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O Velho Gostoso Da Praia

O Velho Gostoso Da Praia

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03/18/2014

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O velho gostoso da praia.
As minhas aventuras todos já conhecem e sabem o quanto adoro me exibir com meucorpo lindo. Não perco a oportunidade mesmo!! As minhas formas físicas todos jáconhecem também em outros contos (procurar por Tula). O meu forte mesmo são osmeus belos peitões, fartos, bicudos aureolas grandes e morenas, bicos rosados sempredurinhos. Bem, no ultimo feriado fui pra a praia e no primeiro dia fiquei na praiaobservando a área e vendo quem eu iria provocar muito. Logo que cheguei, um velhomeio sujo veio pra tomar conta do carro e logo de cara deu uma olhada nos meuspeitões que estavam até que bem cobertos com o biquíni e ficavam parecendo doismelões enormes. Ele não tirou os olhos e gostei daquilo. Só serviu para provocar aminha imaginação. No dia seguinte fui para a praia com um biquíni menor e os peitõesum pouco a mostra. Ele já estava lá e ficou olhando e quando desci do carro, elechegou bem perto da porta e quando desci, ao fechar a porta do carro, bati minhabunda de propósito nele que deu uma gemida gostosa e afastou um pouco. Eu sairebolando e ele ficou olhando. A praia estava um pouco deserta e deitei de bruços edesamarrei a parte de traz do biquíni e fiquei tomando sol nas costas nuas e a calcinhaenterrada na bundona. Ele chegou perto e puxou conversa dizendo que eu era bonita,se estava sozinha, falando do mar, da vida na praia e tudo o mais. Ele ficava na partede cima tentando ver alguma coisa, caso eu me levantasse um pouco. Depois de umtempo resolvi ir embora e quando entrei no carro ele encostou-se à porta e ficouolhando os peitões e disse: A senhora não me leve a mal, mas difícil mesmo é ver umamulher com um par de tetas bonito desse jeito!!. Eu disse: Que é isto? O senhor secontenha ou eu não venho mais aqui!. Mas eu já estava molhadinha com o olhar dovelho nos meus bicos durinhos e ele percebeu isso e disse: A senhora me desculpe,mas verdade tem que ser dita!. Saí e fui embora. Passados dois dias, resolvi voltar àpraia. Ele quando me viu chegar veio correndo se propondo a tomar conta do carro.Neste dia eu estava com o tesão à flor da pele e resolvi que iria torturar o velhoimundo. Coloquei um biquíni que eram mesmo os famosos paninhos. A parte de baixosó cobria o grelinho, deixando aparecer os pelinhos e a parte de cima eram duastampinhas seguras por duas fitinhas amarrada no pescoço e nas costas, que malcobriam os bicos deixando transparecer as aureolas. Os seios ficavam aparecendo tudomesmo, só os bicos cobertos. Era para arrasar mesmo, acabar com o velho, deixa-lolouco, doido. E logo percebi que ele ficou alucinado me vendo daquele jeito e eu mecomportei como se nada tivesse acontecendo. Desci do carro, abri a canga para queele visse tudo e amarrei novamente e fui caminhando para a areia. Ele não agüentou edisse: A senhora esta uma loucura hoje! De matar qualquer um! Eu fingi que não ouvie fui caminhando. Fiquei a tarde toda deitada na areia e ele me olhando de longe. Aofinal da tarde, o sol já tinha sumido, eu dei um ultimo mergulho no mar e resolvi irembora, mas ainda queria ser mamada por aquele velho louco. Meu corpo estava todoarrepiado e os bicos pareciam dois pintinhos de tão durinhos. Quando cheguei perto docarro que estava no meio de algumas arvore, lá estava o velho esperando. Eu chegueie devia estar louca também, pois guardei as coisas no porta malas e o velho meolhando e babando. Abri a porta do carro, sentei com as pernas pra fora e peguei umacamisetinha para trocar os paninhos molhados. Resolvi deixar o velho maluco edesamarrei as fitinhas das costas e tirei pela cabeça, ficando com os peitõestotalmente a mostra para o velho olhar a vontade. Ele ficou sem fala, gaguejava,babava, tossia e dizia: PQP, que delicia de peitaria, quero mamar, quero chupar, porfavor, deixa! Eu tentei fazer alguma coisa, mas ele caiu de joelhos na minha frente egrudou com as as mãos em cada peito e amassava tanto que até doía. Caiu de bocacomo louco e começou a mamar, chupar, morder. Queria colocar tudo na boca, masera impossível e ele esfregava o rosto em todo meu peito e babava me deixando todamolhada. Adoro que os homens deixem meus belos peitões todo babado, melado e ele
 
