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Comendo a Empregada

Comendo a Empregada

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Venerador de Mulheres
+55 (21) 3304.3426http://mulheresadoraveis.blogspot.com
venerador@gmail.com
 
Comendo a Empregada* Por venerador de MulheresPorque em toda história erótica envolvendo uma transa entre o patrão e a empregada,necessariamente a moça é negra? Outra coisa curiosa é que o patrão sempre tem pauenorme e a empregadinha negra tem seios pequenos e buceta rosada e sempre ela fodemais do que todas as mulheres do mundo, ou ainda, o patrão TEM QUE COMER A POBREEMPREGADA; se não foi o patrão, com certeza será o filho dele. A empregada, que é malpaga, humilhada por estar servindo a gente muitas vezes desclassificada, ainda tem queaturar o rótulo de prostituta de baixo valor; isso é machismo misturado com racismo!Antes de tudo, eu sou homem, heterossexual e branco; não vejo erotismo algum classificaruma classe de mulheres. Tenho duas secretárias do lar e ambas são brancas e me servemcom o maior profissionalismo, tendo suas carteiras de trabalho assinadas. Uma delas écasada e a outra, muito embora solteira, possui dignidade que muitas patroas não as têm!
Comer a empregada doméstica pelo fato dela ser “empregada”, por si só é um crime e por
mais que desperte tesão em alguém, este alguém deve segurar seus desejos e se cuidar paraque a Lei não lhe abocanhe a liberdade ou ainda, lhe deixe privado das farras da libido pormuito tempo.Homens e mulheres sejam brancos, negros, marrons ou verdes, possuem seus desejos e sãocapazes de se amarem indistintamente, não permitindo rótulos que os posicionem comofodedores ou enrustidos, santos ou devassos. Os ofícios de cada um devem ser respeitados ese acaso, um patrão se apaixonar por uma empregada doméstica ou vice-versa, teremos queaceitar tal condição.Malmente vemos contos eróticos envolvendo a patroa sendo devorada pelo empregadodoméstico, isso porque a maioria dos contadores de histórias sexuais são homens emachistas; eles não aceitam, nem nos contos, que suas esposas estejam vulneráveis aos
pênis enormes dos “negões” ou “brancões” que servem de empregados em milhares de lares
 
 
Venerador de Mulheres
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do Brasil. Ninguém conta que sua esposa ficou apaixonada pelo jardineiro de seu sítio e queeles praticam sexo selvagem todas as tardes de sábado enquanto seus senhorios estão jogando futebol. Ao invés disso, eles contam que sua empregadinha negra, ficou rebolandoenquanto lhes serviam o café e que eles tiraram seus paus enormes das cuecas e mandaramem direção as bucetinhas rosadas das moças serviçais. Contam que elas os chamam nasnoites quentes e chupam seus pênis até eles gozarem; geralmente estas são as histórias maiscomuns.Mesmo no tempo de solteiro, jamais imaginei forçando a barra para transar com algumafuncionária de minhas casas, embora eu já tenha citado aqui mesmo que a minha primeiravez fora com Vânia, uma assistente do lar que morou na casa de meus pais quando eu eraadolescente. O meu caso com Vânia foi paixão de minha parte e tesão por parte dela eaquilo foi uma das coisas mais gostosas de toda minha vida. Vânia foi quem quis me comer,me fazer de seu escravo e me iniciar sexualmente; jamais ela fizera o que fez por obrigaçãoou por meu pai tê-la mandado fazer.Tive uma namorada negra e não sei porque não tive outras; chamava-se Margarete e aquelaDeusa de Ébano era empresária, 26 anos, mais ou menos, e também me ensinou a fazercoisas que o Diabo duvidaria. Jamais eu enxerguei a Margarete como uma escrava ou umameretriz; eu amava aquela mulher linda e ficamos juntos por mais de um ano. Somente nãoensaiamos ficar juntos por mais tempo porque ela morava em um lugar distante e eu, naépoca, morava em outro país.Mulheres negras, empregadas domésticas ou até mesmo as prostitutas, são iguais a todas,sua mãe, irmã, prima, tia ou sobrinha, todas possuem uma buceta, dois seios e uma bunda equando estão em quatro paredes, seja com um homem ou com outra mulher, fazem asmesmas coisas e gozam, trepam, chupam e fazem sexo anal; portanto, antes de citar seuscontos com as empregadas domésticas, trate de esquecer o rótulo e conte suas históriasconsiderando-as como MULHERES NORMAIS e cuidado (os homens), quando comerem suasempregadas, para não se apaixonarem; empregadas costumam analisar a vida de seuspatrões melhores do que os melhores psiquiatras e se forem espertas, podem deixá-losapaixaonados.Viva as domésticas lindas e queridas que nos servem tão dignamente todos os dias.

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