High Quality
Open the downloaded document, and select print from the file menu (PDF reader required).
reuniria condições para prosseguir meu projeto de vida;
A Cristina Rego Monteiro, motor, que fez com esse livro fosse publicado;
A Maria das Graças Soeiro, José Ricardo P. Segadas Vianna e Ana Cristina Arêde de Freitas, que deram
incentivos que sempre deram aos meus trabalhos de carnaval.
Ao parceiro querido Ricardo Cravo Albin que honrou o livro com um belo prefácio.
Ao saudoso parceiro, de outros tempos, Amaury Jório, presente, espiritualmente, nos trabalhos do livro.
Ao Prof. Lamartine P. da Costa, mestre, que me orientou em algumas questões filosóficas do Carnaval.
A Tim Lopes e Alexandre Medeiros jornalistas que ajudaram a impulsionar o projeto do livro.
Às Escolas de Samba da cidade do Rio de Janeiro que sempre me acolheram, ao longo de mais de 30 anos
Nunca me esqueço duma observação que ouvi do poeta Paulo Mendes Campos, ao nos encontrarmos depois do desfile das escolas de samba num pé-sujo da cidade para uma média com pão a guisa de café da manhã. O sol já ia alto na segunda-feira tórrida de verão carioca - naquele tempo, década de 70, o desfile era só no domingo de carnaval - e ainda havia mais três escolas para passar na Av. Presidente Vargas. O poeta, já meio bêbado de tomar cerveja a noite inteira, saiu-se com a seguinte frase: “- Meu amigo, mas que coisa hein? Esse tempo todo aqui e ninguém desgruda o olho, e ainda por cima essa responsabilidade de
Add a Comment