Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more ➡
Download
Standard view
Full view
of .
Add note
Save to My Library
Sync to mobile
Look up keyword
Like this
62Activity
×
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
Rogers - o Jeito de Ser

Rogers - o Jeito de Ser

Ratings:

5.0

(1)
|Views: 16,295|Likes:
Published by api-3715987

More info:

Published by: api-3715987 on Oct 17, 2008
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, DOC, TXT or read online from Scribd
See More
See less

03/18/2014

pdf

text

original

 
Carl R.Rogers
Um Jeito de Ser 
Original em inglês:
 A Way of Being 
First published by Houghton Mifflin Company,Boston, Massachusetts, USA © 1980 by Houghton
Mifflin
Company.
Ali rights
reserved.
Tradução :
Maria Cristina Machado Kupfer, Heloísa Lebrão, Yone Souza Patto
Revisão da
tradução:
Maria Helena Souza Patto
Capa:
Luis Díaz
4ª reimpressão
ISBN 85-12-60250-3
é
E.P.U.
-
Editora Pedagógica e Universitária Lida.. São Paulo. 1987. Todos
(15
direitos reservados. A reprodução desta obra,no todo ou em parte, por qualquer meio, sem autorização expressa e por escrito da Editora, sujeitará o infrator, nos termosda lei n° 6.895. de 17-12-1980. à penalidade prevista nos artigos 184 e 186 do Código Penal, a saber: reclusão de um aquatro anos.E. P. U.
Rua Joaquim Floriano. 72
andar 
conjunto 65 68 (Edifício
São
Paulo 1-Iead Offices) CEP 1)4534-1)18)
-
Te!.(01!) 829-6077
-
Fax. (011)
820-58(13 CP 7509-
CEP 01064-970
São Paulo
-
SP
Impresso no Brasil Printed
in
Brazil
 
Introdução
Às vezes fico atônito com as mudanças que ocorreram em minha vida e em meutrabalho. Este livro abrange as mudanças ocorridas na década passada — maisou menos nos anos setenta. Reúne vários artigos que escrevi nos últimos anos.Algumas dessas idéias foram publicadas em várias revistas, outras nunca o foram.Antes de começar a apresentá-las, gostaria de fazer uma retrospectiva de algunsmarcos dessa mudança.Em 1941 escrevi um livro sobre aconselhamento e psicoterapia, publicado no anoseguinte. Ele estava impregnado da consciência de que eu estava pensando etrabalhando com pessoas de um modo totalmente diferente do de outrosconselheiros. O livro referia-se integralmente ao intercâmbio verbal entre umapessoa que ajuda e uma pessoa em busca de ajuda; não continha qualquer indíciode maiores implicações.Uma década depois, em 1951, esse ponto de vista foi apresentado de modo maiscompleto e seguro em um volume sobre terapia centrada no cliente. Neste livro,reconheci que os princípios da terapia podiam ser aplicados a outros campos. Emcatulos escritos por outros autores, ou baseados, em grande parte, naexperiência de outras pessoas, discutia-se a terapia de grupo, a liderança, aadministração de grupos e o ensino centrado no aluno. O campo de aplicação seampliava.Mal posso acreditar na lentidão com que percebi as ramificações do trabalho queeu e meus colegas estávamos fazendo. Em 1961 escrevi um livro que intitulei
 APsicoterapia vista por um Terapeuta,
indicando que a ênfase de todos os artigosestava no trabalho individual, embora, na realidade, vários capítulos tratassem dasáreas de aplicação em crescente expansão. Felizmente, o editor não gostou dotítulo, e inspirando-se em um dos capítulos, sugeriu que eu o intitulasse
Tornar-sePessoa.
Aceitei a sugestão. Pensei que estivesse escrevendo parapsicoterapeutas, mas para minha grande surpresa, descobri que estava
 
escrevendo para
 pessoas
— enfermeiras, donas-de-casa, pessoas do mundo dosnegócios, padres, pastores, professores, jovens — todo tipo de pessoas. O livro,em inglês e em suas várias traduções, já foi lido por milhões de pessoas em todoo mundo. Seu impacto forçou-me a abandonar minha visão estreita, segundo aqual o que tinha a dizer interessava somente a terapeutas. A repercussão desselivro ampliou tanto minha vida como meu pensamento. Acredito que, desde então,está presente em minha obra a compreensão de que aquilo que vale numarelação entre terapeuta e cliente vale também para um casamento, uma família,uma escola, uma administração, uma relação entre culturas ou países.Bem, agora eu gostaria de voltar a este livro e seu conteúdo. Reuni, de início,cinco artigos muito pessoais. Falam de minhas experiências interpessoais, meussentimentos à medida que envelheço, as origens da minha filosofia, minhasperspectivas profissionais, uma concepção pessoal sobre a “realidade”.Basicamente foram escritos não só por mim, mas para mim. Não sei se serãosignificativos para você e sua experiência pessoal.Nesta primeira parte e no decorrer de todo o livro, os artigos podem, até certoponto, estar marcados pelo uso que faço dos pronomes ele-ela e seu-sua. Graçasà minha filha e a outras amigas feministas, tornei-me cada vez mais sensível àdesigualdade lingüística entre os sexos. Creio que sempre
tratei 
as mulherescomo iguais, mas mais recentemente adquiri uma consciência tida dadiscriminação contida no uso de pronomes unicamente masculinos em afirmaçõesde significado geral. Preferi deixar meus artigos como estavam, em vez de adaptar a linguagem aos meus padrões atuais, pois isto poderia parecer de certo mododesonesto. O que eu disse esdito. Alguns desses artigos eso tambémmarcados por referências à nossa guerra do Vietnã, terrivelmente estúpida,impessoal e destruidora (na minha opinião), tão trágica para os americanos comopara os vietnamitas.A segunda parte refere-se a meus pensamentos e atividades profissionais. Amudança na terminologia utilizada atesta a ampliação do campo de aplicação: o

Activity (62)

You've already reviewed this. Edit your review.
1 hundred reads
1 thousand reads
Sarah Manfrediny added this note|
Adicione um comentário
Carla Mariana liked this
kkau1 liked this
Sarah Manfrediny liked this

You're Reading a Free Preview

Download
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->