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Lobsang Rampa[1].Entre Os Monges Do Tibet

Lobsang Rampa[1].Entre Os Monges Do Tibet

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Entre os monges do TibeteLobsang Rampa
 
PREFÁCIO DO AUTOR  — Não fique sentido — disse o Sr. Editor."Pois muito bem", pensava eu, "mas por que motivo haveriade ficar? Estou apenas procurando realizar o meu trabalho,escrever um livro conforme determinaram que o fizesse." — Nada contra a imprensa! — disse o Sr. Editor. — 
 Nada!
"Ora, ora", pensava eu. "Por quem ele me está tomando?"E assim será: nada contra a imprensa. Afinal de contas, os jornalistas pensam estar cumprindo sua tarefa, e, se recebemdados incorretos de informação, nesse caso não lhes cabe toda aresponsabilidade pelo que dizem. Ainda assim, o leitor quer conhecer minha opinião a respeito da imprensa? Ah, bem. . .Vamos ficar por aqui.Este livro é o terceiro, vindo após
 A terceira visão
e
Omédico de Lhasa.
Logo de início vou-lhes dizer que isto é a
verdade,
não fião. Tudo quanto escrevi nos dois livrosanteriores é verdadeiro e registra minha ppria vincia pessoal. O que vou contar, desta feita, diz respeito àsramificações da personalidade humana e ao ego humano,assunto este no qual nós, do Extremo Oriente, somos profundos.Basta de prefácio, portanto. Este livro é a coisa em si, e oque tenho a narrar.CAPITULO UMOs picos escarpados do Himalaia rasgavam com decisão o púrpura-vivo dos céus tibetanos, ao cair da tarde. O sol poente,encoberto por aquela cordilheira poderosa, atirava corescintilantes e iridescentes sobre a capa branca de neve que desce permanentemente dos pontos mais altos. O ar se mostravacristalinamente claro, revigorante, permitindo visibilidade quase
 
ilimitada.À primeira vista, a paisagem desolada e congelada pareciainteiramente destituída de vida. Nada se mexia, nada se agitava,senão o pendão comprido de neve que se balançava lá em cima.Aparentemente nada podia viver naqueles ermos montanhosos einóspitos, nenhuma vida pudera instalar-se ali, desde o início do próprio tempo.Apenas quem soubesse, apenas aqueles a quem forarepetidamente mostrado podiam perceber — com dificuldade — os leves traços a indicar que ali viviam seres humanos. Somenteo conhecimento anterior poderia guiar os passos de alguém,naquele lugar agreste e interdito. Nesse caso, a pessoa veria,encoberta por sombra, a entrada de uma caverna profunda esombria, caverna essa que era apenas o vesbulo de umamiríade de túneis e câmaras subterrâneas, estendidos no seiodaquela austera cordilheira.Muitos meses antes, os lamas merecedores de maisconfiaa, agindo como trabalhadores brais, haviam pe-nosamente percorrido centenas de quilômetros desde Lhasa,levando os segredos antigos para aquele lugar, onde estariam para sempre a salvo dos vândalos chineses e dos traidorestibetanos comunistas. Também para lá, com labuta e sofrimentoinfinitos, haviam sido levadas as figuras douradas dasencarnações passadas, para serem instaladas e veneradas, nocoração de uma montanha. Os objetos sagrados, as escriturasantiqüíssimas e os sacerdotes mais veneráveis e eruditos ali seencontravam a salvo. Anos atrás, com pleno conhecimento dainvasão chinesa que se avizinhava, os fiéis abades haviam-sereunido periodicamente em solenes conclaves, a fim desubmeterem a prova e selecionar aqueles que deveriam seguir  para o distante novo lar. Um após outro, os sacerdotes tinhamsido postos a prova, sem terem conhecimento disso, e tido seusassentamentos examinados, de modo que apenas os excelentes eos mais espiritualmente adiantados fossem escolhidos. Homenscujo preparo e fé possibilitassem, se surgisse a necessidade,suportar as maiores torturas que os chineses pudessem infligir,

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