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http://liesa.globo.com/por/08-historiadocarnaval/historiadocarnaval-capitulo3/historiadocarnaval-
capitulo3_principal.htm
Dr.Hiram Aráujo
Livro "Carnaval"
"As maiores dificuldades que os pesquisadores encontram ao estudar o Carnaval são a
carência de livros especializados e a quase inexistência de documentos e registros escritos. Em
conseqüência, o Carnaval se recente de um estudo mais profundo."
Dr.Hiram Aráujo
Prefácio do livro "Carnaval"
Atenção: É proibida a reprodução em parte ou no todo da obra aqui
apresentada, cabendo ao autor todos os direitos sobre a mesma
Dr.Hiram Aráujo
Livro "Carnaval"
SUMÁRIO
AGRADECIMENTOS
DEDICATÓRIA
PREFÁCIO
INTRODUÇÃO
REFLEXÕES E DEFINIÇÕES SOBRE O CARNAVAL
CRONOLOGIA DO CARNAVAL
CAPÍTULO I - .O CARNAVAL ORIGINÁRIO
O PRIMEIRO CENTRO DE EXCELÊNCIA DO CARNAVAL
AS ORIGENS
CAPITULO II - O CARNAVAL PAGÃO
O SEGUNDO CENTRO DE EXCELÊNCIA DO CARNAVAL
AS DIONÍSIAS GREGAS
AS SATURNÁLIAS ROMANAS
CAPITULO III - O CARNAVAL CRISTÃO
O TERCEIRO CENTRO DE EXCELÊNCIA DO CARNAVAL
CARACTERÍSTICAS
AS FESTAS
AS DATAS DO CARNAVAL
O CALENRIO
O CALENRIO DO CARNAVAL
A PALAVRA CARNAVAL
AS ERAS E OUTRAS DEFINIÇÕES
O ENTRUDO EUROPEU
O CARNAVAL NA RENASCENÇA
CAPITULO IV -.O CARNAVAL CONTEMPORÂNEO
O QUARTO CENTRO DE EXCELÊNCIA DO CARNAVAL
CARACTERÍSTICAS
O CARNAVAL NO MUNDO
O CARNAVAL BRASILEIRO
o
AS FESTAS CARNAVALESCAS
o
O ENTRUDO BRASILEIRO
o
SCARAS E FANTASIAS
CLÓVIS
OS ALMOFADINHAS E AS MELINDROSAS
OS BAILES CARNAVALESCOS
o
O ZÉ PEREIRA
o
O CORSO
o
O BANHO DE MAR A FANTASIA
o
O FOLIÃO ORIGINAL
o
A PRAÇA ONZE
o
O SAMBA
o
OS FREVOS
o
OS CORDÕES CARNAVALESCOS
o
OS BLOCOS CARNAVALESCOS
o
AS GRANDES SOCIEDADES
o
OS RANCHOS CARNAVALESCOS
o
AS BANDAS CARNAVALESCAS
o
UM CARNAVAL DE BAIRROS
o
OS SOBERANOS DE CARNAVAL
o
OS CRONISTAS CARNAVALESCOS
o
A PASSARELA DO SAMBA
o
O CARNAVAL NO BRASIL
o
A CANÇÃO CARNAVALESCA
o
AS ESCOLAS DE SAMBA
OS BASTIDORES
A HISTÓRIA
AS ESCOLAS DE SAMBA PRIMITIVAS
A IDENTIDADE
A ORGANIZAÇÃO
AS VERBAS DO CARNAVAL E DAS ESCOLAS DE SAMBA
A BATERIA
O SAMBA-DE-ENREDO
AS BAIANAS
A COMISSÃO DE FRENTE
O MESTRE-SALA E A PORTA-BANDEIRA
OS DESTAQUES
A VELHA GUARDA
FATOS MARCANTES
ESCOLAS DE SAMBA MIRINS
PLANILHA DOS RESULTADOS DOS CONCURSOS
CONCURSOS OFICIAIS
HISTÓRICO DAS ESCOLAS DE SAMBA
PLANILHA DE NOTAS OFICIAIS
RANKING DA LIESA
Dr.Hiram Aráujo
Livro "Carnaval"
AGRADECIMENTOS
À minha esposa Elizabeth e filhos Elizabeth, Margareth, Hiram, Sérgio, Erika e Fernando sem os quais não

reuniria condições para prosseguir meu projeto de vida;
A Cristina Rego Monteiro, motor, que fez com esse livro fosse publicado;
A Maria das Graças Soeiro, José Ricardo P. Segadas Vianna e Ana Cristina Arêde de Freitas, que deram

exemplos de dedicação e amor na digitação, diagramação e editoração do livro;
À equipe do Museu do Carnaval, Márcia Maria, Isa Terezinha, Maria das Graças, Wanderley, Orsine,
Marinete, Wilson e o saudoso Luís Antônio pela colaboração que deram ao livro.
A José Henrique Rócio, Jorge Mendes, Paulo Garcia Rosa, José Carlos Machine, Olivério Xangô e Maurício
de Assis pelo apoio na pesquisa.
Aos fraternos amigos Osmar José do Nascimento, Aniz Abraão David e Luiz Pacheco Drumond pelos

incentivos que sempre deram aos meus trabalhos de carnaval.
Ao parceiro querido Ricardo Cravo Albin que honrou o livro com um belo prefácio.
Ao saudoso parceiro, de outros tempos, Amaury Jório, presente, espiritualmente, nos trabalhos do livro.
Ao Prof. Lamartine P. da Costa, mestre, que me orientou em algumas questões filosóficas do Carnaval.
A Tim Lopes e Alexandre Medeiros jornalistas que ajudaram a impulsionar o projeto do livro.
Às Escolas de Samba da cidade do Rio de Janeiro que sempre me acolheram, ao longo de mais de 30 anos

de atividades no Carnaval.
À LIESA que, através do presidente Djalma Arruda franqueou suas dependências, equipamentos e pessoal
para que eu pudesse dar prosseguimento aos trabalhos de elaboração do livro.
À Diretoria da Riotur, na pessoa do presidente Gerard Raoul Jean Bourgeansean pela iniciativa de publicar
um livro sobre o carnaval.
Dr.Hiram Aráujo
Livro "Carnaval"
PREFÁCIO

Nunca me esqueço duma observação que ouvi do poeta Paulo Mendes Campos, ao nos encontrarmos depois do desfile das escolas de samba num pé-sujo da cidade para uma média com pão a guisa de café da manhã. O sol já ia alto na segunda-feira tórrida de verão carioca - naquele tempo, década de 70, o desfile era só no domingo de carnaval - e ainda havia mais três escolas para passar na Av. Presidente Vargas. O poeta, já meio bêbado de tomar cerveja a noite inteira, saiu-se com a seguinte frase: “- Meu amigo, mas que coisa hein? Esse tempo todo aqui e ninguém desgruda o olho, e ainda por cima essa responsabilidade de

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