resulte em melhoria funcional no seu uso ou em sua fabrica o.
��
art. 10. n o se considera inven o nem
modelo de utilidade:
�
��
i - descobertas, teorias cient ficas e
m todos matem ticos;
�
�
�
ii - concep es puramente abstratas;
��
iii - esquemas, planos, princ pios ou
m todos comerciais, cont beis,
�
�
�
financeiros, educativos, publicit rios, de sorteio e de fiscaliza o;
�
��
iv - as obras liter rias, arquitet nicas,
art sticas e cient ficas ou
�
�
�
�
qualquer cria o est tica;
��
�
v - programas de computador em si;
vi - apresenta o de informa es;
��
��
vii - regras de jogo;
viii - t cnicas e m todos operat rios ou
cir rgicos, bem como m todos
�
�
�
�
�
terap uticos ou de diagn stico, para aplica o no corpo
humano ou
�
�
��
animal; e
ix - o todo ou parte de seres vivos
naturais e materiais biol gicos
�
encontrados na natureza, ou ainda que dela isolados,
inclusive o
genoma ou germoplasma de qualquer ser vivo natural e os processos
biol gicos naturais.
�
art. 11. a inven o e o modelo de utilidade
s o considerados novos
��
�
quando n o compreendidos no estado da t cnica.
�
�
1 o estado da t cnica
constitu do
por tudo aquilo tornado
� �
�
�
�
acess vel ao p blico antes da data de dep sito do pedido de
patente,
�
�
�
por descri o escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no brasil
��
ou no exterior, ressalvado o disposto nos arts. 12, 16 e 17.
2 para fins de aferi o da novidade, o
conte do completo de pedido
� �
��
�
depositado no brasil, e ainda n o publicado, ser
considerado estado
�
�
da t cnica a partir da data de dep sito, ou da prioridade
�
�
reivindicada, desde que venha a ser publicado, mesmo que subseq enteme
�
nte.
3 o disposto no par grafo anterior
ser aplicado ao pedido
� �
�
�
internacional de patente depositado segundo tratado ou
conven o em
��
vigor no brasil, desde que haja processamento nacional.
art. 12. n o ser considerada como estado
da t cnica a divulga o de
�
�
�
��
inven o ou modelo de utilidade, quando ocorrida durante
os 12 (doze)
��
meses que precederem a data de dep sito ou a da prioridade do pedido de
�
patente, se promovida:
i - pelo inventor;
ii - pelo instituto nacional da propriedade
industrial - inpi, atrav s
�
de publica o oficial do pedido de patente depositado sem o
��
consentimento do inventor, baseado em informa es deste obtidas ou em
��
decorr ncia de atos por ele realizados; ou
�
Add a Comment