Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more
Download
Standard view
Full view
of .
Save to My Library
Look up keyword
Like this
37Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
Código de Processo Penal Anotado - Damasio de Jesus

Código de Processo Penal Anotado - Damasio de Jesus

Ratings:

5.0

(1)
|Views: 5,513 |Likes:
Published by api-3695754

More info:

Published by: api-3695754 on Oct 14, 2008
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

03/18/2014

pdf

text

original

 
OBRAS DO AUTOR:Código de Processo Penal Anotado, Saraiva.Código Penal Anotado, Saraiva.Comentários ao Código Penal (2 vols.), Saraiva.Decisões Anotadas do Supremo Tribunal Federal em Matéria Criminal, Saraiva.Direito Penal, 1.o volume, Saraiva.Direito Penal, 2.o volume, Saraiva.Direito Penal, 3.o volume, Saraiva.Direito Penal, 4.o volume, Saraiva.Prescrição Penal, Saraiva.O Novo Sistema Penal, Saraiva.Questões Criminais, Saraiva.Novas Questões Criminais, Saraiva.Lei das Contravenções Penais Anotada, Saraiva.Lei Antitóxicos Anotada, Saraiva.Lei dos Juizados Especiais Criminais Anotada, Saraiva.Novíssimas Questões Criminais, Saraiva.DAMÁSIO E. DE JESUSDIREITO PENALParte Geral1.o Volume21a edição, revista e atualizada1998EditoraSaraivaobra completavolume 1Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)Jesus, Damásio E. de, 1935-Direito penal / Damásio E. de Jesus. - São Paulo Saraiva, 1998.Conteúdo: V. 1. Parte geral. 21. ed. rev. e atual. - v. 2. Parteespecial : Dos crimes contra a pessoa. Dos crimes contra opatrimônio. 19. ed. rev. e atual. - v. 3. Parte especial : Dos crimescontra a propriedade imaterial a Dos crimes contra a paz pública. 12.ed. rev. - v. 4. Parte especial : Dos crimes contra a fé pública a Doscrimes contra a administração pública. 8. ed.NOTA DO AUTORNosso manual está adaptado ao finalismo e ao sistema da nova ParteGeral do CP (Lei n. 7.209, de 11-7-1984).O crime é apresentado como um todo unitário e indivisível, não con-tendo partes ou elementos. Na imagem de doutrinadores, a infração penalconstitui um prisma em que o fato típico e a ilicitude aparecem como faces.
 
Daí considerarmos que o crime possui requisitos e não elementos. Entre-tanto, por motivos didáticos, tivemos de analisar em separado essas carac-terísticas básicas do fato punível.A culpabilidade não é elemento ou requisito do crime. Funciona comopressuposto da pena. O juízo de reprovabilidade não incide sobre o fato,mas sim sobre o sujeito. Não se trata de fato culpável, mas de sujeito cul-pável. Culpabilidade é um juízo de reprovação que recai sobre o sujeitoque praticou o delito. Por isso, conceituamos o crime como fato típico eantijurídico, intervindo a culpabilidade como condição de imposição dapena. É o sistema de nossa legislação. Disciplinando as causas de exclu-são da ilicitude, nosso Código Penal determina que "não há crime" (art.23). Assim, a ilicitude caracteriza o delito. Tratando, porém, das excludentesda culpabilidade, considera que o agente é isento de pena (arts. 26, caput,e 28, § 1.o). Logo, não excluem o crime, comportando-se o juízo decensura bilidade como condição da resposta penal. Há outro argumento. Sóhá recepta ção quando o objeto material constitui produto de crime (art.180, caput). Suponha-se que o autor do fato antecedente seja inculpável,presente, v. g., a inimputabilidade por menoridade. Se a culpabilidade fos-se elemento ou requisito da infração penal, a sua ausência, em face damenoridade, excluiria o crime anterior condição típica da recepta ção. Acoisa não seria "produto de crime". E, não havendo delito antecedente, ofato subseqüente seria atípico. Determina o Código Penal, porém, que ofato é punível ainda que não culpável o autor do crime de que proveio acoisa" (art. 180, § 2.o grifo nosso). Confirmação de que a culpabilidadenão é requisito do delito.No plano do fato típico, há análise detalhada das teorias naturalística,social e finalista da ação, com ampla exposição dos reflexos da doutrina deWelzel nos domínios do tipo, ilicitude e culpabilidade.Adotamos a teoria finalista da ação. Diante disso, adaptamos nossomanual aos postulados do finalismo.Dolo e culpa, que na doutrina tradicional aparecem como integrantesda culpabilidade, são apresentados como elementos do tipo. Sua ausência,que antes excluía a culpabilidade, na verdade retira a tipicidade da condu-ta. Assim, incidente o erro de tipo, há exclusão do fato típico por inexistênciade dolo (elemento subjetivo do tipo). Cuida-se de dolo natural, despido daconsciência da antijuridicidade, deslocada para a culpabilidade. Quanto àculpa, é ela analisada em capítulo especifico, uma vez que seus elementosse refletem no tipo e na culpabilidade. O cuidado objetivo necessário e aprevisibilidade objetiva são elementos do tipo culposo. A previsibilidadesubjetiva é requisito da culpabilidade do crime culposo. Em face disso, aobservância do dever de diligência necessária e a imprevisibilidade objeti-va excluem a tipicidade do fato. A imprevisibilidade pessoal exclui a culpa-bilidade. Há exposição detalhada dessa matéria.A culpabilidade, em função de sua natureza de pressuposto da reaçãopenal, não integrando as características do fato punível, não é estudada nateoria geral do crime. Abrimos para ela um título especial situado entre adoutrina do delito e a da pena.
 
