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Fingi Estar bêbado e Vi Minha Esposa Transando Com Outro

Fingi Estar bêbado e Vi Minha Esposa Transando Com Outro

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Fingi estar bêbado e vi minha esposa transando com outro.No decorrer dos meses, a Sabrina continuou fudendo com o Beto, no mínimo duasvezes por mês, pois além de ficar indo receber só o aluguel todos os meses nonosso apartamento em que ele está morando, ela inventou uma outra desculpapara ir mais uma vez lá no ape todos os meses, ou seja, ela disse que eraimportante se certificar todos os meses se as taxas e contas referentes ao imóvelestariam sendo pagas e, para isso, ela estipulou o início de cada 2ª quinzena demês para fazer esta verificação. Assim, como o aluguel é pago sempre no começode cada mês, tenho a certeza de que no mínimo a cada duas semanas, a Sabrinaé fudida pelo Beto no nosso apartamento. Nesse contexto, eu continuo a fingir quenão estou sabendo de nada, mas percebi que as nossas fodas estão cada vezmelhores e até o cuzinho dela eu passei a comer com mais freqüência que antes.Contudo, nos últimos meses, tenho percebido também que a Sabrina tem faladomuito em certo amigo e colega de trabalho dela chamado Renan. Eu já tive aoportunidade de conhecê-lo algumas vezes e, pude perceber que o rapaz étambém muito bem afeiçoado, jovem, estilo físico forte, enfim, é uma pessoa emque as mulheres de um modo geral, podem vir a se interessar facilmente por ele.Assim, como já havia dito antes, notei que já fazia certo tempo que a Sabrinapassou a falar bastante dele, mesmo sendo ele casado já há algum tempo.Associado a isso, ela já havia me falado várias vezes que ele é uma pessoaextremamente educada, alegre, agradável e etc... Chegou um dia até a propor quenós fizéssemos uma reuniãozinha aqui em casa, junto com alguns dos seusamigos e amigas do trabalho, para jogar conversa fora, beber um pouco, sedivertir e cantar ao som de violão (há um outro rapaz lá do trabalho dela que cantae toca muito bem). Eu já percebendo certa malícia nesta idéia dela, concordei deimediato e disse para ela convidar quem quisesse, mas que, apenas falasse comcerta antecedência para eu providenciar o necessário para podermos receber bemaos convidados. Após algumas semanas, finalmente a Sabrina disse-me quehaviam encontrado uma data em que todas as pessoas convidadas estariamdisponíveis para a nossa festinha. Assim, no começo do mês de novembro do anode 2005, a Sabrina me informou que a data para a nossa reuniãozinha seria no dia19 daquele mesmo mês, em um sábado e que, naquele dia todos poderiamcomparecer. Diante disso, passamos aos poucos a ir organizando a compra dasbebidas quentes, pré-encomendas dos salgados e tira-gostos, aluguel de mesas,cadeiras e etc... Como fiquei responsável pelas bebidas e aluguéis de material, aocomprar os whiskys, vodcas, cervejas, refrigerantes e água mineral, incluí tambéma compra de algumas latinhas de aguardente, para serem utilizadas no momentopropício, a fim de deixar a minha esposa mais soltinha no momento certo, entreoutras coisas... No dia tão esperado, logo no meio da manhã todos foram aospoucos chegando e se acomodando, eram cerca de 20 pessoas ao todo, incluindohomens, mulheres, casais e algumas poucas crianças. O Renan teve que vir sozinho, pois a esposa dele estava já há alguns meses trabalhando em um outroEstado. Todos eram muito agradáveis e demonstravam estarem, de um modogeral, bastante satisfeitos e felizes naquela festividade. Com o passar do tempo,naturalmente as pessoas aos poucos foram se despedindo. Primeiro os casaiscom crianças, depois foram outros casais e, no final da tarde só restavam 8
 
