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10/06/2011

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text

original

 
$IBRAIY
OF
CQONoESS
OFFIIC
RIO
DECRETO
N9
73.881
-
DE
2
DE
ABRIL
DE
1974
Declara
de
utilidade
pública,
para
finsdedesapropriação,
terreno situado
na
cabeceira
da
pista
de
pouso
do
Aeroporto
Internacional de
Manaus,
necessdrioao
Ministério da
Aero-
náutica.
O
Presidenteda
República,
usandodas
atribuições
que lhe confere
o
ar-
tlgo 81,
'item
III,
da
Constituição,
e
tendo
em
vista
o disposto nos
artigos
59,
letra"a",
e
69,
do
Decreto-lei
nú-
mero
3.365,
de
21
de
Junho
de
1941,
decreta:Art.
19
Fica
declarado
de
utllda-
de
pública,
para
fins
de desaproprla,
çio,
o
terreno,
inclusivebenfeitoriasneleexistente,
situadona
cabeceira
da
pista
de
pouso
do
novo
Aeroporto
Internacional
de
Manaus,
Estado
do
Amazonas,
na
altura
do
Km
8
da
Efs-
trada
Torquato
Tapajos,
local
deno-
minado
"Rosa
de
Maio",
cor
an
rea
de
'47.646,9446
m2
(quarenta;
e
sete
mil
seiscentos
e
quarenta
e
seis
metros
quadrados
e nove mil
quatrocentos
e
quarenta
e
seis
centímetrosquadra-
dos),de propriedadedo
Espólio
de
Jose
Graciano
de
Albuquerque,seus
herdeiros
ousucessores,
tudo
confor-
me
processo
protocolado
no
Ministe-
rio
da
Aeronáutica
sob
onúmero
06-01/2344/70,
do
qual
consta
a
plan-ta
do
terreno,
memorialdescritivo
e
o
Laudo
de
Avaliação,
assim
descrito:
Da
estacaO
a
1
=
94,56
m
-
rumo
de
009
11'
20"
NMW
Daestaca
1
à
2
=
243,57
m
-
rumo
de
899
54'
50"
NW
Da estaca
2
à
3
=
179,96Im
-
rumo
de
009
21'
40"
SW
Daestaca
3
à
4
=
246,30
m
-
rumo
de
90Y
00'
00"
NE
Da
estaca
4
àO
=
85,00
m
-
rumo
de
00
11'
20"
NW
Daestaca
3
à
3A
=
10,00
m
-rumode
909
00'
00" NE
Daestaca
3A
a
3B=
361,74
lI
-rumode
009
21'
40" SW
Da
estaca
3B
.
3C
=
10,00
m
-
rumo
de
909
00'
00"
~V
Da
estaca
3C
à
3
=
361,74
m
-
rumo
de
009
21'
40"
NE
Art.
-29
O
terreno
a
que
se
refereeste
Decreto
destina-se
a
implantaçao
de
instalações
do
novo
Acroporto
In-
ternacional
de
Manaus.
Art.
39
Fica
o Ministério
da
Ae-
ronautica
autorizado
a
promover
a
efetivaçãoda
desapropriaçãode
que
trata
o
presente
Decreto,
na
:orma
do
artigo
10,
do
Decreto-lei
n9
3.365,
de
21
de
junho
de
1941,
correndo
as des,
pesas
a conta
acos
seus
recursos
orça-
mentarios
próprlos.
Art.
49
Nos
termos
do
artigo
15,
do
Decreto-lei
n9
3.365,
de
21
de
Ju-
nho
de
1941,
alterado
pelaLei
ni-
mero
2.786,
de
21
de
maio
te
1958,
a
presente
desapropriação
é
declara-
e,-~_4
,.
4
e
*
at
-
S
·
I·~
~
ôUI~g~<
s'
1
4
i
*1
~ ~~ ~ ~~ ~
v
i
'
|,
.i*
t197
t
,--.
L_+sst
REPÚtBLICA
-FEDERATIVA-
DO
BERASL
E~~I~~~II
-OFICIAL
SEÇÃAO
I
PARTE
4'
DECRETO
N9
46.237
-
DE
18
DE
JUNHO DE
1959
ANO
CXII
-
N9
61
CAPITALFEDERAL
.
QUARTA-FEIRA,
3
DEABRIL
DE
1974
JfU
OS
ODERXECUTIVO
ica;
o
entro
poderá
estabelecer
Colmbia
oude
paises
membros
para
facilitar a
descentralização
de
suas
da
de
urgência,
para
efeito
de
imedia-
Considerandoque
a
indústria
exls-
atividades;
ta.
imissão
de
posse.
tentena
América
Latina
não
chega Artigo
3
a)
Os
membros
do
Cen-
Art.
