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Avançamos ou Retrocedemos com as Reformas

Avançamos ou Retrocedemos com as Reformas

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Published by alexandre_bahia
Artigo publicado por Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia no Tribuna sobre o novo CPC e a crença de que resolveremos todos os problemas da justiça, apenas editando novas leis.
Artigo publicado por Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia no Tribuna sobre o novo CPC e a crença de que resolveremos todos os problemas da justiça, apenas editando novas leis.

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11/14/2012

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 ANO V - EDIÇÃO Nº
 
304
E
NDEREÇO
: R
UA
S
ILVESTRE
F
ERRAZ
, 343
Sábado, 01 de outubro de 2011
PÁGINA 2PÁGINA 7PÁGINA 13PÁGINA 4
O ÚLTIMO QUE SAIR APAGUE AS LUZES 
Você não está mais sozinho
PÁGINA 12
 EDITORIAL
 POLÍCIA
OLHO VIVOSAÚDESOCIAL
 5 FUJÕES VOLTAM PARA CADEIA
PARA OFIM DOMANDATODO ATUALPREFEITO
457 DIASFALTAM
MUDANDO DE  PARTIDOS. CRISTÓVÃO SEM REMÉDIOCOM MAYRA ABRAHÃO
OBRA NO PANTANO NÃO TEM
 IDENTIFICAÇÃO
R$1,00
 FDSM TEM 90% D APROVAÇÃO NA  FASE DA OAB
PONTE DO CERVO PRONTA PARA CAIRPONTE DO CERVO PRONTA PARA CAIR
 4 MESES SEM MÉDICO 4 MESES SEM MÉDICO
 
 PANTANO
SERVIÇO NÃO DUROU 15 DIAS 
CRECHE NO SÃOCRISTÓVÃO
 ABANDONADA
 POUSO ALEGRE  ATRÁS DVARGINHA E D POÇOS 
Edição 304.pmd30/9/2011, 22:311
 
