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Processo Penal Comum Ordinário

Processo Penal Comum Ordinário

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resumo processo penal rito comum ordinário
resumo processo penal rito comum ordinário

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Published by: Sandra Bergmann Schneider on Nov 07, 2011
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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTASCURSO DE DIREITODISCIPLINA DE PRÁTICA JURÍDICA IIPRÁTICA PENAL SIMULADA
PROCESSO PENALPROCEDIMENTO COMUM ORDINÁRIO
Sandra Regina Bergmann Schneider
 
PELOTAS/RS, SETEMBRO DE 2011.Processo Penal – Procedimento Comum Ordinário
A Lei 11719/2008 alterou os procedimentos a serem seguidos no julgamento dalide. O art. 394 CPP determina que o procedimento seja comum e especial.O procedimento comum é aquele pelo qual não procedimento especial previsto em lei para que seja solucionado o conflito. O procedimento especial, portantoé aquele disciplinado em lei. São exemplos o mandado de injunção, habeas data, açãocivil pública, Tribunal do Júri.O procedimento comum divide-se em:a) Ordinário – crime cuja sanção máxima cominada for igual ou superior a 4anos de pena privativa de liberdade, salvo se não se submeter a procedimento especial; b) Sumário – crime cuja sanção máxima cominada seja inferior a 4 anos de pena privativa de liberdade, salvo se não se submeter a procedimento especial;c) Sumaríssimo – infrações penais de menor potencial ofensivo, na forma da Lei9099/95, ainda que haja previsão de procedimento especial. Enquadram-se nesseconceito as contravenções penais e os crimes cuja pena máxima não exceda a 2 anos.Estes apontamentos versam sobre o procedimento comum ordinário, que tem sua previsão nos arts. 394 – 405 do Código de Processo Penal.A instrução criminal é uma das fases do procedimento penal na qual se produzem as provas tendentes ao julgamento final do processo. De regra, inicia-se coma inquirição das testemunhas arroladas pela acusação e pela defesa, estendendo-se até afase anterior às alegações finais. Nesse sentido, Mirabete define a instrução criminal como sendo "
o conjunto deatos ou a fase processual que se destina a recolher os elementos probatórios a fim deaparelhar o juiz para o julgamento
". Num sentido lato é possível englobarmos as alegações da partes na instruçãocriminal, esta é a posição defendida por Tourinho Filho. Assim este autor divide a faseinstrutória em fase probatória e fase das alegações finais.O procedimento penal inicia-se com o oferecimento da denúnica ou queixa-crime.
Denúncia
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É o nome da peça acusatória inicial oferecida pelo Ministério Público,
 
noconvencimento de que há suficientes indícios de materialidade e autoria e de que não hácausa de exclusão da antijuridicidade ou que extingam a punibilidade.O artigo 46, primeira parte, do Código de Processo Penal dispõe que o prazo para oferecimento da denúncia, estando o réu preso, será de 5 dias, contado da data emque o órgão do Ministério Público receber os autos do inquérito policial, e de 15 dias, seo réu estiver solto ou afiançado, salvo lei específica que diferentemente normatize. Ooferecimento da denúncia fora do prazo legal constitui mera irregularidade semconseqüências para o processo, segundo atual jurisprudência do STF (HC 72254 / CE).São requisitos da denúncia (art. 41 do CPP).
A exposição do fato;
A qualificação do acusado;
A classificação do crime;
Quando necessário o rol de testemunhas (quando depender de provatestemunhal.
Queixa-crime
 É a peça acusatória inicial em casos de ação penal privada, cuja titularidade é doofendido ou de seu representante, e não deve ser confundida com a notícia do crime,dada por qualquer pessoa, pois o prazo de decadência só é suspenso com a sua efetivaapresentação, ao juiz criminal. Em caso de queixa-crime oferecida em ação penal privada, o MP funciona como fiscal da lei, zelando para que a legalidade sejaobservada. A queixa-crime oferecida como subsidiária da denúncia, o MP retoma atitularidade da ação penal normalmente, caso esteja convencido da legalidade daacusação.Deve conter a breve descrição do fato e ser feita por advogado com procuração e poderes especiais (art. 44CPP).O prazo para o oferecimento da queixa-crime é decadencial e contado 6 mesesdo conhecimento da autoria do fato, devendo ser apresentada em juízo. Este prazo nãointerrompe, tampouco suspende.Antes de receber a queixa-crime o juiz dá vistas ao MP para que se manifeste acerca dos fatos. O MP pode aditar para incluir agravante ou outra informação ( o prazo3

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