59
O
presente
Decreto
entra.
a
cobrir as
necessidades
da
região.
tro
poderão ser membros
efetivos
ou
em
vigor
na
data
de
sua
publica-
-
Considerando
as
dificuldades memoros associados:
ção, revogadas
as
disposiçoes
em con-
en
que
se
encontra
cada
pais
para
-
Serão
membros efetivos
do Cen.
trárlo.resolver
isoladamente
os
problemas
tro, com
pleno
direito,
todos
os paises
Brasiiia,
2
de
abril
ae
1974;
que
obstaculizam
o
desenvolvimentoda
América
Latina de
unidade
lin-
1539
da
Independência
e
869
da
de centros
editoriais.
güistica
hispanica,
cujosGovernosRepública.
-
Considerandoque
a
Conferência
tenham
manifestado
ao Governo
o
Geral
da UNESCO,
em
sua
décima
desejo
de
participar
nas atilidades
do
,
RNEsTo
GEISEL
.quinta
reunião,
autorizou
o
diretor-
Centro.
J.
Araripe
Macedo
geral
a
fqmentar
o
incremento
da
-
Serão membros
associados
do
prOdução
e
distribuição
de
livros,
es-
Centro
os
paises
de
unidade
iingtlis-
DECRETO
N
73.882
-
DE
2 Dg pecialmente
nos países em
via
de
tica hispânica,
localizados
fora
da
ABRIL
DE
1974
desenvolvimento
(15
C/5
Res. 4.231).região
geográfica
da
América
Latina,
Promulga
o
Acordo de
Coopera
ço
-
Certos
de
que um
Centro
Re- cujos
Governos
tenham
manifestado
Internacional entre
o
Governoda
gional
para
o
Fomenio
do
Livro
na
ao
Governoo
desejo
de
participar
das
Colômbia
e
a
UNESCO,
relativo
ao
América
Latina
est.á
destinado a
atl'idades
do
Centro. A
admissão
de
Centro Regional
parao
Fomento
executar
uma
tarefa
fundamental tais
países
como
membros
associados
do Livro
naAmérica
Latina,
como
ponto
de
convergênciana
seraefetuadapor
decisão
do
Con-
obtenção
de
soluções
regionais
aos
selho.
O
Presidente
da
República
problemas
do
llvro.
b).
Os
Estadosconsiderados
noHavendosido
aprovado,
pelo
Decre-
-
Considerando
que
a
reunião
de
parágrafo
a)
do
presente
artigo
que
to
Legislativo
n
9
73,
de
3
dodezem- Técnicos
Peritos
sobreo
FOmenitodo
desejam
participar
das atlvidades
do
bro
de
1973,
o Acordo
de
Cooperação
Livro
na
América
Latina
convoceda
Centro
fá-lo-ão
saber
ao
Governo
por
Internacionalentre
o Governo
da
pela
UNESCO
em
Bogotá,
de
9
a
15
nota.
O
Governo
informaráao
Cen-Colômbia
e
a UNESCO,
relati'-o
ao
de
setembro
de
1969,.
recomendou
a
tro,
aosEstados-Membros
e ao
Dire-
Centro
Regional
para
o
Fornento
do
criação
do
Centro,
com
scde
em
tor-Geral
da
Organização
do
recebi-
Livro
na
América
Latina.
concluidoBogotá.
mento
de
tais
notificações.
em
Bogotá,
a
23
de
abril
de
1971,
.e.
-
Considerando
que
pela Ata
de
c)
Os
Estados-Membros
menciona.abarto
à
adesão
de
todosos países
3
de
março
de
1970,
o
Governo
da
dos
no
paragrafo
a)
do
presente
arti-
da
comunidade linguisticahispano-
Colômbia
criouem Bogotá
o
Centro
go,
poderão
retirar-se
do
Centro
sels
lusitana
da
Amérlca
Latina;
Regional
para
o
Fomento
do
Livro
na
(6)
meses
após
tê-lo
notificado
por
E
havendo
o
referido
Acordo
entra-
América
Latina.
escrito
ao
Governo.
do
em
vigor,
para
o
Brasil,
em
11
de
.
-
Considerando
que
peloDecreto
CAPiTrLo
I
dezembro
de
1973;
n
°
2.290, de
1970,
o Governoda
Co-
Decreta
que
o
AcOrdo,
apenso
por lômbia
aprovou
os
estatutosdo
Cen-
ObJetivo
Fundamentais
do
Centro
cópia
ao
presenteDecreto,
seja
exe
tro
Regional
para
oFomentodo
Li-
Artigo
4
O
Centro
terá
a seu
car-
curado
e
cumprido
tão
inteiramente
vro
na
América
Latina.
go
o
fomento
daprodução
e
distri-
como
nele se contém.
--
Desejososde estabelecer
umT
uição
do
livro
e,
em
particular,
a
Brasilia,
2
de
abril
de
i974-
Acordo
para
a
extensão
a
nível Inter-
promoçãoda leitura, especialmente
153.
°
da
Independência
e
80.9
da
nacional
dos
planos
e
programas
do
através
de
planos
de educaçãoe
doRepublica.