Diretor:
Ladislau Rodrigues(35) 9955-9909Rosy Pantaleão MTB 08041 SP
Redação:Endereço
. Rua Silvestre Ferraz, 343CEP 37550-000 - Pouso Alegre/MG
e-mail:
tribunaredacao@yahoo.com.br
Tel
- (35) 3423-8375
Projeto Gráfico:
Empresa Jornalística A3 Ltda
Colaboradores:
Dr. Donizetti Andrade, Mayra Abrahão,Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia - Márcio Reis
Jurídico:
Vívian Paiva de Oliveira e Vinícius da Silva Gonçalves.
Tiragem Desta Edição
: 2.000 exemplares
Gráfica:
Pouso Graf (35) 3421-4896
Contato Comercial:
(35) 3423-8375 Laura HelenaOs artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores,não coincidindo necessariamente com a opinião da diretoria do jornal
Jornal de publicação semanal registrado no CNPJsob o nº CNPJ:07.599.485/0001-20 I.E. Isento
ArArArArArtigotigotigotigotigo
Donizetti Andrade* 
A Tribuna - Página 2Pouso Alegre, 01 de outubro de 2011
 Péssimo Péssimo Péssimo Péssimo Péssimo Ruim Ruim Ruim Ruim Ruim
*Donizetti Andrade é advogado eespecialista em Direito Público.TRIBUNA
ArArArArArtigotigotigotigotigo
Num sei o que o cumpadi tá pensano, mas a turma que ajudaele na parte da saúde é um disasti. Tudo mundo ta falanu mardesse setor. Óia prefeito, ocê chama o teu secretário nostento, porque a atendimento tá precário. Garra tudo mundofala mar ai num mais cumo resorve.
 Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia 
Direto daRedação
Apresentação:Alexandre Gustavo Melo Franco Bahia
. Mestre e Doutorem Direito Constitucional pela UFMG. Professor dos cursosde Graduação e Mestrado da FDSM. Advogado. Autor do livro:
Recursos Extraordinários no STF e no STF: conflito entre interesses público e privado 
, pela Editora Juruá. 
E-mail 
: alexprocesso@gmail.com.
 Avançamos ouRetrocedemoscom asReformas
Constatação
É ver a cidade imunda e centenas decontentores estocados no pátio da fábricade manilhas. É uma administração queprefere contrariar o povo a dar o braço atorcer, afinal cometeram um erro com aretirada dos contentores.É ver que denúncias graves são feitas eninguém toma providências. É a conivênciacom o mal feito, a prevalência de interessesparticulares sobre o coletivo. A Câmara deVereadores, salvo raríssimas exceções, é umdesastre.
O último quesair apague asluzes
 Muitas vezes, quando um trem descarrilha, não tempo para reconduzi-lo à sua rota. Quando muito, sal-vam-se os poucos que conseguem saltar do trem, a tempodo desastre.Quando a situação está feia, quando tudo encami-nha para dar errado, é comum se ouvir, em algumas regi-ões, a seguinte expressão: “
o último que sair apague as lu-zes
”. Assim parece que está se conduzindo a atual admi-nistração. A loucura para tentar recuperar o tempo perdi-do é tamanha que metem os pés pelas mãos e fazem loucu-ras sucessivas, e o que é pior, loucuras que comprometemsubstancialmente a vida e o futuro da cidade. Na última semana, um caminhão foi flagrado des-carregando medicamentos em um prédio que, segundo aadministração, está inviabilizado para este fim, diante da precariedade do imóvel. Tanto é assim que a Policlínicaque lá funcionava foi transferida para o bairro São Ge-raldo.Tão grave quanto o armazenamento de medicamen-to em local impróprio, é a conivência do Poder Legislativoe dos órgãos fiscalizadores que se fazem de surdos paracom esta irregularidade. Não poderia passar sem destaque a afirmação feita por um vereador, que dava conta da finalidade dada àuma ambulância do