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Estudo Global Sobre Confiança do Consumidor

Estudo Global Sobre Confiança do Consumidor

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Published by Enrico Cardoso
Com as últimas descobertas do Estudo Global Nielsen sobre a Confiança do Consumidor, que considerou 52 mercados e mais de 26.000 consumidores on-line, a Nielsen procura descobrir como os consumidores estão se comportando e que medidas estão tomando para garantir um futuro financeiro seguro.
Com as últimas descobertas do Estudo Global Nielsen sobre a Confiança do Consumidor, que considerou 52 mercados e mais de 26.000 consumidores on-line, a Nielsen procura descobrir como os consumidores estão se comportando e que medidas estão tomando para garantir um futuro financeiro seguro.

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Published by: Enrico Cardoso on Oct 26, 2011
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 Um novo presidente nos Estados Unidos, o ambientecomplicado, superpoderes e crise. 2008 não estádeixando de lado nenhuma emoção: da alegria aoesgotamento, ninguém pode negar que este foi um anoque fez com que os consumidores estejam alertas eescutem.
Estudo Global Nielsen sobre a Confiança do Consumidor 2008
Com as últimas descobertas do Estudo Global Nielsensobre a Confiança do Consumidor, que considerou 52mercados e mais de 26.000 consumidores on-line, aNielsen procura descobrir como os consumidores estãose comportando e que medidas estão tomando paragarantir um futuro financeiro seguro.
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52 Mercados cobertos: Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, China, Colômbia, República Checa, Dinamarca, Egito,Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hong Kong, Hungria, Índia, Indonésia, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Coréia, Letônia, Lituânia,Malásia, México, Países Baixos, Nova Zelândia, Noruega, Paquistão, Filipinas, Polônia, Portugal, Rússia, Romênia, Cingapura, África doSul, Espanha, Suécia, Suíça, Taiwan, Tailândia, Turquia, Emirados Árabes, Reino Unido, Estados Unidos, Venezuela e Vietnã.
 
 
 
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Em que mundo os consumidores amanheceram quandoo sol surgiu no horizonte em primeiro de janeiro de2008? O cereal do café da manhã estava mais carodevido à crescente demanda dos mercados globais dematérias-primas (
commodity markets 
), e quandodescobriram que já não havia leite, o aumento nospreços dos combustíveis fez com que a ida ao mercadocustasse mais. Provavelmente ponderaram sobre quemganharia as próximas eleições dos EUA e pensaramque provavelmente poderiam procurar Pequim no mapa.No caminho ao mercado, se perguntaram se o climaincomum era causado pela alteração climática epensaram que provavelmente deveriam buscar formasde reduzir seu impacto ambiental. Entretanto, enquantocoçavam a cabeça perante os crescentes pagamentosde hipotecas, não podiam prever que o sistemafinanceiro estaria em plena confusão no mês desetembro.
Aumento nos preços dos alimentos
 As carteiras dos consumidores sofreram um duro golpeno primeiro trimestre de 2008, quando a crescentedemanda de matérias-primas e petróleo na China e emmenor escala na Índia pressionou os preços a subiremem nível mundial. A especulação sobre quão profunda ecomprida seria a espinha dorsal da inflação viu cairradicalmente a confiança do consumidor. Em maio de2008, o Índice Global Nielsen sobre a Confiança doConsumidor caiu para um recorde de 6 pontos, ficandoem 88 pontos, a queda individual mais íngreme dosúltimos 3 anos. A confiança caiu em 39 de 48 países
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, edos que caíram, 15 o fizeram com cifras de dois dígitos.Através das regiões, a incidência nos Estados Unidosda inflação e o fantasma da crise de empréstimos dealto risco (
subprime 
) provocaram a maior queda deconfiança, de até 17 pontos em alguns países. O Índicede Confiança Global Nielsen caiu seis pontos naEuropa, três pontos na região da Ásia do Pacífico eEMEA (Europa, Oriente Médio e África) e dois pontos naAmérica Latina.
Mas ainda não se acomodem…
Tão logo os mercados começaram a se estabilizar, osmercados de crédito foram bloqueados, deixando osconsumidores numa armadilha. Como resultado, oÍndice de Confiança Nielsen sofreu novamente umaqueda na segunda metade de 2008, caindo mais de trêspontos desde a histórica baixa de maio. Dos 52mercados considerados no estudo, 45 indicaram umacrescente insegurança.“Com a aflição financeira nos EUA infectando osmercados de forma global, os consumidores agora nãosomente fazem frente ao aumento dos preços dosalimentos, mas também potencialmente perderam valorem suas propriedades, ações e fundos de pensão. Isto,aliado à insegurança com relação à viabilidade de obtera mesma renda nos próximos 12 meses, faz com que osconsumidores se portem previsivelmente cautelosos”,disse David Parma, Presidente da
Consumer Research 
,da The Nielsen Company.O Índice de Confiança do Consumidor na AméricaLatina é um dos mais elevados em nível mundial.Apesar disso, o nível de confiança a respeito doprimeiro semestre baixou em todas as regiões. Oslatino-americanos foram os que demonstraram maiorconfiança, com um índice de 96,8 para o segundosemestre de 2008. Os consumidores dos MercadosEmergentes foram os segundos mais confiantes, com88,5, seguidos da região Ásia do Pacífico (85,1),América do Norte (82,9) e Europa (77,1).O índice caiu 4 pontos na mais recente medição dasegunda. Destaca-se o fato de que o Brasil se encontrano
Top 10 
de países nos quais cresceu em maiorproporção o Índice de Confiança do Consumidor emnível mundial.
Acabou a festa
 
A mudança mais dramática na confiança do consumidorocorreu em Taiwan (-23 pontos) e na Noruega (-20), osquais, no primeiro trimestre, declararam otimismo sobreo desempenho de seus respectivos mercados duranteos 12 meses seguintes.“Conforme se dissipou a emoção pelo sucesso de MaYing-Jeou na corrida presidencial em março de 2008,os consumidores taiwaneses ficaram mais sensíveis aopotencial impacto que a crise financeira teria sobre omercado local. Apesar de se esperar que a inflaçãocontinue diminuindo no período seguinte e que ocrescimento do PIB seja bastante estável, se nãoespetacular, os consumidores taiwaneses claramenteainda sentem insegurança sobre o futuro”, disseParma.A maioria (94%) dos consumidores de Taiwan pensaque as perspectivas trabalhistas durante os próximos12 meses não são tão boas ou são completamenteruins. Oito em cada dez sentem insegurança sobresua posição financeira, e, portanto, os próximos 12meses não são um bom momento para a aquisição debens.
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rs mercaos oma, enezuea e srae oram aconaosemar e 2008; não tennca strca sponve e estuo anteror.

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