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Comer cru

Comer cru

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Curso Prático e Teórico
de
 ALIMENTAÇÀO VIVA 
 
Marina Hetenyi Francini
 
terapeuta holística
 
“A Alimentação Viva é um dos segredos 
 
de juventude e vitalidade 
 
mais preciosos para se conhecer 
 
no novo milênio.” 
 
A Alimentação Viva se baseia no respeito à ENERGIA DE VIDA da qualsomos feitos. Não é uma dieta, mas é um estilo de vida que reconhece,como fundamento da existência, a energia
ou consciência vital. Emoutras palavras, reconhece que tudo no Universo está vivo e tempropósito. Considera que nosso corpo, composto por células vivas, precisade alimentos vivos para manter a saúde, o bem estar e a alegria que sãosuas condições naturais.
 Quando se fala de Alimentação estamos entrando num tema muitoextenso e que não está limitado exclusivamente àquilo que geralmentechamamos de comida. A cada momento do nosso dia a dia estamosfazendo escolhas de coisas que necessitarão de digestão, assimilação;podemos nutrir-nos ou envenenar-nos, poluir-nos. Tomamos a maiorparte de tais decisões de forma automática – quase inconsciente. Muitas
 
 
vezes, não temos nunca tomado o tempo suficiente para refletir e saber
em base a que estamos escolhendo nem quais as conseqüências.
 Há alimentos para o corpo físico, e outros para nossa mente, nossossentidos e nosso espírito, ou seja: respiração, pensamentos, palavras,emoções, relacionamentos, leituras, músicas, cores, etc. Algo quesabemos é que precisamos alimentar-nos para nos mantermos vivos.
Trata
-se de um bom ponto de partida, porque nos indica umaresponsabilidade individual precisa nesse sentido. Se observarmos quesomos seres vivos, não é difícil entender que precisamos de alimentos
vivos para manter a saúde, o bem estar e a alegria.
Outro aspecto que é importante lembrar quando pensamos emAlimentação é que temos um campo energético eletromagnético deconsciência que sustenta o nosso ser físico que precisa ser recarregado e
nutrido. As qualidades vibratórias dos alimentos que escolhemos têm uma
influencia neste campo sutil, ao mesmo tempo em que atuam no corpomais denso. Por isso, a importância de privilegiar os produtos que
mantêm intactas suas características energéticas vitais.
 A maior parte dos nossos hábitos de vida traz para nós uma realidadeinterior acida em lugar de alcalina e isto dificulta tremendamente a no
ssa
capacidade de atuar em níveis sutis, nos relegando à realidade físicacomo único reino de manifestação. Aquilo que precisamos recuperar é justamente esta condição alcalina para que o nosso veiculo físico possafuncionar como uma bateria e ao mesmo tempo uma antena einstrumento radio. Assim como uma pilha acida não condensa a energiasuficiente para fazer funcionar aparatos, um ser humano não alcalinotambém não consegue cumprir, nem sequer lembrar, a função pela qual
veio ao mundo.
Uma Alimentação para a Vida dá prioridade a alimentos frescos, semcozimento, preferivelmente de origem orgânica (livres de pesticidas efertilizantes químicos) e aproveita a contribuição especial dos brotos,reconhecendo neles uma maneira simples, prática e econômica de rec
eber
a mais concentrada forma de energia de vida comestível.
 Os alimentos vivos, e entre eles principalmente os brotos, nutrem com
sua energia de alta freqüência vibratória, além das células que constituem
o nosso corpo físico, os campos energéticos sutis que sustentam a vidafísica. Quando nos alimentamos da forma que a Natureza desenhou paranós, liberamos uma quantidade enorme de energia, normalmenteutilizada para re-equilibrar os resultados dos nossos hábitos errôneos.Quando os nossos campos energéticos sutis estão livres desta tarefa,acontecem dentro de nós sinapses, antes inimagináveis e podemos
habitar conscientemente o nosso ser multidimensional.
O alimento cru contém as enzimas
necessárias para ser d
igerido
 
O Dr. Edward Howell, que dedicou
su
a vida ao estudo das enzimas,conclui
u
que estas
conduzem
a energia vital. Todos os organismos
 
 
possuem uma variedade quase infinita de enzimas que atuam comocatalisadores das mais diversas funções. No corpo humano foramencontradas milhares delas, entre ela
s doze
implicadas na digestão
.
Segundo o exemplo dado pelo Dr. Howell em seu livro
Enzyme Nutrition 
,
o ser humano recebe
,
ao nascer, uma doação grande, embora limitada,de enzimas
ou energia vital
como se fosse uma soma de dinheirodepositada no banco. Se, durante a vida, retiramos
energia vital des
s
aconta, sem ter o cuidado de fazer depósitos, vai chegar o momento emque a
conta
se esgotará.
 
Se comemos, por exemplo, uma maçã crua, aproveitamos as enzimasativas que promovem a sua fácil digestão. Trata
-
se das mesmas enzimasque provocam a putrefação d
a
frut
a (
quando não é utilizad
a)
. Quando
is
s
o acontece com um
a
frut
a
caíd
a
da árvore sobre o solo, nutrientesorgânicos são devolvidos
à Mãe Terra, completando o ciclo vital da
frut
a
.Em condições favorávei
s, é possível
que
a
s sementes brot
e
m, dando lugarao
crescimento
de uma nova planta.
 A
situação
é
diferente se comermos o alimento cozido.
A
o serem expostosa uma temperatura superior a 50º C ou a certo tipo de radiação
as
enzimas se tornaram inativas. Nes
s
e caso nosso corpo precisa
 
fornecer asenzimas digestivas necessárias, valendo
-
se da reserva de energia vital.Quando a comida
é constituída
principalmente por
alimentos
cozidos e
/
ou processados industrialmente, investimos a maior parte de nossareserva de energia.O prejuízo, ao cozinhar os alimentos, não se limita à perda total dasenzimas, perdem
-
se também muitas vitaminas
às vezes totalmentecomo no caso da vitamina B12
e ocorrem alterações
n
as gorduras
, n
osminerais e
n
asproteínas
,
que deixam
de ser metabolizad
o
s como antes,convertend
o-se, muitas vezes, em toxinas.O
caso do forno
de microondas
é ainda mais grave
,
porque
 
as intensasradiações destroem campo energético dos alimentos, desvitalizando
-
os e
modificando sua estrutura molecular que não é reconhecidageneticamente pelo nosso metabolismo
. Este
entra em estado de alerta
,
como na presença de agentes patogênicos
um
fenômeno chamado deleucocitose digestiva. Isso
acontece cada vez que
ingerimos algumalimento cozido ou processado (também balas, bolachas, salgadinhos,refrigerantes). O número de leucócitos (glóbulos brancos) no sangueaumenta e se normaliza somente uma hora e meia após cada refeição.Isto não acontece com os alimentos crus.
 
As gorduras, em estado natural
cru
contêm também elementosativos que permitem a sua metabolização. Ao cozinhar, perde
m-
se este
s
elemento
s
e
as
gorduras
assumem
 
uma forma que o organismo nãoconsegue metabolizar. Por esta razão
,
o abacate e as sementesoleaginosas não
torra
das
consumida
s
com moderação
não produzem
 
um acúmulo de gorduras saturadas prejudicial para a saúde,
como
ascarnes, óleos, manteiga, margarina e azeite cozidos.
 

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