São apresentadas as teorias da culpabilidade: psicológica, psicológi-co-normativa e normativa pura. A censurabilidade, como puro juízo devaloração que incide sobre o sujeito que praticou o crime, não tem nenhumelemento psicológico, que passa a integrar o tipo penal.O juízo de reprovabilidade possui três elementos: imputabilidade, po-tencial conhecimento da antijuridicidade e exigibilidade de conduta diver-sa. O dolo e a culpa, que representavam componentes psicológico-normativos junto ao juízo de censura, passaram à categoria de características dafigu-ra típica, substituídos pela potencial consciência da ilicitude. Esta é a pos-sibilidade de o sujeito conhecer o caráter ilícito, de seu comportamento,não se exigindo, como ocorreria no dolo normativo, real e atual ciênciapessoal da antijuridicidade da conduta.São abordadas as teorias a respeito da posição sistemática da cons-ciência da ilicitude: teoria extrema do dolo, limitada do dolo, extrema daculpabilidade e limitada da culpabilidade (adotada pela reforma penal de1984).Nas causas de exclusão da culpabilidade, no lugar do antigo erro defato propriamente dito, aparece o erro de proibição, ligado à potencial cons-ciência da ilicitude. O erro de proibição é o reverso da consciência daantijuridicidade. Levado a escusável erro sobre o caráter proibido do com-portamento, o sujeito não age conhecendo a ilicitude do fato, ficando ex-cluída a culpabilidade. Isso ocorre em suas três formas: a) erro ou igno-rância de direito; b) suposição da existência de norma permissiva, excludenteda ilicitude; c) descriminantes putativas. As descriminantes putativas sãotratadas como erro de tipo ou de proibição, conforme derivado o erro damá apreciação das circunstâncias concretas ou dos requisitos normativosda causa de justificação.As causas excludentes da antijuridicidade passam a exigir elementosubjetivo. Na doutrina tradicional, as descriminantes têm característicaobjetiva, bastando, para a sua incidência, a satisfação de seus requisitosnormativos. A legítima defesa, v. g., existe por si só, independentemente daintenção do sujeito. Na posição agora adotada, ao contrário, é preciso querealize o fato consciente das exigências de justificação. Suponha-se quepretenda matar a vítima por vingança, realizando a conduta homicida atiros de fuzil no exato momento em que ela está na iminência de, injusta-mente, golpear mortalmente terceira pessoa. Nos termos da teoria comumenteaceita, a legítima defesa aproveita. Para ofinalismo, porém, ausente a intençãode defesa, subsiste o crime de homicídio. É a solução que nos parece, hoje,mais correta. As excludentes da ilicitude exigem que o agente realize aconduta para se defender, para salvar-se etc. Fora daí, subsiste o crime.Essa orientação atende ao nosso Código Penal, que, no estado de necessi-dade, determina a presença de um elemento subjetivo, contido na condiçãode que a conduta seja realizada "para" a salvaguarda de direito próprioou alheio (art. 24).Não temos a pretensão da originalidade. As idéias centrais de nossomanual foram coligidas nas obras de vários autores. É muito difícil apre-sentar um pensamento que já não foi exposto por algum penalista. Por

Activity (37)

You've already reviewed this. Edit your review.
1 hundred reads
1 thousand reads
Jaqueline Primaz liked this
vaca_tgx3698 liked this
vaca_tgx3698 liked this
J. Martins liked this
Liliane Franco liked this
Danielle Maia liked this
Marcelo Costa liked this

You're Reading a Free Preview

Download
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->