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ALCOFORADO, Ihering G, Integração Latino-Americano e Desintegração Estadual - O caso da infra-estrutura de transporte da Bahia-Brasil

ALCOFORADO, Ihering G, Integração Latino-Americano e Desintegração Estadual - O caso da infra-estrutura de transporte da Bahia-Brasil

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Introduz a proposta de integração física da America Latina, chamando atenção, a partir de evidência na Bahia-Brasil, para seu possível impacto desintegrado do sistema de transporte e logística estadual.
Introduz a proposta de integração física da America Latina, chamando atenção, a partir de evidência na Bahia-Brasil, para seu possível impacto desintegrado do sistema de transporte e logística estadual.

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EGAL 2009 - Recepción de Trabajo
Trabajo Nº: 975
 
1-Geografía de la América Latina en transformación política y social 
Presentador:
Guedes Aloforado, Ihering
 Primer Autor:
Guedes Aloforado, Ihering
(Brazil)
 Inscripto:
Guedes Aloforado, Ihering
Contacto:
Guedes Alcoforado, Ihering
(Brasil)
ihering@ufba.br
 
INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICA E DESINTEGRAÇAO ESTADUAL:O Caso da Infra-Estrutura de Transporte da Bahia-Brasil
1-Geografía de la América Latina en transformación política y social 
 
Guedes Aloforado, Ihering
1
1 - Universidade Federal da Bahia.
Resumen:
 Esta comunicação trata do processo de integração latino-americana e da desintegração estadual, a partir daexperiência do Estado da Bahia, o maior do nordeste do Brasil. O objetivo é desvelar uma tendência em latência adesintegração das economias estaduais, de forma que possa ser levada em conta pelos formuladores de política detransporte, a nível federal e do estadual nas suas pretensões de preservar o atual nível de integração estadual, oumesmo avançar. Com este propósito o trabalho consta de uma introdução, mais três partes e uma conclusão. Na primeira parte, se faz uma recuperação histórica sucinta das políticas de transporte no Brasil, a partir da ótica daorientação espacial dos seus investimentos. Nesta linha, chama-se atenção que, a primeira orientação dasautoridades foi no sentido Leste-Oeste, a qual surge com a colônia, atravessa todo o Império e, adentra naRepública Velha, sendo hegemônica até 1937 quando se instalou o Estado Novo. Esta orientação privilegiava alógica econômica das províncias em detrimento de uma lógica nacional, de forma que boa parte da infra-estrutura detransporte era orientada em torno da configuração de uma bacia de cargas dos portos provinciais. A partir do Estado Novo, emerge um projeto de constituição de um Estado Nacional, em oposição a um Estado confederado formado por um conjunto de províncias, projeto que teve como ato simbólico a cerimônia de queima das bandeiras das Províncias presidida pelo Presidente Getulio Vargas e, foi no âmbito da estratégia de implantação deste Estado Nacional que sedeu um giro na orientação espacial na política de transporte no Brasil, a qual passou a ser predominantemente Norte-Sul, tendo em mente a integração econômica nacional por meio de um mercado nacional. A expressão dessaestratégia do ponto de vista da infra-estrutura de transportes e logistica se revela preferencialmente nos seusinvestimentos em transportes na vias de integração nacional, cuja duas expressões emblemáticas foram: a BR-100que integra o litoral de norte a sul, a partir de meado do século passado e, recentemente, a Ferrovia Norte-Sul que estáintegrando o pais de norte-sul pelo interior. Na segunda parte, apresenta-se o atual Plano Nacional de Transporte, contrapondo-o ao Plano de Aceleração deCrescimento (PAC) ambos do governo federal, no qual estão incluídos, no primeiro as diretrizes e, no segundo todosos investimentos previstos em infra-estrutura de responsabilidade do governo federal ou possível de ser transferidos ainiciativa privada por meio das parcerias público privada, de forma a deixar claro quais são os investimentos prioritários e, em seguida mostrar que sua espacialidade privilegia a orientação norte-sul. Em seguida, apresenta-seo Programa IIRSA – Iniciativa para a Integração da Infra-estrutura Regional Sul-americana, destacando que suaorientação espacial também apnta no sentido norte-sul, para mostrar que existe uma convergência na orientaçãoespacial nos investimentos de infra-estrutura de transportes entre o governo federal brasileiro e os investimentos emcurso e anunciados no Programa IIRSA, a despeito das suas motivações distintas. Na terceira parte, apresenta-se o PELT – Plano Estadual de Logística e Transporte do Estado da Bahia na região Nordeste do Brasil e suas atualizações, para mostrar que ele adota uma orientação espacial herdada da colônia, isto é,estrutura-se a partir de uma orientação leste-oeste que se justifica em função da geo-politica estadual, fundada no propósito de integração estadual, o que configura uma equação de difícil solução política e econômica e, que emúltima instância, pode vir a alimentar um movimento separatista na Região dos Cerrados, o principal pólo deexpansão do novo agronegócio fundado na soja e situada no Oeste do Estado da Bahia e sob a área de influência daFerrovia Norte-Sul. Na conclusão chama-se atenção que com o fracionamento do Estado da Bahia, em Território de Identidade, uma nova política de regionalização do Estado e de qualificação da natureza da intervenção das diferentes esferasgovernamentais. Uma iniciativa do governo federal assimilada pelo governo estadual, por meio da qual é possível seconsiderar que está se alimentando, quando não construindo uma identidade regional que, no médio e no longo prazo, desaguará no leito separatista refrido acima. Donde se propor a adoção de uma nova estratégia logísticaque inependente de sua oritentação espacial, enfatiza os fluxos não materiais, de maneira a contrapor-se a tendênciade fragmentação da economia estadual, apoiada na necessidade de maior eficiência no trânsito dos fluxos materiais.

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