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Reforma_de_2010_CProcessual Penal

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Contributo feito pela colega Maria Santos, obrigada!
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A Revisão de 2010 do Código de ProcessoPenal Português.
José Manuel Saporiti Machado da CruzBuchoGuimarães, 8-11-2010.
 
I
A Revisão de 2010 do Código de Processo PenalPortuguês.
Sumário
I. IntroduçãoII. O segredo de Justiça: uma revisão falhada
1. A evolução legislativa2. O novo texto legal3. A assistência do público [artigo 86.º, n.º6, alínea a)]4. A identificação no processo (artigo 86.º, n.º10)5. O regime previsto na Proposta de Lei5.1. Os textos legais propostos5.2. A manutenção da regra da publicidade. A decisão do MinistérioPúblico e a intervenção judicial5.3. Dúvidas e preocupações suscitadas pelo regime emergente daProposta de Lei n.º 12/IXa) O âmbito do segredob) O levantamento do segredoc) O âmbito da intervenção judiciald) A legitimidade para requerer a intervenção judicialf) O prazo para requerer a intervenção judicialg) A falta de sancionamento dos abusosh) A eliminação da irrecorribilidade5.4. Consulta de auto e obtenção de certidão e informação porsujeitos processuais (artigo 89º)
III - Prazos de inquérito
1. Os prazos de inquérito e a sua violação2. O novo texto legal.3. A manutenção da conexão entre os prazos máximos de inquérito eo fim do segredo interno4. Manutenção do prazo (geral) de 8 meses para o inquérito semarguidos privados da liberdade5. Manutenção dos diversos prazos de inquérito com arguidosprivados da liberdade
 
II
6. Criação de prazos especiais para inquérito sem arguidos privadosda liberdade, atendendo à gravidade do crime e/ou complexidade doprocesso.a) A lógica dos novos prazosb) Quem declara a excepcional complexidade de inquéritossem arguidos presos (e com arguidos presos).7. A suspensão do prazoa) Outros instrumentos para além da carta rogatóriab) A proposta de outras causas de suspensão8. Sucessão de prazos. Aplicação no tempo. Contagem de prazos.
IV - Medidas de Coacção
A) Disposições gerais e modos de impugnação1. Fixação de prazo máximo para aplicação de medida de coacção aarguido não detido2. Recurso (artigo 219.º)B) Prisão preventiva.1. Manutenção da exigência de pena máxima superior a 5 anos2. O alargamento da admissibilidade da prisão preventiva a crimespuníveis com pena de prisão de máximo igual a 5 anos, por via doalargamento do conceito de criminalidade violenta [artigos 1º, alínea j) e 202º, n.º1, al. b)]3. O alargamento da admissibilidade da prisão preventiva a crimespuníveis com pena de prisão de máximo superior a 3 anos, por viado alargamento do conceito de criminalidade altamente organizada[artigos 1º, alínea m) e 202º, n.º1, al. c)]a) O crime de tráfico de menor gravidadeb) A pretensa inconstitucionalidade da definição decriminalidade organizada4. O alargamento da admissibilidade da prisão preventiva a crimespuníveis com pena de prisão de máximo superior a 3 anos5. A codificação do dispositivo constante da Lei das Armas6. O alargamento da admissibilidade da prisão preventiva, em casode violação de medidas de coacção [artigo 203.º, n.º2, alínea a)]
V. A detenção fora de flagrante delito
1. O erro de 2007 e as correcções parciais

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