Centro
Regional
criado
pelo
Governocomplementoindispensável
de
siste-
.República,
L
da Colômbia,
a
Organização
das
Na-
mas
nacionais
adequados
de bibliote-
ERNESTO
GEIsEÇ
ções
Unidas
para
a
Educação,
a
Cíên-
cas
escolares
e
públicas,
em
cada
Antônio Francisco
Azereào
da
ela
e a
Cultura, que deagora
em pais.
Silveira
diante
se
denominarA
"aOrganiza-
A
fim
de
realizar.
taisobjetivos,
o
ACORDO DECOOPERAÇAO
INTER-
ção"
e
o
Governo
da
Colômbia,que
Centro
cumprire
as
seguintes
fun-
NACIONAL
ENTRE
O
GOVERENO
de
agora
em
diante
se
denominará
ções:
-DA
COLÔMBIA
E
A
UNESCO.
O
Governo",resolvem;
1)
Fomentar
'a
coordenação
dos
RELATIVO
AO
CENTRO
REGIO-
CAPITULO
x
esforços
das entidades
públicas
e
NIAL
PARA
O
FOMENTO DO
privadas daregião,
,orieoadas
pata
LIVRO
NAAMNIRICA
LATINA.
Disposições
Gerais
a
produção,
difusão
e
distribuição doArtigo
19
A
fim
de
tornar efetiva
livro
nos
países
de
língua
hispânica
-
Cientes
do
valor que
representa
a
cooperação
internacional,
o Gover-
da
América
Latina.
como
patrimônio
cultural
da
América
no compromete-sea converter
o
Cen-
2)
Fomentar a
aplicaçãÇ
das
me-.
Latina
o-fato
de possuir
lingUa e
tro
Reglonal
para
o
Fomento
do
Li-
didas necessárias
para
alcançar
o
cultura
emn
comum
e
uema
longa
tra-
vro
na
América
Latina,
criado
comu
desenvolvimento
o
a
harmonia
do
diçãao
editorial.estabelecimento
público peloDecreto mercadodolivro
nessa
eona,
a
fim.
-
Considerando
que
o
livro
re-
n
9
2.290,
de
1970,
em
urma
entidadd
de
conseguir
o
estabelecimento
de
um
presenta
um
dosveíeulos
~fundamen-
que
cumpra
as
disposições do
presen- mercado
comum.
talspara
a
transmissão
de
conheci-
te
Acordo
-e
se
enquadro
na
om'ganI-
3)
Estimular
a
criação
de
e.tlda-
mentos'
e a
integração
cultural
doszação
considerada
no mesrno.des
nacionais
dedicadas
a
promni)ção
paises.
'
Artlgo
2
°
O
Centro,
que
tem
sua. do.
livro,
com
o
auxilio
das
institui'
-
Considerando
qUe
os programas
sede
na
cidade
de Bogotá,
ColOmbia,
ções
locais, públicas
e
privadas,que
ae
produção
e
distribuiçãp
do
livro
poderá
estender seus programas
aos
desejem
colaborar
corn
essa
inlciativa.encontram-se
em
estado
de
desen-países
da
América
Latina
e
os
paises
4)
Compilar
e
colocar
à
disposiçãO
volvimento
deficiente
nos
paísesda
de
unidade
lingtlfstica
hispàncta
que
dos
meneionados
paises
as
estatisticas
América
Latina.
se
encontrem
fora
desta
área
geográ-
e
a
documentação
relativa
-rodau-
-f
o
1
1
.
Gies'~.e'
.
G3
@~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
4
-
1 1
.-
1
1
4
41
-i,
.1
_
··
1
__
4
 
1)
O
ezpeatenie
das
repartçõespibltcas,
destinado
à publicaçãoserd
receblito
ns
Seção
de Comum-
cações
até
às
17
horas.
.
O
atendi-
mento
do públicopela Seção
de
Re-
daçãoserá
de
12
as
18
horas.
2)
-Os
originais para
publicaç`o,
devidamenteautenticados,
deverão
see
datilograladosdiretamente,
em
espaço
dois, em
papel
acetinado
ou
apergaminhado.
medindo
22x33
cen-
timetros,
rem
emendas
ou
.rsuras
que
di/ficvltem
a
sua compreensão,
em cspecial
quandocontiverem
ta-
belas.
Serão
admit;das
c~p2as
em
tinta
prcta
a
indelevel,
a
critério
do
D.I.N.
3!,
Os
originafs
encaminhados
ã
publ'cação
não serão
restituidosàs
partes.
4)
As
reclamações
pertinentes
à
.matéria
retributda
nos
casos
ae
êrro
ou
omissão,
serão
eneamin7nqas,
por
escrito,
a
Seção
de
Redação,
até
o
Quínto
dian
til subseqlente
Q
u-',!icaro
5)
4s
asstinaturas
serão
tomadas
to
.'1.1N.
