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Trigésima Quinta Edição do Jornal da LO

Trigésima Quinta Edição do Jornal da LO

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Legião Organizada
35ª edição | 26/09/11 | 14 cópias | R$ 0,15Leia, reproduza e passe adiante!Participe dos nossos grupos de debates!
Quartas
às 16h45 no IFSUL; sala 633B
Sextas
às 18h30 na Meia Lua da Prç. Cel. Pedro Osório
Sábados
às 16h30 no Chafariz da Prç. Cel. Pedro Osórioe-mail: joao.felipe.c.b@gmail.com | blog: legiaoorganizada.blogspot.com |canal no youtube: http://www.youtube.com/user/joaofelipecb
Você não faria download de um carro!Aventuras de Tales XIV
Artur dos AnjosAlan, então, comunicou o professor degeografia do desligamento de Tales da chapa. O professor não gostou muito e foi procurar Tales.- Tales, por que tu está saindo da chapa?- Ah, professor! Eu achei que as eleições para ogrêmio seriam algo que pudéssemos crescer semter que abidicar das nossas ideias.- Como assim abidicar nossas ideias?- O pessoal da chapa fica dizendo que a gente não pode dizer muita coisa, porque senão ninguém vaivotar em nós.- Pois é. O ideial é que a chapa represente osestudantes, por isso não pode ter somente a tuaopinão.- Tem que ter a opinião da maioria.- Mesmo ela sendo pior do que a minha?- Como assim? Por que cargas da água tu acha quea TUA opinião é melhor que a dos outros?- Não por ser minha opinião, mas por ser maisaprofundada. Será que eu tenho que rebaixar minha opinião para eleger a chapa?- Não é essa questão, Tales. Eu acho que vocês sãoum pessoal bastante interessado. Na verdade, euacho que a chapa de vocês pode fazer muito mais pela escola do que a outra chapa. Mas, eu tenhoque ser imparcial. Mas, para que vocês possamfazer alguma coisa para escola e desenvolver omovimento de vocês, é necessário passar por um pouco de trabalho. Já dizia o ditado estadunidense:"no pain, no gain."Como Tales estava se sentindo meioisolado e ainda dava muita credibilidade ao professor de Geografia, ele concordou em voltar achapa.- Está bem professor, eu volto.Ao saberem da notícia, Alan e Catarinase demonstraram muito contentes. Enquanto Talestinha se afastado, Alan já tinha feito os panfletos eele o convidou para distribuir os panfletos em salade aula. Tales concordou e passou na primeira sala junto com Alan.- Com licensa, professora.- Pois não?- A gente poderia dar um aviso para o pessoal. Ésobre as eleições para o Grêmio Estudantil.- Eu não fui informada de nada.- Não? Pois a gente já comunicou a diretora e játem duas chapas e uma comissão eleitoral.- Pois cade a comissão eleitoral?
28/09 30/09 1/10 Saúde Mental 5/10 7/10 8/10 Saúde Social 12/10 14/10 15/10 Sistemade Saúde e o Estado 19/10 21/10 22/10 História da LORodrigo Gottinari“Pirataria, você é a favor ou contra?”,“Porque pagar por um programa de computador,ou para assistir a um filme?”, não precisamos pagar por algo que podemos ter de graça, outalvez, devemos pagar para recompensar aquelesque tiveram o trabalho de produzir tal filme ou programa. O que parece mais JUSTO? Aha!Colocando deste modo nos dá a impressão deque pirataria é errado,mas manipulação não é oobjetivo da LO! (referência ao debate sobremanipulação) De fato, talvez a pirataria sejaalgo errado ou injusto, mas coloquemos destemodo:Produzir um filme, programa ou até umcarro dá trabalho, trabalho que, geralmente, o produtor espera ser recompensado, com dinheiro. Masqual é o preço que se paga ao se cobrar por algo?Façamos a mesma pergunta de forma diferente:“Quais as conseqüências de se privatizar algo?”, ao privatizarmos um programa de computador, por exemplo, estamos fechando portas para que outras pessoas dividam seu conhecimento e ajudem o programa a se desenvolver, e quem não se desenvolve,não preciso dizer! (referência ao texto “Grupos detrabalho avante”)Eu faria se pudesse.
