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DicionÁrio de HistÓria Geral

DicionÁrio de HistÓria Geral

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DICIONÁRIO DE HISTÓRIA GERAL(Profº Ricardo Arruda):Antiguidade Oriental(Egito, Mesopotâmia, Fenícia, Hebreus, Pérsia)
:
1.
Modo de Produção Asiático/servidão coletiva
a produção econômica dessascivilizações é predominantemente agrária, a sociedade é estamental, predomina ateocracia enquanto forma de dominação política e a religião é politeísta. Nãopodemos entender essas várias realidades como partes desligadas umas das outras.Muito ao contrário, em razão de um Estado forte, despótico, senhor de todas asterras e centralizado, toda a comunidade era levada a obedecer a esses grandesdeuses que a governava. Os trabalhadores (ex:felás no Egito) acreditavam que osdeuses controlavam inclusive os destinos da própria natureza. Esse sistematambém era chamado servidão coletiva(Ex. Egito, Mesopotâmia).
2.
Nomos
províncias que formavam o Egito Antigo e seus governantes eram osnomarcas.
3.
Cuneiforme
Escrita talhada com estilete na argila molhada e que tinha forma decunha na Mesopotâmia.
4.
Felás
servos egípcios que trabalhavam para os faraós na agricultura e naconstrução de obras públicas como as pirâmides. Trabalhador básico do Egito.
5.
Escriba
Os escribas eram uma ordem ou estamento muito importante no EgitoAntigo. Somente eles tinham oportunidade de seguir carreira no serviço público oucomo administrador de uma grande propriedade, pois a escrita fazia parte daprofissão especializada. Além disso, devia ter amplos conhecimentos dematemática, contabilidade, processos administrativos gerais e até mesmo demecânica, agrimensura e desenho arquitetônico, o que o isentava de qualquerespécie de trabalho servil(pois sua origem podia ser humilde) e facilitava-lhe galgaruma série de estágios conhecidos para chegar aos cargos mais elevados do país.
6.
Osíris, Lenda de
deus da vegetação e dos mortos, Osíris foi assassinado eesquartejado por Set (o vento quente do deserto), que era seu irmão, e ressuscitoucom a ajuda da deusa-irmã-esposa Ísis, que reuniu seus pedaços e embalsamou-os. Esta explicação da morte e renascimento de Osíris, está de acordo com acaracterística da vida egípcia, que dependia do ciclo de cheias e vazantes do Nilo,num eterno morrer e renascer da agricultura do país. Outro aspecto dessa lenda éque ela mostra que os faraós possuem origem em Osíris e seu filho o deus Hórus eque por isso eles são governantes divinos, verdadeiros deuses vivos.
7.
Renascimento ou Restauração Saíta ou Império Saíta
Após o domínio assírio, umpríncipe chamado Psamético, restabeleceu a independência do Egito. Sua capitalera Saís, no delta. Seu governo assinalou o renascimento da civilização egípcia. Arestauração iniciada por Psamético I foi continuada por seu filho Necao, queintensificou as relações comerciais com a Ásia, tentou unir o Nilo ao Mar Vermelhopor meio de um canal e estimulou a navegação. O império Saíta não durou muitotempo. Em 525 a.C. os persas conquistaram o Egito. A conquista persa assinala ofim da história do Egito independente.
8.
Zigurates
Um zigurate étemplo, comum aossumérios,babilônioseassírios, pertinente à época do antigovaledaMesopotâmiae construído na forma de pirâmides truncada. O formato era o de vários andares construídos um sobre ooutro, com o diferencial de cada andar possuir área menor que a plataforma inferiorsobre a qual foi construído.
 
9.
Código de Hamurábi
Em 1763 aC o rei amorrita(um povo da Mesopotâmia)Hamurábi conquista toda a Suméria. Nesta mesma época, ele também escreve seucódigo de leis, contendo 282 regras, incluindo o princípio de "olho por olho, dentepor dente"(o princípio de talião) . Este é um dos primeiros códigos de lei da históriada humanidade e que tenta colocar um limite nas vinganças, estipulando umaproporção entre crime e penalidade.
10.
Húmus
lama fertilizante deixada pelas águas do rio Nilo após as enchentes,tornando possível a agricultura no Egito.
11.
Mastabas
As mastabas eram túmulos recobertos com lajes de pedra ou de tijolo.Tinham uma capela, a câmara do morto e outros compartimentos. Corresponde aum tipo de tumba muito utilizado nos primeiros tempos do Egito, tanto pelosfaraós, como pelos príncipes e nobres.
12.
Obelisco
Monumento feito de uma só pedra em forma de agulha para marcaralgum fato ou realização, Representa também um raio do Deus Sol.
13.
Cisma(Divisão) Hebraico
Após a morte de Salomão(935 aC.), as 10 tribos doNorte não se submeteram a Roboão, seu filho e sucessor. Separaram-se sob achefia de Jeroboão, formando o reino de Israel. As duas tribos do Sul, fiéis, aRoboão, formando o reino de Judá.
14.
Patriarcas
entre os hebreus, eram líderes morais e religiosos, guias, queorientavam as tribos durante sua fase nômade(ex.Abraão) ou durante grandesmigrações(ex.Moisés). Seus poderes eram muito limitados(ex. não podiam legislar)e se baseavam na crença religiosa de que haviam recebido alguma missão deYavé(Jeová, Deus).
15.
Êxodo
Na história dos hebreus, corresponde à saída dos hebreus do Cativeiro noEgito, conduzidos por Moisés à Terra Prometida.
16.
Sátrapas
governadores das províncias(satrapias) no Império Persa. Eram vigiadospor emissários do imperador chamados “olhos e ouvidos do rei”.
17.
Zoroastrismo
religião oriental iniciada no século VI por Zoroastro ou Zaratustraexposta no livro Zend-Avesta, cujas idéias eram: luta constante entre o deus domal(Arimã) e do bem(Ormuz); julgamento da raça humana no dia do juízo final;livre-arbítrio das pessoas para escolher o bem ou o mal.
18.
Cativeiro da Babilônia
Em 586 Jerusalém cai ante as forças de Nabucodonosor II,rei da Babilônia. Muitos hebreus(principalmente os mais cultos) são levados emcativeiro para a Babilônia. Esta era uma tática de dominação muito praticada pelosbabilônios.
19.
Diáspora(Dispersão) hebraica
Diante das muitas revoltas da população hebraicaao domínio romano no ano 70 d.C. estes destruíram novamente Jerusalém e oTemplo – do qual só resta uma parede, o Muro das Lamentações. Sob o ImperadorRomano Adriano, por volta de 132 d.C, completou-se a diáspora: os judeus foramexpulsos da região(Canaã ou Terra Prometida), que recebeu dos romanos o nomede Palestina e proibidos de retornar àquela região.
Antiguidade Clássica Grécia
:
1.
Primeira diáspora grega
A civilização micênica expandia-se em direção à Ásia,quando chegaram os Dórios, último grupo de povos arianos a penetrar na Grécia. Maisaguerridos, nômades ainda, conhecedores de armas de ferro, os dórios arrasaram ascidades gregas, resultando numa fuga da população para o interior ou para o exterior,onde fundaram inúmeras colônias de povoamento nas costas da Ásia Menor e em
 
