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Imanuel Kant - Crítica da razão prática

Imanuel Kant - Crítica da razão prática

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Filosofia
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Crítica da Razão Prática
Emanuel Kant
Tradução e Prefácio:Afonso BertagnoliVersão para eBookeBooksBrasil.comFonte DigitalDigitalização da edição em papel daEdições e Publicações Brasil Editora S.A., São Paulo, 1959 ©2004
Emanuel Kant
ÍNDICE
Os elementos morais na ―Crítica da Razão Prática‖ —
 
 
 EMANUEL KANTCRÍTICA DA RAZÃO PRÁTICA
―Duas coisas enchem o ânimo de crescente admiração e respeito, veneração
sempre renovada quanto com mais freqüência e aplicação delas se ocupa areflexão:
 por sobre mim o céu estrelado; em mim a lei moral.” 
 PrefácioOS ELEMENTOS MORAISNA
―CRÍTICA DA RAZÃO PRÁTICA‖
 A transição entre as diversas medidas do conhecimento que possamos terdas coisas e o destino a dar a tudo aquilo que não tenha um uso teórico, levouKant a traçar em linhas magistrais, a sua
CRÍTICA DA RAZÃO PRÁTICA
.Já em sua obra capital anterior tudo fizera para demonstrar que de princípiossubstancialmente teóricos nada poderemos deduzir de plausível acerca dadivindade. Conquanto não negasse a existência de Deus, julgava que só atravésda teoria não conseguiríamos chegar ao seu conhecimento. Por isso, dava asrazões do seu empenho destrutivo anterior, dizendo que procurava aniquilar osfundamentos científicos em voga para melhor poder consolidar os alicerces dafé, da qual o homem, na sua qualidade de mortal, não pode afastar-setotalmente. A
frase 
famosa
depois inscrita no seu túmulo
de que duascoisas lhe enchiam o coração de admiração e de veneração sempre renovada,ou seja, a lei moral em seu recôndito e o céu estrelado sobre o ser, constitui,indubitavelmente, a mais poética das suas expressões.Na filosofia kantiana há um esforço constante para demonstrar que ametafísica não pode assentar na razão; a moral, sim, suporta galhardamente oedifício da mesma, pelo menos em boa parte. Nas religiões, portanto, a moralconstitui como que a viga mestra dos seus fundamentos palpáveis.Agir de tal modo que a máxima da nossa ação possa valer ao mesmo tempocomo princípio de uma legislação universal, é o que nos pede o filósofo. Essaexpressão era fortalecida com outros argumentos, dizendo-nos o mesmo que sea determinação das coisas, por meio das leis, constitui uma natureza, agir comose a máxima do nosso ato devesse tornar-se primacial no domínio da vontaderepresenta lei universal da natureza.A moral leva à religião, não podendo haver atributos puros a não ser em uma

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