- Eles estão em aula nesse momento.- Ora, vocês não podem passar nas salas sem a presença da comissão eleitoral.- Mas, por quê?- Ora, porque vocês poderão estar roubando,dizendo alguma coisa que não é verdadeiro.Agora, eu vou voltar a dar minha aula. Passar  bem!Tales disse para o Alan:- Vamos chamar a Catarina então.- Vamos.Eles foram lá, chamaram a Catarina evoltaram. Novamente chamaram a professora:- Professora, eis uma representante da comissãoeleitoral.- Certo. Posso ver o crachá?- Que crachá?- Ora, como eu vou saber se ela é realmente dacomissão eleitoral e não foi uma amiga que vocêsencontraram pelos corredores?- Ora, mas não tem nenhum crachá.- Então, tratem de provisionar um para cada umda comissão eleitoral.- Está bem.Tales, Alan e Catarina pediram paradiretora providenciar os crachás. A diretora disseque não tinha tempo de organizar as eleições.Então, que pedissem para o professor deGeografia. Mas, os professor de Geografia nãotinha mais aula na escola e já tinha ido embora para sua casa.Então, eles esperaram para falar com o professor noutro dia. Mas, o professor não vinhaao colégio naquele dia. A diretora então falou para eles que a comissão eleitoral tinha que sereunir e definir somente um dia para passar emsala de aula, porque senão iria atrasar muito oconteúdo dos outros professores.Catarina então foi procurar o outromembro da comissão eleitoral. Como o outromembro era da outra chapa e a propaganda delesainda não estava pronta, ele ficou enrolandoCatarina. Noutro dia, o professor de Geografiafoi reclamar da Catarina dizendo para ela:- Tu não podes andar com o pessoal de umachapa, já que tu é da comissão eleitoral. Senão, tu poderia ser expulsa. Porque a comissão eleitoraltem que ser imparcial.- Ok! Não vou andar mais com eles então.
 
ExpedienteAutores: Artur dos Anjos, João Felipe Chiarelli Bourscheid, Marlon Soares Sigales, Rodrigo GottinariDiagramação: João Felipe Chiarelli BourscheidRevisão: -Diagramado com: Scribus Open Source Software (http://scribus.net/canvas/Scribus)Encerramento da Edição: 23h00 do dia 25/09/11Impressão: Legião Organizada
Ganância fantasiada de caridade
Marlon "psycose" SigalesEnquanto milhões de pessoas olham aglobo pedindo grana para ajudar criançasdesamparadas, a SBT pedindo grana pra ajudar crianças doentes, e doam pela causa, e acham queeles fazem aquilo realmente para ajudar. Mas nãorefletem, nem querem muitas vezes refletir o porquê eles iriam fazer isso, eles acham que essasempresas realmente se importam com o povo equerem ajudar.Mas por que eles ajudam? Por que seinteressam? Qual o motivo dessa caridade uma vez por ano?Bom, lembro-me das chatas e monótonas aulas do Leandro, as quais davam vontade de dormir,mas foram umas das poucas realmente proveitosas, pois me lembro de muitas coisas até hoje... hããããã...Lembro que ele falava disso e fazia agente pensar, é certo que a maioria nem ao menos começou a refletir, pois é muito mais fácil ser manipulado e ficar dormindo, eu tentei refletir, não consegui muito, pois osono era grande, mas eu prestei atenção oque me deu possibilidade de pensar depois.Sabe, todo ano existem impostos a serem pagos, de renda, e vários outros (que eu esqueci onome)... Que você fica isento de pagar se você faz uma grande ajuda ao governo, sim meus caros leitoreso governo é tão porco que isenta a classe dominante de pagar impostos se ela fizer o trabalho que deviaser feito por eles mesmos, enquanto o povo fica fudido trabalhando 4 meses no ano pra pagar impostos(ou mais).Sim eles fazem tudo pelo fato de não pagar, ou imagina que se o Sylvio Santos tivesse que pagar por todos os equitares de terra que ele tem ele jogaria aviãozinho pra cima? No mínimo ele pediriade volta, pois bem eles perdem menos deixando um dia ‘pela causa de ajudar’ do que sendo egoístascomo eles são e pagando sem ajudar ninguém, e você acha que ele é gente boa, que ajuda uma caralhadade pessoas e porque gosta, porque ele já foi do ‘povo’... Ele ta pouco se fudendo pro povo, ele tem amente capitalista e pensa assim “se eu cheguei até aqui sozinho, todo mundo pode”, além de ele assinar ‘SS’ huahau nazista filho da puta huahua. Não vou falar da globo até porque não sei muito, só sei que está é a maior manipuladora deinformações de todos os tempos , a maior alienadora e a mídia corporativa burguesa mais repugnante quetem, e que esta porca esteve do lado da ditadura, preciso falar mais?...Bom, mas daí você me pergunta “e oque seria de todas essas pessoas ajudadas se isso nãoexistisse?”, sim isso é um problema, mas é um problema que seria facilmente resolvido se os humanosnão fossem egoístas, e tentassem ajudar mesmo o próximo, sem doações, pois ela só torna o ‘nessecitado’mais dependente ainda, tinham que ser