pessoas na casa. Eu, a Sabrina, o Renan, um casal, um amigo e duas amigas daSabrina, todos do trabalho dela. Neste momento, já estávamos bem maisanimadinhos pelo efeito das bebidas, mas todos perfeitamente conscientes sobreo que estava ocorrendo. Posteriormente, com o avanço da noite, já por volta das20:00 h, um desses amigos da Sabrina, que estava de carro, falou que precisariair e, as duas amigas dela e o casal, aproveitaram para pegar carona junto com orapaz. Como o carro só caberia cinco pessoas e, além disso, o Renan já haviademonstrado interesse em pegar emprestadas algumas revistas esportivas que eu já havia prometido ao longo da festa, ele acabou tendo que ficar um pouco mais.Dessa forma, tudo acabou acontecendo como eu havia desejado que ocorresse,ou seja, ficamos apenas os três sozinhos em casa. Neste momento, já estávamosainda mais soltinhos pelas bebidas e continuamos a conversar sobre diversosassuntos, inclusive sobre sexo. Eu puxei assunto e perguntei ao Renan como eleestava se sentindo com a falta da sua mulher mais presente na sua vida naqueleperíodo. Percebi que tanto ele como a Sabrina, entenderam o que eu realmenteestava querendo saber, ou seja, se ele já estava a muito tempo sem fuder. Eledisse que, algumas vezes, precisou se virar como pôde junto a algumas amigas e,a Sabrina, que já estava bem alegrinha, aproveitou para complementar com ar derisos dizendo que, amigas são para essas coisas. Neste instante, todos nóscaímos na risada. Após isso, tratei de começar a por em prática o meu plano juntocom as latinhas de aguardente, como a Sabrina estava bebendo vodca, pegueiduas latinhas de cachaça e, na cozinha, derramei em um novo litro de vodca queeu acabara de abrir. O Renan e eu estávamos no whisky e eu, inventei que agorairia passar a tomar a cachaça, pois na verdade, seria dela que eu realmentegostaria. A intenção era fingir que eu estaria bebendo e em certo momento passar a fingir estar alcoolizado pela mistura do whisky com a cachaça (sempre que eu iaao banheiro, derramava quase toda a latinha na privada), ao mesmo tempo emque, desse modo, eu realmente estaria deixando a Sabrina mais entregue e ávontade devido à bebida, para se entregar ao Renan. Com o passar de mais oumenos uma hora, ou seja, já estávamos nos aproximando das 22:00 h, eu jáfingindo estar bêbado, passei a elogiar a Sabrina na frente deles, dizendo que elaera muito gostosa e que sabia fuder como uma cadela no cio. A Sabrina queestava ainda mais alegre, apesar de ter diminuído um pouco na bebida, gostavado que eu falava, dava risadas e literalmente encarava o Renan ali na minhafrente, no meio da sala. Eu já havia percebido que, desde o momento em queficamos só nós três, o Renan passou a dar constantes olhadas para as coxas e abunda da minha esposa, sempre que ela cruzava as pernas ou levantava para ir ao banheiro. Para esquentar ainda mais o ambiente, em uma dessas saídas delapara ir ao banheiro, no momento dela se levantar, eu passei a mão por baixo dasaia curta dela e apalpei a sua bunda, puxando-a logo em seguida pelo braço.Como fingia estar embriagado, não a segurei e fiz sem querer, com que ela caísseexatamente no colo do Renan. Ele segurou-a entre os seus braços e percebi quedemorou um pouco antes de soltá-la. No momento em que a minha esposaconseguiu se levantar do colo do Renan, vi que ele não tirava os olhos da bundada minha mulher e que surgiu um grande volume por sob a calça dele. Assim queela retornou do banheiro, eu com voz de bêbado, disse que não agüentaria beber mais nada e que já estava com sono. Levantei meio cambaleante, saí andando
 