O
transporte
por
viajaérea
será
contratadoseparadamente
comn
a
Delegacta
da Emprésa
Bra-
sileira
de Corretos
e
T'eTgrafos
em
Brasilia
Estapoderd
se
encarrega-
também
de
encaminhar
o
pedfdo
de
assinotura
ao
DI.N.
Neste
caso
àassinantedirgfrd
ao
b.l.N.
o
pe-tido
de
assinatura
e
o
pagamento
do
valor
correspondente,
na
fcrmna
do
ftem seguinte.
6)
A remessa
de
valôres
para
assinatura,
queserd
acompanhadade
-
esclarecimentosquanto
à
sua
aplicação.serd
lezta
sômente
poz
REPARTIS
S
z
ParzcuAs
FarcotaOS
Semestre
*..............
CS
50,00Semestra
»
.............
Cr$
Ano
.****...............
Cr$
100,00
Ano
...
..........
.......
Cr$
EzterforExterior
Ano
*..h***oo...*
*,
,
r$
120.00Ano
..
*.......*.......*
C
-
PORTEA2REO
ção,
distribuição
e
procuiea
de
livros
território
da
Colõmbiacomo
r.os
ter-
nos
países
da
região,
ap;oveitardo
os
1
rórios
dos
demais
Estados-Membros.
fatores
de
unilaae
cultural
e
:ingüis-
O
Centro
terá
especia,capacidade
tica.
para: a)
corntatar;
b)
afquirir
bens
:. Empenhar
es.orços
paraa
a
móveis
eimórveis
e
.lispor
c:os
mes-
compilaçaoperiódica
e
regular
da
mos;
c)
atuar
na
jusqia.
bibliografia
deobrasem
ínguas
Artigo
6?
Os
bens
e
pos
es
ao
hlispânicas.
Centro,
qualquerque
seja
o
lugar
em
6)
Realizar
pesquisassistemáticas
quese
encontrem
e quem quer quesob,
e
hábitos,
níveis
e
interesses
de
seja
que
os
tenha
leoitimamenr,
cm
leitura.
seu
poder,
gozarãode
imunidade
em
,)
Efetuar
estudos,
em
oiversos toda
jurisdição,
salvo
que,
em
algum
niveis
educativos
e
sócio-economicds,
caso
particular,
o
Centro
tenha
encaminhados
a
estabe'ecer
a
estra-
expressamenterenunciado
a
essa
tegia
mais
apropriada
para
a
promc-
imunidad.
Entende-se,
no
entanto,
ção
da
leitura.
que
o
Centro
não
poderá
renunciar
à
8)
Desenvolverplanos
paraa
for-
referidaimunidade
no
que
se
refere
mação
e
apromoção profissional
ras
a
medidas
executivas.induústras gráficas,
editorial
e
de
distribuição
do
livro:
além
de
realizar
Artigo
V
'anto
os
]ocaiscomo
os
pegquisassobre
recursos
numanos.
arquivos
do
Centro
serao
invioláveis
9)
Realizarestudos
relativos
aos
onde
quer
que
se
encontremr.
direitos
de
autor,
polndo
especial
en- Art.
8
°
Sem
estarsubmetido
a
fase
nos problemas
específicosdefiscalizações,
regulamentosou mora-
cada
pais,
que
limitam
a
apl^zação
tórias
de
nenhuma
classe,
o
Centro
dos
acordos
internacionais
sobreo
podera,
no
entanto,
ter
fundos
ourotema,
defender
esses
direitos, velar
ou
divisasde
roda
classe
e
ter
con-'
pelo-
seu
cumprimento
e ajudar
a
tas
em
qualquer
moeda
para
o
exer-
encontrar
fórmulas
viaveis,com
a
cfcio
de
suas
funções,
podendo,
tam-
assistência
dos
organtsmos
interna-
bém,
transferir
llivremente
seus
fun-
cionais
competentes
para
o
acesso
dos,
ouro
ou
divisas,
de
um
pais
a
dos
povos
da
região
às
fontes
de
outro dentro
de
qualquer
pais
mem-
cultura
universal.
bro e
converter
em
qualquer
outra
10)
Organizar
e
fortalecer
ser-
moeda
as divpsas
que
tenha
em
seuvlcos
deblbliotecas
escolares
e
públi-
poder.
cas
em
cada
pais
e
colaborar
nla
apll-
Artigo
90
O
Centro,
cuas
posses,
cação
destesplanos
no âmbitok
re-ingressos
e outros
bens estarão
isen-
gional, deacordo
comr
as
condições
tos:
sócio-econômlcas
de
cada
Estado,
e
a) de
todo
imposto
direto;
promover
na
região
a
formaçãode
b)
de direitos
de
alfândega,de
'bblictecários,
professores
de
bblilo-proibições
e
fie
restrições
a
importa-teconomia
e
administradores
de
ser-
ções
e
exportações,
com
relação
aos
viços
de
bibliotecasescolares
e
úibli-
artigos
importados
ou
exportados
pelo
cas.
