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Camareira me viu pelado

Camareira me viu pelado

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Published by: Venerador de Mulheres on Oct 07, 2011
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11/02/2013

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 Da recepção chegou à ligação solicitando autorização para a governança arrumar o meuquarto; autorização concedida; tratei de entrar no banho enquanto a colaboradora do flatfazia seu trabalho habitual. Fiquei quase uma hora na banheira curtindo um pouco ahidromassagem solitária enquanto ouvia de longe o barulho da arrumação.Eu estava cansado e quase dormi na banheira. Todas as moças que trabalham no flat sabemque podem arrumar enquanto estou no sanitário. Há cerca de 4 anos que eu fico neste mesmoflat e já possuímos certo grau de intimidade a ponto delas até brincarem com meu corpocabeludo que raramente está de camisa quando estou recluso.Já não mais ouvindo qualquer barulho dentro do apartamento, resolvi sair da banheira.Enxuguei o corpo e notei que estava de pau duro. Excitação natural sem muita pretensão desexo; afinal de contas nem havia motivo para tal, mas nosso corpo é assim mesmo!Quando já estava pertinho da cama, me preparando para buscar no armário uma roupa aporta que divide o dormitório da saleta se abriu e ela entrou. Era uma das colaboradoras dagovernança que precisou repor um travesseiro. Ela me viu de frente e sem ter dado tempopara desviar o olhar o fixou em meu pau duro. A governanta balzaquiana de muito boaaparência elevou uma das mãos na boca e fez cara de exclamação arregalando os olhos e
soltando da boca um “ohhhhh!”
.Sem muito acreditar na cena e completamente embaraçada com o quadro vivenciado, elatratou de se desculpar, mas acreditem, não conseguiu sair do quarto. Eu também não conseguide imediato cobrir o pau duro; muito menos assustei. Foi uma coisa engraçada e ao mesmo
 
tempo séria, pois era um hóspede pelado na frente de uma governanta de um hotel deconceito.Ela retirou-se do quarto e eu fui me vestir. Quando desci na recepção ela estava lá e com um jeito de muita seriedade me pediu desculpas mais uma vez com discrição. Falei-a que aquilopoderia ocorrer com qualquer pessoa e que ela não se preocupasse, pois eu não tenhoqualquer problema com a nudez...O tempo passou e como sempre, nos finais de semana algumas funcionárias da recepção eadministração se reuniam para um happy hour. Naquela sexta feira uma delas me convidou eeu aceitei. Marcamos num barzinho do centro da cidade onde a juventude costumava sereunir para comer boa comida e beber chope bem gelado. Quando eu cheguei já estavamsentadas algumas delas. Depois foram chegando outras e mais dois hóspedes que são qusemoradores que nem eu. De repente ela chegou, a governanta que me viu pelado e de pauduro!Lourdes é o nome dela! Morena mulata de uns 40 anos e quando está de uniforme é umadaquelas mulheres que ninguém dá nada; mas quando se arruma e sai para a caça, nem odiabo consegue segurar. Lourdes sentou-se e me cumprimentou normalmente; as outrasgarotas riram um pouco dela, pois vestia um top de lycra que moldava bem os seios médios epontudos, deixando-os realçando os biquinhos como se estivesse com frio.Falamos muita bobagem e bebemos muito naquela noite. Algumas delas saíram e os outrosdois hóspedes também. Ficamos na mesa apenas eu, Lourdes e outras 4 garotas quetrabalham na recepção. Uma delas é Arlete (todos nomes fictícios), uma loirinha safada queadora seduzir e deixar muitos hóspedes babando. Arlete estava alta por causa da bebida e deforma implícita fez alguns comentários de cenas engraçadas entre hóspedes e funcionários doflat. Elas começaram a lembrar de fatos que passaram para a história do hotel e riram muitode cada uma delas.Sem que esperasse esta reação de mim eu falei do que aconteceu comigo e Lourdes. Asgarotas riram muito e disseram que já sabiam de tudo. Foi inevitável que Lourdes nãocomentasse, até mesmo por que era um fato que poderia levá-la a demissão, caso eureclamasse. Lourdes ficou com forte rubor de face, mas logo caiu na gandaia e aproveitamos anoite para rir até chorar daquele até outros fatos.
 
Muito tempo passou até que mais uma vez eu havia acordado mais tarde e deixado o quatrodesarrumado; eu também havia chegado do meu trabalho mais cedo e ele ainda não estavaarrumado. Quando eu me preparava para tomar banho bate na porta a Lourdes. Eu estava semcamisa e apenas de short e a informei que tomaria um banho rápido para sair. Ela riu e medisse que aquela cena não voltaria a ocorrer. Eu autorizei-a a arrumar e fui para o meu banho;agora pensando nas cenas daquele dia em que Lourdes me apanhou de pau duro dentro doquarto. Quando eu saí do banho ela estava terminando e me disse que não demoraria muitopara desocupar o apartamento.Enquanto ela arrumava a bagunça íamos falando sobre coisas da vida e sem pretenderqualquer outra reação, senão apenas curiosidade; perguntei-lhe sobre a sensação daquele dia.Lourdes me disse que já havia flagrado sem querer outros hóspedes, mas nunca naqueleestado e pronunciou:
com o pinto durão quase em sua frente
. Quando ela disse isso saiu umsorriso maroto. Ela também disse que além de ter ficado envergonhada sentiu-se culpada.Eu já estava vestido e fui até ela e disse-lhe que não se sentisse assim, pois a culpa foi minhaem não me precaver sobre a presença de alguém no quarto. Em seguida dei-lhe um abraço efalei que não podia encostar-se há ela muito próximo. Ela rindo me perguntou por que; eu lhedisse que no estado em que eu estava poderia atiçar e subir novamente. Para minha surpresaela disse: - Duvido!Para toda ação há uma reação; a minha foi de mostrá-la que meu pau já estava duronovamente. Ela arregalou os olhos, me chamou de louco e pôs a mão encima de meu paualisando-o como se estivesse incrédula. Eu saí um pouco e puxei-a para a cama e ela veio sempestanejar. Tirou meu short e viu de pertinho aquilo que a havia deixado com sentimento deculpa. Sem pestanejar novamente, abocanhou a vara dura e quase o engoliu por inteiro.Depois ela disse: - Hummm! Cheiroso e Gostoso! E continuou chupando como se fosse aprimeira vez que o fizesse e com a maestria que somente uma balzaquiana experimentadasabe fazer...Nossa seção de chupa daqui, pega dali e alisa de lá não podia durar muito, porque ela estavano trabalho, mas foi tempo suficiente para ela me fazer gozar em sua boca e esfregar todomeu esperma em sua buceta lisinha. Lourdes me disse que levaria um pouco do meu cheiropara casa e lá terminaria de gozar. Ela se recompôs e saiu do quarto me deixando apto a bateruma punheta em sua homenagem.

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