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Manual Ruido

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03/18/2014

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manual do laudo de ruído
sumário
1. legislação
1.1
introdução
1.2
nr15
1.2.1 anexo 1 (ruído contínuo ou intermitente)1.2.2 anexo 2 (ruído de impacto)1.2.3 documentos complementares
1.3 nho-01
2. manual de utilização do gerente sst – seção ruído ocupacional
2.1 controle administrativo e configuração (ambos os laudos)
2.1.1 controle administrativo2.1.2 configurações técnicas
2.2 ruído contínuo ou intermitente
2.2.1 amostragem2.2.2 análise de exposição2.2.3 eficiência do protetor auricular
2.3 ruído de impacto
3.impressão
1
 
manual do laudo de ruído
1. legislação
1.1 introdução
a
nr 15 (atividades e operações insalubres)
estabelece dois tipos de critérios paracaracterização da insalubridade: quantitativos e
 
qualitativos. dentre os critérios que podemser quantificados
o ruído de natureza industrial
de interesse a higiene ocupacionalapresenta-se nos
anexos 1 e 2
desta norma. quando a concentração do ruído encontra-seacima dos limites de tolerância
 
estabelecidos pelos anexos é concedida ao trabalhador ainsalubridade de grau médio
(20 % salário mínimo)
.visto a importância de se identificar os riscos ambientais expostos ao trabalhador, o
laudode ruído
deve conter a análise da exposição do trabalhador com e sem epi (protetor auricular). essa nova tendência pode ser constatada nas novas portarias e ordens deserviço do inss onde em seus parágrafos estabelece: constatada tecnicamente a eficiênciada medida de controle, o segurado não terá mais direita a aposentadoria especiais. e,ainda, caso o empregador mantenha seus empregados expostos a gentes insalubres, omesmo deverá que custear o inss com alíquotas que variam de 6%, 9% a 12% dependendodo tempo para a obtenção do benefício pelo empregado ( 25, 20 ou 15 anos).outro importante fator que vem demandando a elaboração de laudos de ruído ocupacionalconsistentes e que levem em consideração a realidade das exposições e o nexo causalentre atividade laborativa e a perda auditiva, é a crescente onda de indenizações nas varasciveis.com relação ao ppra, nas etapas de reconhecimento e monitoramento dos agentes deriscos quantitativos deve-se levantar o ruído de diversas áreas e a exposição diária dosgrupos homogêneos de responsabilidade. contudo, no ppra, deve-se constar apenas asáreas/grupos onde forem identificados nível de exposição acima dos 50%; como definido nanr 9.
 
1.2 nr15
para fins de nr 15 o anexo 1e 2, o ruído industrial de interesse para a higiene ocupacional possuiduas classificações básicas: ruído contínuo ou intermitente e ruído de impacto.
 
ruído contínuo ou intermitente
: aquele que não é ruído impacto;
 
impacto
: com duração inferior a um segundo, em intervalos superiores a um segundo.
1.2.1 anexo 1 (ruído contínuo ou intermitente)
as vibrações sonoras são detectáveis, quando a variação de pressão do ar atinge valores de ordemde 2 x 10
-5
pa, para freqüência em torno de 1.000 hz. pode-se observar que as freqüências audíveisencontram-se entre 16 e 20.000 hz, faixa chamada de “audiofreqüência”. também se pode observar a enorme faixa de variação de pressão que o sistema auditivo normal do homem consegue captar.quando as vibrações mecânicas têm valores superiores a 20.000 hz, são chamadas de
ultra-sons
e,quando têm valores inferiores a 16 hz, são chamadas de
infra-sons
. os ultra-sons e os infra-sonsnão são audíveis.
transcriÇÃo do anexo 1
a seguir será apresentada a transcrição na íntegra do anexo 1 da nr 15, redação dada pela portaria n
o
3.214,de 08/06/78.
2
 
manual do laudo de ruído
 
nível depressão sonora-nps db(a)máxima exposição diáriapermissível
858 horas867 horas876 horas885 horas894 horas e 30 minutos904 horas913 horas e 30 minutos923 horas932 horas e 40 minutos942 horas e 15 minutos952 horas961 hora e 45 minutos981 hora e 15 minutos1001 hora10245 minutos10435 minutos10530 minutos10625 minutos10820 minutos11015 minutos11210 minutos1148 minutos1157 minutos
 1. entende-se por ruído contínuo ou intermitente, para os fins de aplicação de limites de tolerância, oruído que não seja ruído de impacto.2. os níveis de ruído contínuo ou intermitente devem ser medidos em decibéis (db) com instrumentode nível de pressão sonora operando no circuito de compensação "a" e circuito de resposta lenta (slow). asleituras devem ser feitas próximas ao ouvido do trabalhador.
 
comentÁrios
o equipamento para medir o ruído ocupacional é chamado de
medidores de nível de
 
pressãosonora
ou
medidores de nível sonoro
; embora, tecnicamente, incorreto, na prática são conhecidos,simplesmente, como “decibelímetro”. o microfone é peça vital no circuito, sendo sua função a detransformar um sinal mecânico (vibração sonora) num sinal elétrico. o circuito de medição dosaparelhos pode ter resposta lenta ou rápida. a resposta lenta facilita as medições, quando existemuita variação de ruído no ambiente de trabalho.embora seja de grande interesse para a higiene ocupacional, a determinação dos níveis de pressãosonora por faixas de freqüência, permitindo fazer a “análise de freqüência”, isto é, permitindo ter oespectro sonoro do ruído proveniente da fonte analisada, este tipo de avaliação não é obrigatória,segundo a nr 15 (anexos 1 e 2) para a elaboração de um laudo técnico visando a caracterização daexposição insalubridade. a análise de freqüência é geralmente utilizada para a análise de eficiênciade epi (protetor auricular) pois fornece maiores exatidões nas avaliações (método longo niosh 01).um aspecto importante para a credibilidade das avaliações de ruído é a certeza de que os valoresmedidos estão corretos. com exceção do
inmetro
, não existe, até o momento, no brasil, laboratóriocredenciado por este órgão para realizar calibração em medidores de pressão sonora. caso venha aexistir, o usuário deve entrar em contato com o inmetro (0xx 21 679-9112) para ter conhecimento doslaboratórios credenciados por este órgão.também são reconhecidos certificados emitidos por laboratórios de outros países que integram arede de calibração local.
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