outros lugares do Mediterrâneo. Assim, com a invasão dória, os povos que entãoviviam no território grego iniciaram um processo de êxodo da região, conhecido comoPrimeira Diáspora Grega.
2.
Genos(1150-800 aC.)
dentro do período homérico, eram comunidades formadas porgrandes famílias que acreditavam descender de um mesmo antepassado de caráterdivino. As relações econômicas e sociais eram baseadas na cooperação, pois terra,rebanho e colheita pertenciam ao genos(comunidade gentílica)
3.
Segunda diáspora grega
Na metade do século VIII a.C., os gregos iniciaram umaexpansão que se prolongaria por dois séculos, chamada de segunda diáspora grega.Os fenômenos sociais que transformaram o regime antes do final do século VIII a.C.agiriam com intensidade nos séculos seguintes. A desintegração do genos foi decisivapara a expansão grega, pois os filhos mais novos ou desfavorecidos deixavam a pátriae iam buscar uma vida mais lucrativa. Do mesmo modo, os marginalizados do poderpolítico da polis foram lutar por maior participação em outras polis fora da Grécia.
4.
Ágora
 
Praça pública (da Grécia antiga), onde fervilhava a vida social da cidadegrega: nela se situava o mercado que depois passou a ser o centro político, cívico ereligioso da cidade. Ficou célebre a ágora de Atenas.
5.
Eupátrida
os bem nascidos, a aristocracia latifundiária ateniense.
6.
Esparciatas
mesma coisa que espartanos, cidadãos e descendentes dos dóriosinvasores. Não podiam exercer o comércio nem a agricultura e estavam voltados paraas atividades militares e políticas.
7.
Periecos
A segunda camada social em Esparta, os periecos (os da periferia),composta por populações livres, porém sem direitos políticos, embora lhes coubesseadministrar as comunidades, fora da cidade. Em geral são considerados prováveisdescendentes dos aqueus que se haviam submetido, sem oporem grande resistênciaaos conquistadores dórios. Eram camponeses, comerciantes e artesãos, podendopossuir terras e bens móveis; gozavam de certa autonomia vigiada. Eram obrigados apagar tributos e o casamento entre espartanos e periecos era proibido. Serviam noexército em unidades à parte, pois o serviço militar lhes era obrigatório.
8.
Hilotas
A última classe de Esparta, eram servos do Estado. Os hilotas eramdescendentes da população nativa dominada: cultivavam o Kleros(lotes) e realizavamtodo tipo de trabalho, sustentando os esparciatas e suas famílias. Diferentemente dosescravos de Atenas, os hilotas não eram estrangeiros comprados no mercado.Rebelavam-se constantemente, o que levou Esparta a investir cada vez mais notreinamento militar dos esparciatas.
9.
Magna Grécia
conjunto de colônias gregas fundadas no sul da península italiana apósa segunda diáspora(século VIII ac.), por exemplo, as cidades de Nápoles, Siracusa eTarento.
10.
Arcontado
Atenas conservou a monarquia por muito tempo, até que foi substituídapelo sistema do arcontado no século VIII aC. O arcontado era composto por novearcontes(magistrados) cujos mandados eram anuais e eram os mais influentes emAtenas entre os séculos VIII e VI a.C. Eram todos aristocratas escolhidos por meio deum sorteio e suas funções eram sobretudo administrativas, religiosas e judiciais. Amaioria dos historiadores chama esse período de “aristocrático” ou “oligárquico”, poisexistia também num conselho de nobres(eupátridas) – o Areópago – que escolhia osMagistrados, denominados Arcontes. Porém no decorrer desse mesmo período foramperdendo poderes graças às reformas de Sólon, Psístrato e Clístenes.

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