tomados jeitos que realmente ajudasse essas pessoas, a cura docâncer, a cura da AIDS (que devem ter sido trancadas em laboratório, pois os remédios dão mais lucros),comunidades cooperativas e auto-gestionadas para as pessoas de rua, onde elas pudessem plantar e ter seu próprio sustento dali, sem ter o sistema influenciando na vida delas, para essas pessoas ‘necessitadas’ oMST seria muito mais proveitoso que serem conformadas com uma graninha do governo e da globo.Doações não são ruins de toda a forma, mas ela deve vir acompanhada de soluções em longo prazo. Pois uma solução de curto prazo não adianta, e uma solução de longo prazo que demore , podedeixar uma pessoa morrer de fome.Finalizo meu texto pedindo que reflitam sobre isso e que antes de ajudar as mídias corporativas burgo-alienadoras pense se você não é mias um manipulado. E também queria dizer que nem no Word nóstemos liberdade de expressão, pois todos os palavrões que escrevi ficaram sublinhados como seestivessem errados, era de se esperar de um programa feito por burgueses. E se você chegou até aqui,valew pelo apoio (ou não) e por ter gasto um tempo lendo isso.
ficam pulando com um pé um só. Vendo isso, um assaltante já sabe que aquele tipo de pessoa estáacostumada a andar a noite e por isso não se meterá com ela. Bom, quase tudo isso é verdade,exceto a parte de pular com um pé só. Ao invés disso, procure andar em locais movimentados,mesmo que o percurso seja maior. Além disso, procure não ficar em “stand by”, isto é, fique atentoao movimento. A primeira vez que eu sofria a tentativa de assalto, eu fui caminhando pela rua etinha um cara de bicicleta, mas eu não o notei, mesmo ele estando bem a vista. Se eu tivesse percebido, eu poderia passar encarando ele, ou atravessar a rua.Por fim, caso o improvável aconteça, reaja tranquilamente.Voltando a história da família, se você se considera uma pessoa responsável e seus paistambém impedem de sair de casa, tente convencê-los. Aviso: não é nada harmonioso, mas está baseado no princípio de “pressão x ação”.Se o seu caso é do tipo que sua mãe diz que vai se matar se você sair de casa, isso provavelmente tem a ver com o fato que ela não tem nenhuma ocupação social. Isto é,estatisticamente falando, a maioria do pessoal que me relatou esse problema, tem os pais separados,mora com a mãe e a mãe não tem função social, isto é, não vê ninguém a não ser o filhos. Ora, nessecaso, essas mães tem muito medo de perder seus filhos porque são, literalmente, 100% de sua vida.A solução para isso é possibilitar que a mãe tenha alguma função social, como por exemplo,trabalhar ou estudar. Na verdade, quando meu pai começou a trabalhar de noite, ele parou bastantede ficar me incomodando para voltar mais cedo para casa.Mas, olha só a que ponto chegamos. As pessoas terem que ensinar as demais “manhas” para poderem desenvolver um pouco dos seus interesses que a família não possibilita. Issodemonstra destruição total dos laços familiares. Que fique claro, esse texto não serve de pretexto para garotinhos e garotinhas boêmios. Como eu disse “poderes e responsabilidades” devem andar lado a lado.Mas, os garotinhos boêmios também são fruto das destruição dos laços familiares. Sãoassim porque outros amigos boêmios lhe dão atenção e a família lhe dá atenção de forma negativa,mas é atenção, e assim conquistam a atenção que eles não ganhavam antes.E qual é a solução? No debate que eu mencionei supra, deram como sugestão que ascrianças fossem criadas assim como é um grupo escoteiro. Até é uma solução interessante. Mas, pensando com mais calma lembrei que é os EUA o pais que mais tem escoteiros, e nem por isso ascrianças são criadas de uma forma melhor. “E por que não são criadas de uma forma melhor?” Aomeu ver deve ser porque lá nos EUA o escotismo é rodado a base de dinheiro e talvez exista muitochefe que seja poser, isto é, só faça de conta que é escoteiro para ganhar o benefício. E se há na política, porque não pode haver corrupção desses grupos também?Ora, mas como podemos estender essa solução para toda sociedade então? Pois é, eis umagrande questão. Se o grupo for pequeno, não se estenderá para todo a sociedade. Se o grupo for grande, acabará se corrompendo. Por isso, eu acho que o problema, se é para ser solucionado sobuma perspectiva total da sociedade, então é necessário que seja feita uma Revolução Socialista,impossibilitando dai a corrupção. (não que não haja corrupção nas repúblicas socialista, a história dávários exemplos. Mas o fato é que a corrupção é letal para qualquer governo socialista, a URSS éum exemplo disso. Então, a corrupção deve ser combatida. A vantagem é que as pessoas não sãoensinadas a trabalhar pelo dinheiro e sim para o desenvolvimento social.)