bairro São João - leva e traz de mar-mitex e compra de cigarro para servidores.Sem esquecer que no pátio da fábrica de manilhasestá um estoque de contentores para lixo, enquanto a ci-dade segue em imundice nunca vista. Na Saúde, além de medicamentos, faltam também mé-dicos e uma gestão competente. Quanto à apuração dedenúncias, isso nem se fala. Desta forma as coisas vêm acontecendo em boa parteda administração. A obrigação de tentar a reeleição a todo custo estáempurrando cada vez mais a administração para o abismoque ele mesmo cavou. Depois, quando chegar trinta e um de dezembro de2012, alguém, lá no fundo do corredor do Palácio dosCarijós, há de gritar para que o último que sair apague asluzes, se é que restará alguma.
sta semana participarei do IV Congresso Internacional de Constituição e Processo promovido pelo Instituto de Hermenêutica Jurídi-ca em Belo Horizonte. Na mesa o Prof. Lenio Streck (Uni-sinos) e eu vamos discutir os Avanços e os Retrocessos doincessante processo de reformas da lei processual leva-da a cabo no Brasil e sua conformidade com a Constitui-ção. Mas,
 por que discutir a conformidade das reformas processuais com a Constituição?
A Constituição de 1988representa um marco no que tange ao acesso à Justiçano Brasil. É a partir dela que a Constituição “invadiu”as outras salas do Direito; saiu ela do seu “pedestal” derespeitabilidade para o dia a dia das Faculdades e dosdiscursos de advogados e juízes nos mais variados pro-cessos. Isso causou uma explosão de demandas no Judiciá-rio. Este, por sua vez, não possuía estrutura (e nem
ex-pertise
) para lidar com isso. A justiça que se antes eralenta, quando atendia a apenas alguns, após 88 entrouem agonia quando os brasileiros se viram como cida-dãos possuidores de direitos que poderiam reivindicar. A partir daí, nos anos 1990, começaram a reformasdo processo. Dezenas de leis têm tentado, sem grandessucessos, resolver o problema do excesso de processos,da demora processual e da ineficiência da justiça. Mui-tas vezes um mesmo instituto já foi alterado mais de umavez (
e.g.
 , os agravos).O problema é que a mera alteração dos procedimen-tos tem um duplo efeito perverso: em primeiro lugar, aslimitações de acesso e de “conhecimento” de ações erecursos pune tanto aquele que litiga de má-fé quantoaquele que busca um legítimo direito. Em segundo lugar,a mera alteração de procedimentos não resolve um pro-blema que não está na lei processual-procedimental. Ata-ca-se o efeito, é dizer, o excesso de processos e recursose não a(s) causa(s). E estas estão, algumas, no Judiciá-rio – mas não nos procedimentos previstos nos Códigos –, mas em questões como “os tempos mortos do proces-so” (é dizer, o tempo que se perde em tramitações inter-nas das varas ou que o processo fica “concluso ao juiz”),que pode chegar a 80% do prazo que foi gasto para con-cluir uma causa; está na ausência de uma estruturaçãogerencial de funcionamento das varas, como o que vemsendo feito na Espanha, por exemplo, onde há a figura do“administrador judicial”, alguém com formação em admi-nistração (e não necessariamente em direito) e que, por isso, está apto a lidar com questões de logística, gestão de procedimentos e de pessoas, etc. Fora do Judiciário, masrelacionado a este, estão os privilégios da AdministraçãoPública, a uma porque, não raro, pratica atos inconstituci-onais e ilegais, a duas porque, uma vez em juízo, possuiuma série de