Centro
para
seuuso
oficial.
cAPf~,o~
mI
Entende-se.
no
entanto,
que
os
artigos
importados
com
tal
lsençao
Personalidade
Jurídica,
PrtivlégIos
não
serão
vendidos
no
pais
em
que
e
Imunidades
do
Centrc
tenham-Sdò
inmroduzldos,
a
menosArtigo
5
°.
O
Centro
Reglonal
Dara
que
a
venda
seja
efetuada
deacordo
o
Fomento
do
Livro
na
América
La-
com
as
condições
estabelecidas
com
tina
gozará
da
per6onalidade
e
da o Governo
do
país;
capacidade
jurfdica
pecewssáras
para c)
De dlreitos
alfandegários,
de
o
exercíclo
de
suas
funções,
tanto
no
problções e
do
restrições
relatiyas
à
*
*1
,?.
i/IU
,uarta-teira
3
OIARIO
OFICIAL
(Seçào
I
-
ParteI)
-::
.
1Abril'
de
1974--
I------
--
I
---
si
i ii--
i
Ii
i
--
 
i
---I
EX
P
EDI
E'NT
E
DEPART.AMETFO
DE
IMPRENSA
NACIONAL
OIRETOR-Ga
RA.-
ALBERTO
DE
8RITTO
PEREIRA
CHEUIE
00
5ERVtçO
Ea
PUOLIC.CAçC
J.
B, DE
ALMEIDA
CARNEIRO
CHEFG
CFO
ScfçO
0o
RUDAÇAO
chequeou
vale
postal,
em
navor
ao
Tesoureiro
o
Departamento
de
Im-
prensa
Nacional.Quanto
ao
contra.
tode
porte
aéreo,
emfavor
da
De-legacia
Regional
td
Empresa
Brasi-leira
de
Correios
e
Telégrafos
em
Brasilia.
7)
No
caso
'de
porte
aéreo
para
local.dade
não servidapor
sse
meleio
de
transporte,
a Delegacia
Regional
d!a
C
'ésa
Brasile,'a
dc
Corre:rs
e
Telégrajos
cri
Bra^z:ia
se
oiygc
a
comp!etar
o
encaminhamento
ao
dcs-
tinatário
por
outras
vas.
idepe.
cien,
te-mente
deacrésclimo
no
prc-o
8)
A
Delegacia
leçgioz:!l
da
Em-
prsa
Brasi!c''la de Correl
s
e
Tele-
grafose-t Era
ilia
reserva-se
o
di-rc:to
de
reaju2star
os
seus
npreros,
no
caso
de
e:evscdão
de
tarUfas
conzcr-
ciais
aéreas,
mediante
aviss-prévuio
aos
assinantes.
9)
Os
prazos da
as;inatzLrapo-
derão
ser
semestral
ou
anua!
e
se
incfarão
sempre
no
primeiro
dia'£t;!
do mds
subsequerte.
O
pedidode
iporte
aéreo
poderá
ser mensal,
se-
rn.estral
ou
anual.
O
prazo
dasassi-naturas
para
o
Exterior
é
sner.cnte
annal
e
não
haveratransporte
por
via
aérea.
10)
A
renovação
deverd
ser
so.cif-
tada
com
antecedência
de
30
dias
do
vencimento
da
assinatura
ed3
porte
aerco.
.Vencidos.
serão
suspeLnsos
fn-
depindentemrente
de
ais-pr
,io.
11)
Para
recebe7emi
os
supleenti.
tos
às edfções
dosOrgãos
oJfc!ais
os
assinantes
deverão
solicitS-los
no
ato
da assinatura.
12)
Osped:dos
deassinaturasde
servidores
derem
ser
encanunrZraos
com comprovcnte
de
sua
situação
func0onal.
'
ASSINATURAS
37.50
9'5.00
95,10
1
tacão e exportação
de
suas
b)
isenção de
impostos
sobre
os
cações.
salários
e
emolumentos
r^eebidos
dO
igo
10.
O
Governo
compromne-
Centro;a eximir
de
todo
gravamefis-
e)
isenção
das
medidas
restrit:vas
contribuições
de
quaíquqer
tipo,
em
matéria
de
imigraço
'e
das
for-
Perações
de
comprade ;móveis
malidadesde
registro
de estrauige:ros,
sarios
para
seu
bom
funciona-tanto
para:eles
como
para
eeuscôn-'
o
e
especialmente
às operações
juges
e
dependentes;
ompra deimóveis
pe!o
Cçrtro
d)
as
mesmas
facilida.i;s
de
cánm-
constituir sua
sede. bio que
os
funcionários das
MiLsses
igo
11.
Os
imóveisdo
Centro
Diplomáticas
de
hieraiquiasimiliar;
olômb£a.
que
sejam
de
saia
pro-
e)
asmesmas
facilidades
ae
re-
ade,
estarão
isentos
do
paga-
patrlaçao
emtempo
de
crise
interna-
,
do
imposto
p.edia
e
dosde
clonal
que
os
iuncionários
da
Missões
mza
iluminação
pública.
|
Diplomáticasassim
como
seus
con-
12.