igual a alguém embriagado, tropeçando e esbarrando nas coisas até entrar noprimeiro quarto que vi, o qual era o de solteiro logo no início do corredor. Daípeguei a cópia da chave da porta deste quarto, escondi-a e fiquei, largado nacama com roupa e tudo, de olhos fechados mas com os ouvidos bem apuradossobre o que iria acontecer. Percebi que vinham sons de risadas da sala onde elesestavam, estes risos eram interrompidos com breves momentos de silêncio. Eu jáestava ficando louco de vontade em saber o que estava acontecendo, mas nãopodia arriscar a ser visto espiando eles. Foi nesse momento que eu notei ter ocorrido um período um pouco maior de silêncio, cerca de uns cinco minutos. Emseguida, escutei passos vindo em direção ao corredor em que ficam os quartos.Nesse instante, permaneci imóvel, pois como a porta estava aberta, muitoprovavelmente a Sabrina iria entrar para ver como eu estava. E foi isso mesmo oque aconteceu, ela entrou, viu que eu estava dormindo na cama e saiu junto como Renan. Percebi depois que a porta do quarto estava sendo trancada com chavepelo lado de fora. A partir daí, dei um tempo perto de 10 minutos e fuicuidadosamente abrindo a porta com a cópia da chave que estava comigo. Abri,saí do quarto e vi que a porta do meu quarto de casal estava fechada. Então volteia trancar a porta do quarto em que eu estava e, saindo da casa dei a volta por trásaté a parede lateral do meu quarto de casal, onde há umas pequeninas aberturaspropiciadas por alguns cobogos que foram colocados para melhorar aluminosidade do ambiente. Assim como fiz no relato anterior, me posicioneiescondido pela parede com apenas parte de um dos olhos em uma daspequeníssimas aberturas existentes no cobogol. Não preciso nem dizer tamanhaera a minha ansiedade para ver o que eles estavam fazendo, principalmentedepois de todo este trabalho e encenação que precisei fazer para que tudo dessecerto como eu havia imaginado. Felizmente, a espera e ansiedade valeram apena. Quando passei a enxergá-los dentro do quarto, a Sabrina estava sentada nanossa cama, só de calcinha e chupando a rola do Renan que estava em pé, aolado da cama, segurando nos cabelos da minha esposa, chamando-a de gostosae mandando que ela chupasse todo o seu cacete. Enquanto socava a pica naboca da minha mulher, ele também apalpava os peitinhos dela, alisando os bicosrosinhas dos seus seios. Entre uma chupada e outra , o Renan esfregava o caceteno rosto dela, chamando-a de puta safada. Depois de passar uns 20 minutos coma rola sendo chupada, o Renan segurou firme nos cabelos da Sabrina e começoua gozar dentro da boca de minha esposa. Ela passou a engolir toda a porra, atélambendo a gala que escorria pelo cantinho da boca. Chupou e lambeu até deixar a pica dele limpinha e dura de novo. Logo em seguida, ele a deitou na cama, tirouo resto de suas roupas, puxou a calcinha dela até retirá-la e passou a lamber abucetinha da minha esposa. Ela se contorcia e pedia para ele continuar, alisandoos seus cabelos e o chamando de macho safado. Ele a chupou até ela gozar gostoso na boca dele. Em seguida, estando os dois completamente nus em cimada minha cama, ele pegou uma camisinha na gaveta do guarda-roupa, colocou noseu cacete, posicionou a Sabrina na posição de frango assado e foi enfiando asua rola na buceta da minha esposa. Ela, em parte pelo efeito da bebida etambém pelo tesão que já sentia dele, estava totalmente entregue àquele macho,com as pernas abertas e para cima, nua e arreganhada na nossa cama de casal,levando o cacete do seu colega de trabalho todo enfiado na buceta, gemendo e

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Karlos Eduardo added this note
Olá meu nome é Karlos Eduardo e é um imenso prazer!!! Cor de pele: moreno claro (pardo) Cor dos olhos: castanhos claros Cabelo: curto,castanho claro Altura: 1,73 Tipo físico: atlético Boca média,lábios grossos,mãos grandes e dote a descobrir por você mesma. Sou acompanhante de mulheres casadas,solteiras,viúvas,titias,namorando e das curiosas;mas não sou como a maioria dos acompanhantes não,como po
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