privilégios processuais. Há dados que mos-tram que mais de 70% de todos os processos no STJ temcomo parte a União, a Caixa Econômica Federal e o INSS  – só para falar dos órgãos públicos campeões de ações.Por fim, a ausência de leis ou de políticas públicasleva à multiplicação de ações nas quais o cidadão, dianteda inércia/ineficiência do Legislativo e do Executivo, bus-ca no Judiciário o cumprimento da Constituição. Assim, a crença de que, alterando-se leis de procedi-mento, o problema será resolvido, apenas gera frustração – para os propositores e para os destinatários – e tambémgraves violações a direitos fundamentais como o devido processo legal e o direito ao contraditório.
Para Refletir 
“O PT cultiva um especial apreço pelos marcosregulatórios, uma excrescência que se disseminaem nosso país à revelia do bom senso.
 Roberto DaMatta Antropólogo
Jornalismo sério, dinâmico e comprometido com a verdade
A Tribuna. Um jornal feito com alma
É andando e vendo, procurando compreender,concluindo, que constatamos qual é a realidade donosso povo. É indo até os bairros, conversando,ouvindo, vendo, e procurando entender o que afligeo pai de família, o trabalhador, a dona de casa, o jovem, as crianças, que podemos elaborar e plane- jar, assim como, podemos dar a nossa contribuição para a melhoria de vida da grande maioria da po- pulação. Não é dos luxuosos gabinetes herméticos, fecha-dos, e que possibilitam o isolamento dos administra-dores públicos que virão as soluções para os pro-blemas do povo. Sem ouvir o povo e conhecer pes-soalmente os problemas da cidade, sem diálogo esem planejamento, constataremos um suceder inin-terrupto de mandatos sem qualquer benefício efeti-vo para os cidadãos que mais precisam das açõesdos governos. Infelizmente o descrédito na vida pública, nos políticos, é inegável e, por certo, vai refletir nas ur-nas. Sabe-se que o desdém e a indiferença impreg-naram o desejo de escolha de muitos. No entanto, é  preciso participar e participar para mudar, paracontribuir na construção de uma sociedade mais justa e fraterna.Todo empreendimento humano, todo projeto,toda possibilidade de melhoria, esbarra nos condi-cionamentos que todos trazemos, por vezes, escon-didos no âmago do ser. No que vamos convivendo,com os outros, e conosco mesmos, é que vamos cons-tatamos de que barro todos são feitos. Independentemente dos condicionamentos cultu-rais, psicológicos, sociais, econômicos, ideológicos, precisamos ter princípios e não negociar princípios.O respeito e a ética não podem ser consideradosobsoletos e descartáveis. Antes, mesmo inseridos emsituações limites é preciso respeitar e se fazer res- peitado. Os que negociam princípios, os que colo-cam os seus interesses particulares e os interessesdos privilegiados acima dos interesses coletivos, são,como é sabido, oportunistas e embusteiros, engana-dores no sentido estrito da palavra, e terão que res- ponder por seus atos, por suas palavras, por suasomissões, pelas dissimulações que praticam hodier-namente, nos foros próprios.O que constatamos, apreendendo permanente-mente, nos preocupa profundamente, mas continua-remos o nosso caminho, servindo à causa dos quemais precisam, como podemos, mesmo sabendo queo povo está sujeito a equívocos e enganos, comotambém o estão sujeitos a equívocos e enganos oseruditos, os acadêmicos, os homens de ciência, osque idolatram a ortodoxia
Edição 304.pmd30/9/2011, 22:312
 