O
Governo
autorizara
juges
e
dependentes;
O
Governo
autorizacis
a
)
direito
a
importar,
livre
de
la
em
seu
territrio
con
vistoimpostos,
sua
mobilia
e
objetos
pes-ito,
a
permanência
no
nesmosoais
ao
tomr
posse
de
seu
cargo
dida,
de
toda
pessoa
oficialmentepela
primeira
vez,
no
pais
para
o
is,
inclusive
aos
que
se
ponham
O
Diretor
do
Centro
terá
o
direito
e
posiçãodo
Centro,assim
como
o
dever
de
renunciar
à
mnunldade
epresentantes
dos
Estados
Mem-
outorgada
a
qualquer
funcionra-o
em
que
participem
no
Conselho
cu todos
os
casos
em
que
a
seu
juizo,
omitê
Executivodo Centro,
as
a
imunidade
constitua
obAtáculo
ao
sições
da
Convençãosobre
Pri-
curso
da
justiça,
e
naqueles
em
que
os
e
Imunidades
dos
Orgãos
a renúncia
em
questão
não
pre:udi-
lalizados,
aprovada
pela
Assem-queos
interesses
do
Centro.
Geral'
das
Nações
Unidas,
em
Artigo
17.
Conforme
a
lei
colorm-
novembro
de
1947.
biana,
o
Governo
se
ocuparáde
sol-
igo
14.
O
Diretor
e
o
Subdire-
ver
todas
as
reclamações
de
terceiros
o
Centro,assim
como
todo alto
contraa
Organização,
contra
seus
onário
que
substitua
n Diretorfuncionários
ou
contra outras
pessoas
ite
sua
ausência.
eomo
também
contratadas
pelo
Centro
e
eximira
a
cônjuges
e£ilhos
menores,
organizaço
e
as
pessoas
rnenclona-
ão
dios
privilégios,
imunidades,
das
de
toda
responsabilidadepelas
les
e
facilldades
que
se
outor-
reclamacões
oriundas
das
operações
de
acordocom
a
Convenção
dedo
Centroprevistas
no
presente
sobre
Relações
Diplomáticas
e
Acordo,
salvo
nos
casos
emque
a
Idades aos
enviados
diploma-
Organização
e
o Governo considerem
de comum
acordo
que
essas
reclama-
Igo 15.
Os
demais
funcion&rlop
ções
ou
responsabilidades
provêm
de
entro
gozarão
unicamente
das
uma
negligência
grave
ou
de
uma
ites
imunidades:
falta
deliberada
de
ditas
pessoas.
de
Jurisdiçãocom
relação
a
caPfro
IV
os
atos
por
eles
executados
em
Disposições
Financeiras
r
oficial,
inclusive
suas
pila-
Artigo
18.
O
Centro
Regional
para
e
escritos;
oFomento do
Livro
sia
A~-t"
4
o·
1
N
,1
1
1
1
i,
1,
0F
elos
d
irtrnr.er
3sLIA
IrCIAL
A.RTE
t
a
administrççaocentralizada
ito
da
Imprcnse
Nacionae
204,00
cada
se do
Cr$
)AVUu
ftgun
do
sert
e
de,
imaper
public
Art:
te-se
cal
e
as
o0
necesmena
de
cc
para
Art
na C
pried:
ment(
limpe:
Art
entram
gratu.
acredJ
ao
Cc
o
me/
ArtOrgai
peritc
a
dis
aos
r
bros
no
C
dispo!
vilégi'
Espec
blia
21
de
Art
tor
d
funci
durar
seus
gozar
isençg
gam
Viena
imunl
ticos.
Art
do
C
seguiu
a)
todos
caráte
vaIs
DIARIO
.
rgão destinado
a
publiceção
dou
impresso
eas
celcinas
do
Dep;
ff v
.
~~~B
h
102,00
1
Anual
..
Cr
LSO
a
na
iltima
pãgtna
de
,
d
acrescidode
Cr$
0,01,
anos
anteriGres.
I
tI
11
1
1
·
I
_
Mensal
o.
Cr$
17,00
1
Semes£rzl
NIMERC
-
O
preso
&o
número
avslso
exemp:ar.
--
o
preçodo
exemplar
atrasad
mesmo
ano,
e
ds
CrS$
,01
por
ano,
s
111
 
atina
terá
um
patrimBnlo
própd
oonsthuídopor:
a a,
contribuição
do
Governo;
b)
subsidios
e
contribuições
d
demais
Estados
Membrs
do
Centre
c
os
subsidios
e
cortribuii'es
ic
organismos
internaconais,espe.ial
mente
os
da
Organização,
e
dos
de
mais
Membros
ou
Membras
oia
dos
da
Organzaçã,,o;
d)
as
reeumos
oariunids
da
servi
ços
prestados;
e)
as
doações
ou
contribat~
voluntárias
de
pes=oas
ou
entAade
pblcas
ou privadas.
