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Nietzsche - Aurora

Nietzsche - Aurora

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Aurora, o despertar de uma nova moralidade. Emancipação da razão diante da moral. Uma vez que a moralidade não é outra coisa que a obediência aos costumes, de qualquer natureza que estes sejam, Aurora quer romper essa maneira tradicional de agir e de avaliar. Portanto, à medida que o sentido da causalidade aumenta, diminui a extensão do domínio da moralidade. De fato, a compreensão das ligações efetivas da causalidade destrói considerável número de causalidades imaginárias que foram sendo julgadas no decurso dos tempos como fundamentos da moral. O poder liberador da razão tem em si a capacidade de desmitificar significados sociais instituídos pela tradição; o indivíduo, em sua atividade racional, se descobre como criador de novos valores. O indivíduo é capaz, portanto, de romper o elo histórico que une tradição e moralidade, opondo-lhe o binômio razão e afirmação de si. Com essas principais referências, em Aurora, Nietzsche discute a história dos costumes e da moralidade, a história do pensamento e do conhecimento, além de ressaltar os preconceitos cristãos que vararam a história da humanidade.
Aurora, o despertar de uma nova moralidade. Emancipação da razão diante da moral. Uma vez que a moralidade não é outra coisa que a obediência aos costumes, de qualquer natureza que estes sejam, Aurora quer romper essa maneira tradicional de agir e de avaliar. Portanto, à medida que o sentido da causalidade aumenta, diminui a extensão do domínio da moralidade. De fato, a compreensão das ligações efetivas da causalidade destrói considerável número de causalidades imaginárias que foram sendo julgadas no decurso dos tempos como fundamentos da moral. O poder liberador da razão tem em si a capacidade de desmitificar significados sociais instituídos pela tradição; o indivíduo, em sua atividade racional, se descobre como criador de novos valores. O indivíduo é capaz, portanto, de romper o elo histórico que une tradição e moralidade, opondo-lhe o binômio razão e afirmação de si. Com essas principais referências, em Aurora, Nietzsche discute a história dos costumes e da moralidade, a história do pensamento e do conhecimento, além de ressaltar os preconceitos cristãos que vararam a história da humanidade.

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Published by: Claudia Stella de Resende on Sep 28, 2011
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01/18/2013

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N
IETZSCHE
 
A
URORA
 
2
 
C
OLEÇÃO
G
RANDES
O
BRAS DO
P
ENSAMENTO
U
NIVERSAL
 
1 — Assim Falava Zaratustra —
Nietzsche 
 2 — A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado —
Engels 
 3 — Elogio da Loucura —
Erasmo de Rotterdam 
 4 — A República (parte I) —
Platão 
 5 — A República (parte II) —
Platão 
 6 — As Paixões da Alma —
Descartes 
 7 — A Origem da Desigualdade entre os Homens —
Rousseau 
 8 — A Arte da Guerra —
Maquiavel 
 9 — Utopia —
Thomas More 
 10 — Discurso do Método —
Descartes 
11— Monarquia —
Dante Alighieri 
 12 — O Príncipe —
Maquiavel 
 13 — O Contrato Social —
Rousseau 
 14 — Banquete —
Dante Alighieri 
 
 
15 — A Religião nos Limites da Simples Razão —
Kant 
 16 — A Política —
Aristóteles 
 17 — Cândido ou o Otimismo — O Ingênuo —
Voltaire 
 18 — Reorganizar a Sociedade —
Comte 
 19 — A Perfeita Mulher Casada —
Luis de León 
 20 — A Genealogia da Moral —
Nietzsche 
 21 — Reflexões sobre a Vaidade dos Homens —
Mathias Aires 
 22 — De Pueris — A Civilidade Pueril —
Erasmo de Rotterdam 
 23 — Caracteres —
La Bruyère 
 24 — Tratado sobre a Tolerância —
Voltaire 
 25 — Investigação sobre o Entendimento Humano —
David Hume 
 26 — A Dignidade do Homem —
Pico della Miràndola 
 27 — Os Sonhos
— Quevedo 
 28 — Crepúsculo dos Ídolos —
Nietzsche 
 29 — Zadig ou o Destino —
Voltaire 
 30 — Discurso sobre o Espírito Positivo —
Comte 
 31 — Além do Bem e do Mal —
Nietzsche 
 32 — A Princesa de Babilônia —
Voltaire 
 33 — A Origem das Espécies (Tomo 1) —
Darwin 
 34 — A Origem das Espécies (Tomo II) —
Darwin 
 35 — A Origem das Espécies (Tomo III) —
Darwin 
 36 — Solilóquios —
Santo Agostinho 
 37 — Livro do Amigo e do Amado —
Lúlio 
38 — Fábulas —
Fedro 
 39 — A Sujeição das Mulheres —
Stuart Mill 
 40 — O Sobrinho de Rameau —
Diderot 
41
— 
O Diabo Coxo —
Guevara 
 42 — Humano, Demasiado Humano —
Nietzsche 
43 — A Vida Feliz —
Sêneca 
 44 — Ensaio sobre a Liberdade —
Stuart Mill 
 45 — A Gaia Ciência —
Nietzsche 
 46 — Cartas Persas 1 —
Montesquieu 
 47 — Cartas Persas II —
Montesquieu 
 48 — Princípios do Conhecimento Humano —
Berkeley 
 49 — O Ateu e o Sábio —
Voltaire 
 50 — Livro das Bestas —
Lúlio 
 51 — A Hora de Todos —
Quevedo 
 52 — O Anticristo —
Nietzsche 
 53 — A Tranqüilidade da Alma —
Sêneca 
 54 — Paradoxo sobre o Comediante —
Diderot 
 55 — O Conde Lucanor —
Juan Manuel 
 56 — O Governo Representativo —
Stuart Mill 
 57 — Ecce Homo —
Nietzsche 
 58 — Cartas Filosóficas —
Voltaire 
 59 — Carta sobre os Cegos Endereçada àqueles que Enxergam —
Diderot 
 60 — A Amizade —
Cícero 
 61 — Do Espírito Geométrico — Pensamentos —
Pascal 
 62 — Crítica da Razão Prática —
Kant 
 63 — A Velhice Saudável —
Cícero 
 64 — Dos Três Elementos —
López Medel 
 65 — Tratado da Reforma do Entendimeno
Spinoza 
 66 — Aurora —
Nietzsche 
 67 — Belfagor, o Arquidiabo — A Mandrágora —
Maquiavel 
 
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