioestivesse em seus livros, se alguém tivesse dúvidas filosóficas ou técnicas que nãopudessem ser respondidas pelos livros, poderia-se consultar Srila NarayanaMaharaja de Mathura, um discípulo de Srila Kesava Maharaja de quem SrilaPrabhupada havia recebido sannyasa, ou a seu irmão espiritual Srila BR SridharaMaharaja de Nabadvipa, ambos pertencentes à diferentes ramificações da GaudiyaMatha, a instituição espiritual fundada pelo mestre espiritual do próprio SrilaPrabhupada, Srila Bhaktisiddhanta Sarasvati Thakura.A repetição do erro.Depois do desaparecimento de Srila Bhaktisiddhanta Sarasvati Thakura, comonormalmente acontece logo que um grande Acharya parte deste mundo, houveuma enorme confusão. Srila Sarasvati Thakura não nomeou ninguém comoAcharya ou líder sucessor para sua Missão. Ele orientou seus discípulos acontinuarem pregando unidos. Ele mandou que eles formassem um GBC até queum acharya auto-refulgente se manifestasse e fosse encarregado de liderar amissão. A ideia, era a de que o Acarya seria (the head) o líder da Missão, e o GBCficaria como o corpo administrativo. (O mesmo sistema foi estabelecido por SrilaPrabhupada e nós tivemos a mesma experiência na ISKCON durante a época dePrabhupada.) Mas seus principais secretários começaram a discutir sobre quemocuparia a posição de Acharya. Formaram-se dois grupos, cada um apoiando umdevoto em particular. (Alguns outros discípulos, incluindo Srila Prabhupada, não seenvolveram, e mais tarde fundaram suas próprias missões e templos à parte, masSrila Prabhupada sempre tentou persuadir seus irmãos espirituais à reunirem-se epregarem unidos.)Um grupo implantou seu "acharya" e expulsou os membros do outro grupo. Esse“acharya” mais tarde caiu ; o outro grupo voltou e quis implantar seu “acharya”; olitígio se arrastou por anos. Até que o caso foi finalmente encerrado em umaaudiência no tribunal de justiça civil, e os dois grupos partilharam as Mathas entresi. "Tanto o grupo de Bhag Bazaar quanto o de Mayapura ilegalmente usurparam ainstituição missionária de Srila Bhaktisiddhanta Sarasvati." (Conv 30.9.69) SrilaPrabhupada narrou esta história a seus discípulos, e lhes advertiu a não cometeremo mesmo erro com o movimento da ISKCON. Infelizmente, algo semelhante ocorreu,com onze acharyas em vez de um. Srila Prabhupada também em muitas ocasiõesdisse que Srila BR Sridhara Maharaja, por quem ele tinha tanto apego como

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