fez isso como ninguém, me deixando com as tetas toda lambuzada. Ele para umpouco, ficava olhando e eu logo esfregava os seios na cara dele, colocava os bicos nasua boca e apertava a cabeça dele e ele mamava e gemia que nem um bezerro. Ficouum tempão me mamando, chupando, mordendo. Começou a chupar os bicos de leve eeu gemia e já estava com a bucetinha encharcada quando ele num puxão arrancou acalcinha e eu fiquei nuazinha e ele já gritava e enquanto chupava os biquinhoscomeçou a apertar o grelinho durinho e enfiar o dedo sujo na xotinha meladinha. Eugemia e pedia mais. Eu estava disposta a tudo com aquele velho sujo, imundo. Ele meempurrou pra trás e eu deitei nos bancos e fiquei com as pernas pra fora do carro e elesem pensar muito abocanhou a bucetinha, chupando com tanta força que pensei queia arrancar o grelinho. Chupava tanto, toda a xaninha, melava, mamava, fazia a línguatremer no grelo que eu gritava de tesão. Nesta altura já tinha escurecido e eu namaior orgia com o velho. Fiquei em pé do lado de fora do carro e ele me chupouloucamente de cima a baixo. Dava-me fortes chupadas nos peitos, na barriga,chegando à bucetinha, entrava por baixo, eu abria bem as pernas e ele mamavadeliciosamente. Virei a bunda e ele me chupando a bucetinha, foi direto me chupandoo cuzinho e eu arrebitava a bunda facilitando a entrada da língua na bundinha toda. Euestava ardendo de tesão e queria mais que ele chupasse os peitões que estavainsaciável e queriam mais e mais mamadas. Puxei a cabeça dele de encontro aospeitões e disse: mama mais velho gostoso, mama mais, muito mais, chupa gostoso,mama gostoso, estou com os peitos duros de tesão e vc tem que mamar muito. Elegemia ao ouvir isso, acho que nunca tinha visto uma coisa dessa e atacou mamandocom vontade mesmo. Ele ficou mamando, lambendo chupando, melando, mordendo,falando besteira com os peitos dentro da boca por muito tempo e eu queria mais emais. Desceu mamou, passou a língua como um mestre na xotinha. De repente tiroupra fora um cacete gostoso, estourando de duro e eu não pensei em nada e caia de joelhos na areia, na frente dele e chupei como louca não me importando com nada.Mamei muito naquele cacetão e sem esperar sentei no banco do carro, ele se ajoelhoue entrou na bucetinha, rasgando tudo e eu quanto m ais abria a perna mais queriaabrir e ele estocava o cacete gemendo e eu gritando e ele mamando mais ainda nospeitões doloridos de tesão e tantas chupadas. Naquela escuridão, no meio das arvores,com o ventinho frio que vinha do mar, gozamos desesperadamente gritando egemendo como dois malucos. Ficamos ainda juntos exaustos e eu dolorida de tanto serchupada, mamada, comida como uma cadela. No final da estrada vimos uma lanternaque parecia ser da policia e tratamos logo de ir embora. Ele saiu por um lado e eu fuiembora. Chegando em casa, tomei um longo banho e vi o quanto meu corpo todotinha sido chupado. Meus peitos tinham chupadas rochas, mas os bicos aindacontinuavam durinhos querendo mais mamadas. Não agüentei e na banheira mesmo,enfiei na bucetinha um vidro de xampu que já tenho de propósito para essas ocasiõese gozei muito gostoso, amassando os peitões que estavam doloridos. No dia seguinteeu estava toda dolorida, mas nem por isso passava o tesão gostoso. Passei o diacuidando do corpo e lembrando do delicioso velho imundo. Já estava escuro e resolvidar uma olhada na praia e ver se o sujeito sujo, mas que sabe mamar num peito enuma buceta como ninguém, estaria no local da orgia do dia anterior. Coloquei apenasum robe por cima do corpo e fui. Cheguei ao local, no meio das arvores, na escuridãologo vi o velho e parecia que esperava. Vi que ele estava com o cacete na mão. Desci,fiquei na frente dele e deixei cair o robe e fiquei nua e ele me agarrou como louco, mechupando, mordendo todo meu corpo, esfregando o cacete melado em todo meucorpo. Me chupou os peitos como se há muito tempo não mamasse. Deitou na areia eeu fui por cima e coloquei a bucetinha na cara dele que mamou como doido mefazendo gritar na escuridão. Levantei, virei de bruços para o carro e disse: Vem velhogostoso, vem comer um cuzinho delicioso, vem com esse cacetão enterrar noburaquinho, vem, vem!!!. O velho não acredita no que estava ouvindo e sem pensar

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