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Márcia a Mulata Moleca

Márcia a Mulata Moleca

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Venerador de Mulheres
+55 (21) 3304.3426http://mulheresadoraveis.blogspot.com
venerador@gmail.com
 
Márcia a Mulata Moleca* Por venerador de Mulheres
Márcia era uma mulata linda; no auge de seus vinte e três anos, corpinho sarado, estudiosa,solteira e filha de um casal de classe média alta. Nasceu sadia e aos 15 anos, quando começoua ter os primeiros contatos com o amor e a sexualidade, começou também a desenvolver umaforma complexa de glaucoma; antes dos 16 anos Márcia estava completamente cega. Amenina linda e meiga passou a enxergar o mundo apenas na cor negra...Foi um desespero na família; dezenas de consultas médicas e tratamentos por quase dois anosseguidos não fizeram a linda adolescente voltar a enxergar. Ela ficara deprimida e seus paisdesesperados, porque ela é filha única e o futuro, como sempre, é incerto.A jovem Márcia começou a se adaptar a vida sem visão; iniciou aulas em Braile, passou afreqüentar escola especial e de certa forma, começou uma nova vida e já mostrava sinaisclaros de alegria. Na refinada escola passou a ter atenção especial de alguns colegas e de seuprofessor, Carlos; um homem normal dotado do mais puro conhecimento das relações entrecegos.Carlos passou a acompanhar Márcia em vários lugares; após contrato com os pais dadeficiente, ele daria maior atenção para que ela aprendesse mais rápida e pudesse fazer suainclusão social com mais sutileza. Eles eram vistos em casa, na escola, passeando e algumasvezes em viagens rápidas da família. Com tantos contatos tão aproximados, ele com 38 anos esolteiro, acabaria nutrindo algum tipo de sentimento mais romântico por aquela mulataperfeita.Quem a conhece sabe, a mulata linda tem um par de seios esculpidos por Afrodite, umcorpinho idealizado por Michelangelo; uma bunda tão perfeita que a globeleza ficariadesmoralizada; e pensando em tudo isso, podemos imaginar o que ela esconde entre aspernas. Uma de suas primas mais íntimas disse a algumas amigas que Márcia escondia umabucetinha tão esmerada que até suas coleguinhas a invejavam.
 
 
Venerador de Mulheres
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 Na festa de seus 18 anos ela comentou com algumas amigas que jamais havia namorado deverdade; falou de suas confidências íntimas, como por exemplo, suas contrações vaginaisquando ela toma banho ou os inúmeros roçados de seus lençóis quando está deitada. Márciaestava sentindo muito tesão e mesmo sem confidenciar isso, dava sinais de que se masturbavae gozava muito as escondidas.Ainda na sua festa uma colega mais assanhada lhe disse que comprara algo inusitado; numdestes sites eróticos a moça comprou um pau de silicone com 18 cm e grosso feito pau decavalo. Falou que não era para ela desembrulhá-lo na frente das pessoas e que somente ofizesse quando estivesse sozinha. Dito e feito, quando tudo terminou Márcia tirou a enormepica da caixa e sorria muito ao acariciá-la. Certa de que a porta estava trancada, ela o beijou eo esfregou por todo seu corpo.A moça se empolgou e tirou a blusa; começou colocando o pau fictício entre os seios; depoisela tirou o sitia e com a ponta da cabeça da pica tocou o bico do seio intumescido de tantotesão. Insatisfeita e tomada por uma possessão jamais sentida, Márcia tirou a calça e por cimada calcinha também esfregou seu brinquedo erótico. Nesta hora ela percebeu que sua bucetavirgem estava inundada de um liquido viscoso; seus dedos tocaram o liquido e sua boca oexperimentou.Um forte arrepio tomou conta do corpo da mulata; uma música que saía do MP3 contagiavade erotismo aquele ambiente. Márcia tirou finalmente a calcinha que já estava pingando;aquele pau cavalar passou a desfrutar então de uma zona erógena que jamais outra pessoahavia conhecido tão intimamente. Os lábios da buceta impecável da mulata chupavam o corpodo pau; eles beijavam aquele brinquedo e queriam que ele penetrasse até o fundo, mas aconsciência de Márcia não queria aquilo; ela só queria brincar e gozar...Num piscar de mágica ela ouve um ruído dentro do quarto; sem puder esboçar qualquerreação uma mão lhe fecha a boca, enquanto a outra a imobiliza. Márcia entra em pânico epensa que é seu pai, mas lembra-se ter se despedido dele e de ter trancado a porta. Uma vozabafada e deformada pede para ela não gritar e neste momento ela sente algo quente e durona altura de sua bunda; era o pau de seu algoz já posicionado entre suas pernas epressionando para entrar.
 
 
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 Sem direito de gritar e imaginando que seu pai estava cansado e dormindo, ela tenta seacalmar. O homem a imobiliza completamente e inicia sua epopéia de sadismo; beija-lhe anuca e roça aquele pau quente entre o cuzinho da moça e a entrada de sua buceta irretocável.Márcia já não sabe ao certo se aquilo era bom ou ruim, pois estava tomada por um tesãobombástico. A voz distorcida diz que se ela colaborar, nada irá acontecer, mas caso nãocolabore, ela poderá sofrer muito.Decidida a terminar logo aquilo, ela cede; Márcia sentiu um perfume com uma fragrânciamasculina de homem apaixonado; um aroma refrescante, revigorante e levementeamadeirado; uma combinação entre energia e masculinidade; era um perfume perfeito quetirou do sério a moça cega; era um perfume que apenas homens de puro refino ousariam usar;ela não reage às brutalidades e relaxa; vira-se e tenta beijá-lo, mas ele esquiva-se.Com firmeza ele a põe na cama; a música era Suspicious Mind; o lençol de cetim e comopersonagens dois loucos por sexo. Márcia sentiu em sua buceta uma língua áspera e quentepercorrê-la por toda extremidade; a intensidade daquela sensação era tremenda que a jovemsentiu o corpo arrepiar; depois ela sentiu a mesma língua mordiscando seus seios e sem dartempo para outra reação ela sentiu a ponta da lança na entrada de sua buceta; aquela picaqueria entrar e queria fazer um estrago naquela moça.A voz embaçada ainda lhe perguntou se podia, ela disse: SIM! E assim aconteceu; uma toraenorme começou a penetrar naquela buceta virgem e linda; os pelinhos finos e sedosos iam deum lado para o outro ao sabor das investidas do anônimo comedor; ela estava sendodesvirginada de uma forma inusitada. Márcia se contorcia e dava gritinhos enquanto recebiacom prazer cada enfiada; seu algoz nem acreditava do que vivia e sem piedade da moça semvisão, metia-lhe até os bagos.Quase uma hora se passou entre lambidas e penetrações intermináveis; a ceguinha maisgostosa do planeta viu seu macho gozar pelo menos duas vezes; ela própria havia gozadooutras tantas. Insaciável e já dominando a questão ela pediu para ser enrabada, mas quando osujeito começou a explorar o terreno com a cabeça da vara, Márcia disse que quase haviaenxergado de tanta dor e mando-o parar, porque meros devaneios tolos a torturavam até aalma. Ela apenas ficou tateando o pau de seu algoz, como se estivesse lendo em Braile todas as

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