 
Família
João Felipe Chiarelli BourscheidHoje, na nossa sociedade monogâmica, afamília é vista como uma das coisas maishonrosas, mais importantes. É vista comoeducadora, como formadora dos novos indivíduos.Mas, não é difícil ver que, com maus pais, é difícilque se tenha bons filhos.Mas, o grande problema que eu vejo nasfamílias é que raramente os pais compartilham osinteresses com os filhos. Seja porque os pais nãotem interesses, seja porque os pais não ficam emcasa, seja porque os pais subestimam os filhos. Senão é pela necessidade de viverem juntos, os pais efilhos a maioria das vezes não precisariamcoexistir na mesma casa.“Oh! Que horror que se está falando.” Ai eu responderia como Pablo Picasso ao ser interrogado por um general sobre o horror de sua obra Guernica. Eu não sou o autor disso, apenasestou registrando o que vocês fizeram. Ou por acaso a juventude vai bem?Se você acha que a juventude vai bem, pois eu digo que ela não vai. E argumento:mesmo excluindo a grande percentagem alienada dos jovens, que cai nas drogas, que não temobjetivo de vida, que vai servir de bucha de canhão para a a III Guerra Mundial, existe jovens quesão feito retardados. Jovens que tem 17 anos, que não podem sair de casa. Jovens cujo as mãesfalam que vão se matar, se saírem de casa. “Ah! Porra, o João está falando de mim.” Não. Não éum ou dois casos. Das poucas pessoas que eu tenho intimidade, são vários.Digo mais. Pessoas que teriam uma baita capacidade, não conseguiram formar valorestão simples. Valores como amizades duradouras, paciência, persistência, iniciativa. Pessoas queforam desmotivadas quando crianças, sofrem na adolescência.Há casos inacreditáveis. Pais que compram os filhos com R$ 40,00 por semana (a essaaltura até já deve ter aumentado) para não andar com quem o pai não quer... Casos em que as mãesdizem que vão se matar se os filhos não obedecerem ela. Responsáveis que tem o prazer emhumilhar os filhos na frente de visitas, apenas para reforçar como o filho não é bem quisto. Na edição 33 do jornal da LO, eu contei um pouco sobre a influência e decepção naminha vida da minha família. Para fazer justiça, eu coloco que algumas coisas minha família medeu de importância, em síntese, a maior contribuição de minha mãe foi o incentivo a tudo que eumesmo fazia enquanto artesanato. Me refiro a artesanato tudo que era feito com as mãos. Isso foide substancial importância para mim, mas foi limitado no sentido que ela só me deu apoio quandoeu já tinha ido atrás por mim mesmo. Mas, o que a vontade que eu tenho de fazer as coisas irem para a prática, está muito ligada a minha mãe. A grande herança que eu tive do meu pai foi ahumildade de sempre ajudar quando alguém está trabalhando, refletir sobre as coisas, e lutar por um mundo melhor. O que me indignou foi que, com exceção da primeira, meu pai não faznenhuma das outras duas...Esses dias, me chamaram de exagerado quando eu falei que ficaria mais ressentido coma morte de um amigo do que de minha mãe. Mas, é uma verdade sincera. Não desprezo o que meus pais me deram, mas poderiam ter me dado mais, mas mais que isso, poderiam pelo menos tentar fazer alguma coisa para chegar onde eles dizem que querem chegar, ou que pelo menos me dessecondições para isso. Atualmente, até temos coexistindo bem, mas isso não foi a toa. Houve muita briga para mim poder ter possibilidade de ficar na rua até algumas horas depois das 18h30. Nãodigo briga de violência, mas sim uma intensa guerra psicológica. Não é atoa quando eu falo para as pessoas de auto-controle e de pressão psicológica. As

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