A
C
~tbtmao
do
GoeraZ
.A~go
19.
O
Governo
compr'ome
te-se
a
etrg
ao
Centro.
Regiona
psa
o
Fometo
do
Iavro
na
Am.ricaLatina,
de
l9 a
97
inclusive,
un
somaequlvalente
ao
estatbeecco
ar
texto
da
solicitaão
apresentada
al
Programadas
Nações
UIJnidas
para
'Desenvolvimento,
setor
unado
Espo
cial,
em
1969".
CAPiTULO
VI'
A'
ConltrblPão
dea
O,-tnni-zao
Artigo
20.
Deacordo
com
suW
politia
a
krngo
pra.z
oom
re2aç<
ao
3ivro,
a
Organizaço:
a)
assessorará
o
Centro
sobre
problemas
de
£omento,
de
produção'e
£rI
distrfibuiço
do
livro
na
4a=iem
Latina;-
b)
participar
mnaqueas
a.s2irksd
do
Cent-o
que
esteesm
de
atcodo
coam
as
ativZdads
esteSidas3d
pela
-o
ferêndia
Gea,;.
c)
paeidpará
os
o
emb
de
pleno
direito
nos
diferentes
órgião.
e
atividades
do
Centro;
d)
a
Organização
oferece-se
pare
atuar
como
ag~ncia
deexecu4o
e2
programasfinanclados
peloPNUD
ou
outras
entidades
hintnemzouis
sela-
danllas
com
o
Centro;
e)
outorgari
toda
cotrLu~
Que,
no
futuro,
a
Conferencia
Geral
decida
fazer
ao
Centro.
CiPTULO
vil
A
Estm~wa
do
cawo
Ttigo
21.
O
Conselho
do
Centro
es-
tar
carposto pel
seas
Mern-
3
um
representPe
Cdo
Govenw;
b)
dois
representantes
dcsignados
a
Junta
-Diretiva
colomblana
con-
siderada
no
Decreto
2.29D
dde
£1
;
c)
um
representante.de
cada
um
dos
demais
Estados
Membros
eletivas
e
dos
Estados
Membros associados
qne
tenham
aprovado o
presente
Acordo;
d)
umrn
restan'e
do
Diretor
Ge-
I
da
írOzsaz
Artigo
2.
o
Cnselhoret~r-
ordinariamente
pelo
menos
cada dois
anos
e
extraordinariamente
quando
for
ornvocado
pelo
seu
pridente
par
iniciativa própria,
a
pedido
do
omi-
t6
Executivo
ou
a
pedido
da
naiari
absoluta
dos membros
do
Conselho.
Artigo
23.
Constitui
U0M1~nz
ara
as
deliberações
do
conelio
a ir*ia
dos
menbros
que
a
integram.
Artigo
24.O
Conselho
elegerá
seq
lr6pro
xre~ltdbe
~a
ois
anus
pe-
la
maioriadas duasterceiras
partes.
Artigo
25.
As
funçõesdoConselho
ser~o
as
seguintes:
a)
formulara
política
do
Centro
e:
os
planos
e
programas
de
desenvolvi-
mento;
b)
aporx
a
worçamentDo
bienal
do
e)
aprovar
af
criaçigode
comiíts au-
sessores
-do
Centro,
pennanee
ou
teomrtos,
pao
nmelhor
cumpl-!
giento
'de
~seus eobetivos
r
suas
fuMnees
e
ocs;
1
di)
estudaro
,lairio
ue
e
aaresentasr
o
D1relor
,sobre
os
trba-
hos
SEetuados
m
periodo
Uienal;
'
e)
ar
-ao
!pi3ietar
todas
as /lLqto
ies
que
~oniaere
meweas~
IL
é.
seu
2pdo
euameno;
Abril
de
1974
3771
uarta-feira
3
DIARIO
OFICIAL
($ego
1
.-
Parte
1)
--..- --- ----- --
io'
g)
considerar
as
ca!iidaturas
r
Estaidos
bMembros
que
iesejem
part
par-
ras
atividades
do
tC.entro
corn
,s
membros
associados;
;
h
ditar
o
regulament
fiancel
ss
do
Centro,
organizar
o controle
fina
1-
ceiro
e
designar oauditor
do
Ore
tro;
i)
colaborar
com
os
o'iruho.
gl
do
Centro
quando estes
o
solicitenr
1)
designar
os
representantes
dc
Estados
Membas
que
igarão
1s
Comitê Executivo.
s
Artigo
26.
As
decisós
do
Coonsel
serãotomadaspormaioria
de
toto
salvo
no
caso
conslderado
no
artig
24,
e
as
atas
de
suas
reun
5-se
assinadas
pel
Presidente
do
Oonse
-
Iho
e
pelo
DiretordoCentro.
d
Art
27.
