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A Sociedade Contra o Estado

A Sociedade Contra o Estado

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Published by Jefferson Virgílio
Resenha simples do artigo A Sociedade contra o Estado, de Pierre Clastres.
Resenha simples do artigo A Sociedade contra o Estado, de Pierre Clastres.

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Published by: Jefferson Virgílio on Sep 18, 2011
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12/20/2012

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UFSC
- Universidade Federal de Santa Catarina
CFH
- Centro de Filosofia e Ciências Humanas - Dept. de Antropologia
ANT7019
: Antropologia da Política
Semestre
: 2011/2
Professor:
Rafael José de Menezes Bastos – rafael@cfh.ufsc.br
Acadêmico:
Jefferson Virgílio - jv@grad.ufsc.brCréditos: 419 de setembro, 2011
Resenha: A Sociedade Contra o Estado
Pierre ClastresClastres promove um questionamento e crítica sobre a real necessidade de busca aosequivalentes de conceitos ocidentais de economia, escrita, Estado ou História em sociedades ditas‘primitivas’ como forma de garantir ou não a classificação como sociedades ditas ‘civilizadas’
1
.Realiza o autor outro questionamento, onde pergunta sobre a real inferioridade depotencial tecnológico em equipamentos, estruturas e tecnologias apresentadas e possuídas porsociedades ditas ‘primitivas’ quando comparadas com os mesmos recursos de sociedades ditas‘civilizadas’.O autor sugere a visão de utilização da economia de subsistência como feliz substituto aotrabalho excessivo e desnecessário, que almejaria a produção excedente para propiciar materialpara comércio com terceiros, e não como demonstrativo de miséria e incapacidade de produçãoou coleta em níveis considerados ‘adequados’.Clastres também apresenta a divergência observada entre o ‘trabalho’ necessário parasobrevivência e o ‘trabalho’ alienado. Ocorre, em sua concepção, que os índios realizam otrabalho em proporção suficiente para atender todas as suas necessidades, com folga, e não hábom senso, entre eles, que explique a necessidade de realização de trabalho adicional, visando odeterminado ‘excedente de produção’. Tal situação e comportamento são, segundo o autor, muitomal-vistos, indesejados e não aceitos pelos brancos (europeus) quando chegaram nas terras daAmérica. Na extensão deste pensamento, o autor apresenta a transformação do conceito de estudoda economia, dentro da antropologia, para o conceito de economia na política, e finalmentepolítica, ainda no campo da antropologia.
1
Tanto os conceitos de “sociedade primitiva”, como “sociedade civilizada” são altamente discutíveis, aceitandoe defendendo ou não a teoria evolucionista. Não será o escopo desta resenha aprofundar sobre essa discussãoou discutir se são válidos ou inválidos. Outros termos na extensão da resenha estão acompanhados por aspassimples por sua significação ser dependente de contextualização, interpretação e perspectiva.

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