TRIBUNA
 A Tribuna - Página 3Pouso Alegre, 01 de outubro de 2011
Faculdade de Direito do Sul de Minasfoi a 2ª Instituição isolada de Ensino Superiorde Direito de Minas Gerais e a 4ª no país quemais aprovou no último exame da Ordem dosAdvogados do Brasil. No ranking geral decursos, a FDSM ficou em 12º lugar no Estado,entre as 117 instituições de Minas Gerais quetiveram alunos na prova. No Brasil, entre as871 instituições avaliadas a FDSM obteve a70ª colocação.Com relação à média nacional de14,83% divulgada pela OAB, a FDSM obteveo índice de aprovação de 26,81%, ou seja,80,5% a mais do que o índice nacional. Noentanto este número ainda pode ser superior, já que não foram julgados os recursos. Oresultado final geral sairá no dia 4 de outubro,próxima 3ª feira.Vale destacar que o ranking divulgadopela OAB não considerou os alunos de 5º anoque realizaram a prova. O índice geral deaprovação da FDSM na 2ª fase do exame,considerando alunos e ex-alunos, foi de 35%.Dos 64 inscritos na 2ª fase (41 bacharéis e 23alunos), 60 foram aprovados (37 bacharéis e23 alunos), o que representa 94% de aprovação.Entre os alunos, a aprovação foi de 100%. Vejalista completa dos aprovados da FDSM no sitewww.fdsm.edu.br .A acadêmica Letícia Duarte do Pradofoi uma das alunas do 5º ano do curso de Direitoda FDSM aprovadas na OAB. “A formaçãoproporcionada pela Faculdade foi fundamentalpara o meu êxito no exame”, destacou. “Foi aprimeira vez que prestei o exame da OAB, e aqualidade do curso me deu condições de seraprovado”, disse o aluno Rodrigo MegaleAnderi, também do 5º ano.“Uma faculdade só pode ser avaliadapelos seus resultados, e o alto índice deaprovação da FDSM no exame da OABdemonstra que estamos no caminho certo”,destacou o Prof. Rafael Tadeu Simões, diretorda Faculdade. “Temos investido continuamente
Entre as Faculdades isoladas, a Instituição ficou em 2º lugar no Estadoe 4º lugar no País no ranking divulgado pela OAB
.
na excelência do nosso corpo docente, noincentivo à pesquisa e produção deconhecimento para formar profissionais aptosa responderem de maneira positiva àsdemandas da sociedade”, completou oCoordenador da Graduação, Prof. Leonardode Oliveira Rezende.Para o presidente da Fundação SulMineira de Ensino, mantenedora da FDSM, eCoordenador Financeiro da Faculdade, Prof.Luiz Otávio de Oliveira Rezende, o resultadoreforça o compromisso da FDSM em oferecerum ensino de qualidade.“Aprovar quase o dobroda média nacional é retornar à sociedade todaa confiança depositada em nosso trabalho.E o propósito da FDSM é o mesmo em52 anos de história da Instituição: melhorar cadavez mais, evoluir sempre.Não mediremos esforços para que esteíndice seja cada vez melhor. Parabéns aosnossos alunos e ex-alunos aprovados”, concluiu.
 FDSM TEM 90% DE APROVAÇÃO NA 2ª FASE DA OAB
CEMIG FAZ MANUTENÇÃO E TUMULTUACOMÉRCIO NO CENTRO DA CIDADE 
No mês de setembro, a CEMIG,concessionária de fornecimento deenergia elétrica no município, efetuouvárias manutenções e reparos naslinhas de distribuição visando garantirum fornecimento de energia dequalidade.Porém, estas manutenções têmocorrido com mais frequência àsterças-feiras no centro da cidade, o quevem contribuindo de forma aproporcionar desconforto noscomerciantes, pois as interrupções nãosão breves.Tais infortúnios poderiam serevitados se a CEMIG se utilizasse dosdomingos para realização destesreparos/manutenções. Afinal, não setratam de operações de urgência, massim cortes de fornecimentoprogramados.É certo que cada gerência deveter suas metas no aspecto financeiroda questão; a manutenção feita nodecorrer da semana e em pleno horáriode expediente, com toda certeza, temum custo inferior com realação àquelerealizado no domingo, por exemplo.Afinal, não é difícil entender que aosdomingos o custo da mão de obra pararealizar o serviço tem um acréscimo eas empresas estão evitando qualquersituação que possa incrementar suasdespesas.Para evitar este custo adicional,a empresa opta por realizar estasmanutenções no decorrer da semana,o que traz prejuízos aocomércio, que na verdade é ocliente da CEMIG.Se de um lado aempresa evita uma despesaadicional, do outro, acarretaprejuízos ao usuário e seudescontentamento, ainda que
Em atenção à reclamação de comerciantes quanto àrealização de desligamentos programados de energiaem dias de semana, e a sugestão de que estesdesligamentos sejam realizados aos domingos, a Cemiglamenta pelo transtorno de deixar qualquer cliente semenergia, em qualquer dia da semana, e esclarece queos desligamentos programados acontecem paramelhorias na rede elétrica, em vista do crescentedesenvolvimento da cidade de Pouso Alegre. É justamente acompanhando o desenvolvimentoeconômico do município que a Cemig vem realizandoserviços de manutenção preventiva e obras de expansãoe melhorias no sistema elétrico. Parte dessas obras érealizada sem a necessidade de desligamento, por contadas equipes de “linha viva” - capacitadas para realizar trabalhos com a rede energizada. O trabalho em linhaviva é extremamente delicado e envolve planejamento etreinamento primoroso para minimizar riscos. Apopulação desconhece esta ação, justamente porquenão falta energia quando estas equipes estão trabalhando.Porém não é possível realizar todos os trabalhos emlinha viva, por isso os desligamentos para realização deobras sempre acontecem. Como nem sempre é possívelconcentrar os serviços necessários num único dia, elessão distribuídos ao longo da semana, e realizadosinclusive aos domingos. Visando minimizar odesconforto para a população, a programação destesdesligamentos passa por rigorosa análise, evitando afetar as áreas comerciais em dias de movimento mais intensode clientes - como nos sábados, por exemplo, ereservando os domingos para os desligamentos queafetam regiões onde estão concentradas as indústrias,de forma a minimizar o impacto na produção
.
o consumidor não tenha opçãopor outro fornecedor deenergia.O custo adicional pelarealização dos serviços demanutenção aos domingos nãopode ser visto como umadespesa, mas como uminvestimento no nome daempresa, que deveria ter comometa, minimizar ao máximo odesconforto que este tipo deserviço causa para o consumidor.Nossa redação entrou emcontato com a CEMIG queapresentou a nota que segue.
Nota de Esclarecimento
Serviço de manutenção sendo realizado pela CEMIG nas proximidades da rotatória da Avenida Perimetral, no dia 20 de setembro
Edição 304.pmd30/9/2011, 22:313

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