O
Conselo
do
Ce.
t
r
a
dentro
de
um prazo
prudente
minim
de
doisanos
a
partir.da
v-igncia
d
D
presente
ordo,
cmocSar
a
prmI;e
ra
reifão
do
Comité
-
execativo.O
Artigo
28.
Durante
esse
periodo
d
n
is
anos
o
Conselho
atuará
oor
Comtê
Executivo do
Cenaro
atéque.
participaão
deoutrosEstado;
per
mita
a
constituição
do
refirido
Cnmi
teExecutivo.Artigo
29.
O
COrmit
E\-ctli\v
d.
Centro
estar-
composto
peiAs
seg-inrtes
pessoas:
-
)
nam
e
,eeane
~
:io
Ga
:,,o:
b)
um
representantk
dee.-.a.
Ipe
:a
jtnta
Diretiva
aoommbi3ka
a
qni
se
refere
o
Dect
2,290
de
1970;
e)
uma
repsen.tante
d
D:'-.Zr
Gie
isa
da
Orgaasa;ção;
di
Até
(5
seis
Ie:-rx:o.s
Esta4Es
Menbr-
aoss
y,:
Conseo
cada
dis
aOus.
Artigo
30. O
Conselhc
con-
s
dar
a
.tiip5
r
o
o2it0
E
-:ulti-
vo
uma
or~ganaão
internac:onl
qut
btenha
prestdo
uma =po:.%:.
conZ
tribuiç!o
ao
Centro,
m,
:--.
1i-rci-.U
a
voto.
kArtigo
S1.
O3
Oa1mit-
io;
Jti
reu-
n
-se-á
ordlinariment'
pilo
mneno
duas
vezes
abano
e
extraordinaria-
mente
quado
f1or
co-oado
--
o
Di-
setor
do
Centro.
Artfgo
32.
COnstiUir
%cto,
m
para
.a
fi-delba-e
s
d
Oinmit
Executive
a
maioria
dosmembros
que
o
com-
põem.
Artigo
33.
As
decisões
ao
Com1it
eo
tii>
adtar-se-ao
por
maioria
de
os e
ss
atas
de
sUa
zeais
;~sero
assnadaS
por
seu Presidente,
*designado
de acordo
com
o
regula-
nto
.do
Comitê
e
pelo
Diretor
do
~
3rgo
O
Diretor
do
Centro
po-
derá
ssstr
ass~es
do
ComitC
zeze&taüo
=as
sem
ffir~
a
voto.
Artigo
35.
As
fanits
do
Cxmité
Executivoe
~
determinadRs
peirCons~lho
oiderando
as
se~-,intes
cormo
ptin
a~s:
)
dirigir
e
controlar
o
funciona-
mento
g3ral
doCentro
para
verificar
suas
cntormidade
cornm
a
oliticaado-
tada
pelo
Conselho;
b)
tomar
as
deoi
s
es
esrlas
pa-
za
o
bom
tnniícornameo
do
Centro;
c3
Xtilizar
os
lxpoder
delegados,
se
g)
espedi seu
lpfprio
:ermlamen-
to;
e)
fixaras
tsaas
etarZias
dos
ser-
viços
que
o
Centro
ditlbui
a
outras
.entilades
e
aprova
,os
Regulamentos
qaaue
os
gem
-
Artigo
36.
O Diveir
do
Centroseri
nomeado
pelo
presidente
do
Conselho
com
a
apro~
do
Dretr
ZeraS
da
Organizacço
e
com
,
do
Governoda
Crinbla
por
un
perodode
dols
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g&pr~gêveis.
Arigo
FL
O
Dir
do
Ceniro
teráa,
a
es
es
a)
~er
o
ep;esentan3e
ltgl
do'
Centro;
bj
idh1r
oas,
nordenar
e
oxrrntar
ss
e
2id
es e eusdo
Centro:;
a
exuao
-das
s1anotue
ad-
minstra~va
e
Ucncas.
a
~
o
4t-o
0os
ao
ro
e-
a-
:o,
o
Lo
[O
i-
,
le
Lo
a
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1
A
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u _s
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A
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De
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w
ç
\rI
.8
}
......
-
deseus
trabahos
e
o
cumprimento
de
pas~çes
do
preente
Acordo
qle
dese-
seus
objetivos;
Jem
manter
em
VigêZcia,
com
e.reção
c)
velar
pela
correta
p~iac
dos dasque obrigam
a
Orgsctia
o,
e
to-
fundos
e
a
deida
ecnservaçâo
e
uti-
marãio
as
medidas
adironais
que
Se-
izodos
bens
do
Centro;
Jlam
nreessra
para
que
o
Centro
d3
elaborar
e
apresentar ao
.omit]
ossa
continuar
adequadamente
ruas
Executivo.
os
proje3s
de
programas atividades.Em
caso
üae
dkLãoluço
o
especificos