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Hannah Howel-A Noiva Das Terras Altas

Hannah Howel-A Noiva Das Terras Altas

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A NOIVA DASTERRAS ALTASHannah Howellhttp://groups-beta.google.com/group/digitalsource Hannah HowellA noiva das terras altas TRADUÇÃO Gabriela MachadoCopyright © 2002 by Hannah Howell Originalmente publicado em 2002 pelaKensington Publishing Corp.PUBLICADO SOB ACORDO COM KENSINGTON PUBLISHING CORP.NY, NY-USA Todos os direitos reservados. Todos os personagens desta obra são fictícios. Qualquer semelhança com pessoasvivas ou mortas terá sido mera coincidência. Título original: Highland Bride Tradução: Gabriela MachadoEditora e Publisher: Janice FloridoEditora: Fernanda CardosoEditoras de Arte: Ana Suely S. Dobón e Mônica MaldonadoPaginação: Dany Editora Ltda.Ilustração da Capa: Hankins + Tegenborg, Ltd. EDITORA NOVA CULTURAL LTDA.Rua Paes Leme, 524 – 10º andar CEP 05424-010 - São Paulo - BrasilCopyright para a língua portuguesa: 2005 EDITORA NOVA CULTURAL LTDA.Impressão e acabamento: RR DONNELLEY Tel.: (55 11)4166-3500 
 
 Sinopse Você vai se apaixonar pela força, determinação e ousadia de Gillyanne, uma mulher capaz de tudo para alcançar seus objetivos. Uma história bem escrita e com detalhes quefarão você vivenciar intensamente cada momento do livro. Fernanda Cardoso EditoraPrólogo Escócia, 1465 Sire Eric! Sir Eric!O sir Eric Murray voltou-se para olhar o homem que corria em sua direção. Encontraraum local bastante ermo no jardim para poder ler as notícias de casa. Embora gostasse muitode sir Donald, não estava satisfeito que aquele raro momento de paz fosse abruptamenteinterrompido. Quando sir Donald parou a sua frente, Eric empertigou-se no banco de pedra.— Eu não sabia, que você tinha voltado — disse sir Donald, enxugando o suor daface. — A mensagem que o rei lhe enviou foi entregue depressa, não foi?— Sim. — Foi tudo que Eric retrucou, sabendo como sir Donald era ávido por umafofoca.—O rei o aguarda. Ele também não sabia que você tinha voltado.— Não contei. Queria um momento de sossego para ler as notícias de casa.— E sua encantadora esposa, está bem? Seus filhos?—Todos bem, embora eu comece a sentir necessidade de voltar. Minha Gillyanne pôsna cabeça que quer ver as terras de seu dote.— Ora, que bela coincidência! É sobre as terras de dote de sua filha Gillyanne que orei deseja conversar.— É algo que tentamos manter em segredo, pelo menos com relação ao tamanho e olugar.— A maior parte da corte sabe o tamanho e o lugar.— Como?Sir Donald engoliu em seco, nervoso. A expressão de sir Eric era dura, quaseameaçadora.— Bem, faz fronteira com todas as terras de três lordes, e no entanto eles não sabiamexatamente a quem pertencia. O rei disse aos proprietários que a terra era o dote de suafilha, que ela ainda não se casara e que na sua opinião eles deveriam procurá-lo. — Donalddeu um passo para trás quando sir Eric levantou-se de repente. — São todos cavaleiros elordes, sir Eric. Não consigo entender por que a objeção em concordar em casar sua filhacom um deles.— Oh, mas claro que faço objeções! — exclamou sir Eric num tom gelado. — Eu meoponho de todo coração. Primeiro, quero que minha filha se case por amor, como eu o fiz,como meus irmãos o fizeram, como muitos de nosso clã fizeram. Segundo, com certeza nãogostaria que homens famintos por um pedaço de terra tentassem obtê-la por meio de minha pequena Gillyanne. Algum desses cavaleiros ainda está aqui?
 
— Não. Ficaram por uns poucos dias depois de saber quem era o dono das terras eforam embora. É provável que estejam planejando vê-lo depois, quem sabe quando fizerema corte a sua filha.— Ou podem ter corrido para ver quem pode ganhar minha mocinha primeiro earrastá-la para diante de um padre. — sir Eric saiu em largas passadas dos jardins, com sir Donald de olhos arregalados em seus calcanhares.Tudo em que Eric conseguia pensar era em sua pequena Gilly sendo arrastada emagoada por algum tolo que desejava apenas suas terras. O pensamento enraiveceu-o.— O rei soltou uma matilha de lobos em cima de Gillyanne. Rezo para que minhaesposa tenha trancado a garota a sete chaves, e que ela fique assim até eu chegar em casa. Capítulo I - Não creio que mamãe fique muito contente com isso, disse Gillyanne.Gillyanne sorriu para James, o belo rapaz que cavalgava a seu lado. Era o irmão de seucoração e sabia que a mulher a que chamava de mãe era na realidade tia dele.— Na verdade, mamãe e eu sabemos pouco sobre sua casa da torre, a não ser que nãoé uma ruína — ele continuou. — Claro que seria preciso um olho feminino para avaliar melhor o lugar.— Se tiver uma cama, banho e comida, ficarei contente por agora. O conforto como osque existem em Dublin podem vir depois — ela falou.— Não tenho certeza de ter entendido essa sua vontade teimosa de vir aqui.— Nem eu, também. — Gillyanne deu de ombros. — As terras são minhas! Não possodizer nada além disso. São minhas e queria conhecer por mim mesma.— Entendo... — Franziu a testa, com uma expressão um tanto preocupada. — Ficoimaginando como se sentirão as pessoas que vivem em suas terras de dote quando viremuma garota como você reclamar a posse.— Mamãe pensa assim também e procurou cercar-se de alguma segurança. Parece quenão irão se importar. É apenas uma pequena fortaleza com poucas pessoas, e ela teve aimpressão de que irão receber bem qualquer um. O único que chamam de líder é umintendente idoso. Por isso mesmo estão um bocado inseguros sobre o futuro.— Isso conta em seu favor, então — assentiu James. — Por que tenho a impressão deque você pretende se estabelecer em suas terras?Gillyanne deu de ombros outra vez. Porém havia dentro dela uma inquietude que nãoconseguia compreender. Amava profundamente a família, mas eles apenas pareciam tornar aquela inquietude pior. Talvez se tivesse suas próprias terras para cuidar pudesse se sentir útil e assim saciar a fome que lhe consumia as entranhas. Havia outra razão. Tinha umsabor muito parecido com o da inveja, porém ela descobrira que era cada vez mais difícilestar ao lado de tantos casais tão felizes, de observar seus primos constituírem suas própriasfamílias. Cada novo nascimento a que comparecia era, para ela, uma mescla de prazer esofrimento crescentes. Ela logo completaria vinte e um anos e nenhum homem a fitara demaneira mais calorosa. As viagens à corte tinham sido penosas, prova de que os homenssimplesmente não a julgavam desejável, e todo amor e conforto da família realmente nãosuavizavam esse espinho que a magoava.Por vezes, se zangava consigo mesma. Não precisava de um homem para sobreviver,sabia que poderia ter uma vida plena e feliz sem nenhum homem a seu lado. Porém, junto

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