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apresenta
digitaliza o exclusivamente para fins did ticos, cegos e pessoas que de uma forma
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ou outra n o
podem ter acesso ao livro impresso.
proibido qualquer tipo de comercializa o
��
desse arquivo.
prefira sempre comprar o livro original, e ap ie o autor a escrever novos livros.
papai! est acordado, papai? o homem ouve o pequeno ser que caminha em seu

quarto. cobre-se
ainda mais, como se um frio sobrenatural tomasse conta do lugar. o menino caminha
lentamente,
aproximando-se p ante p do leito onde repousa seu pai. d uma s rie de pulinhos,

como se brincasse de
amarelinha. o menino abaixou-se e arremessou uma bolinha no assoalho. o brinquedo
de vidro rolou pelo
ch o de tacos, produzindo um horripilante som fantasmag rico.

o homem estremeceu. virou-se repentinamente, ainda deitado, deixando apenas os
olhos espiarem o
quarto pela fresta que arranjou no pesado cobertor. o som da bolinha de gude era
assustador porque n o

deveria existir brinquedo algum ali. n o deveria existir menino tagarela nenhum em
seu quarto. n o tinha
filho que pudesse cham -lo de papai. tinha agora, ali, diante de seu olho
amedrontado, uma esp cie de
espectro que andava, falava e saltitava amarelinha. um fantasma que o chamava de
papai.
para meu querido tio ti o
��
para meus amigos e todos os que estiveram no dia 24 de fevereiro no buffet madeira
para voc .
s vejo mar, s vejo c u. a barca segue em paz.
ao inv s do tero...
o gelo.
ao inv s da vida...
o frio.

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