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Esteve presente, quando, depois de uma busca inesperada, o couraçado Drusus finalmente conseguiu pousar em Peregrino, o planeta da fonte da juventude.
Mesmo sem a interferência da misteriosa inteligência coletiva, conhecida como Ele ou Aquilo, os terranos conseguiram pôr em funcionamento a ducha revitalizadora. Perry teve a prioridade na aplicação do tratamento revitalizante. A ele seguiu-se Bell... No entanto, o inesperado acontece e faz Atlan rememorar os Últimos Dias de Atlântida.
Gucky — Um rato-castor que teme pela vida do amigo.
Homunk — Uma maravilha da tecnologia dos robôs.
Atlan — Que revive o passado.
Tarts, Inkar, Ursafe Cunor — Arcônidas mortos há milênios, que são
Bem acima de minha cabeça, perto do campo defensivo quase invisível, a bola incandescente de um sol atômico artificial percorria a órbita previamente traçada. Em Peregrino, nome dado por Perry Rhodan ao planeta artificial, reinava a perfeição técnica e científica. Examinei as salas de várias centrais de comando. Depois tive a impressão de que o saber e a capacidade de meu venerável povo eram paupérrimos e superados.
Ao pensar em Árcon, meu mundo distante, mais uma vez me senti dominado pela tristeza. Mas um auto-exame crítico revelou que as saudades que sentia pelos três planetas já não eram tão intensas.
A menos de um quilômetro do lugar em que me encontrava, o gigantesco corpo de aço de uma nave espacial erguia-se para o céu azul do mundo sintético, envolto por uma gigantesca abóbada energética. Era a Drusus, um supercouraçado projetado por meu povo, mas construído na Terra.
Não houve nada que me convencesse tanto do progresso da raça humana, antigamente tão bárbara, como a construção dessa unidade mais moderna de sua frota. O diâmetro da esfera era de mil e quinhentos metros.
Provavelmente havia sido essa nave espacial e outras de sua espécie que tornaram menos ardente o desejo de regressar a meu mundo. Minha permanência prolongada no planeta Terra apagara as impressões que me enchiam a mente. As recordações de Árcon tomaram formas menos palpáveis.
Com os olhos semicerrados, fitei o astro rei artificial e fiquei refletindo sobre os estratagemas técnicos que mantinham o sol atômico em sua órbita. Evidentemente, encontrava-se dentro do campo energético abobadado que isolava o planeta Peregrino do vazio do espaço.
Com grande desprazer, rememorei os últimos dias. Peregrino havia sido atingido por uma interseção: o outro plano temporal. Os donos do espaço estranho fizeram o que estava a seu alcance para evitar que o mundo artificial lhes escapasse. E foi por isso que o ser coletivo recorreu à sua poderosa tecnologia, de que resultou um salto semelhante a uma transição, que levou seu mundo para fora da dimensão temporal dos druufs.
Perry Rhodan e eu tivemos de enfrentar o problema da localização daquele mundo, que já não se encontrava na dimensão normal. Na oportunidade, enfrentamos fenômenos físicos que meu cérebro se recusava a assimilar.
Senti-me vazio e desolado. Muita coisa caíra sobre nós. Aquilo que enfrentamos no espaço intermediário e instável, situado entre as dimensões compreensíveis, chegava a ser sobre-humano. Só mesmo um acaso que não constatamos no devido tempo, nem havia sido provocado por nós, fizera com que se preenchesse o conteúdo energético que, numa realidade dificilmente inteligível, contribuíra para a estabilização do espaço.
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