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106Activity

Table Of Contents

3. RAZãO DE SER DOS RECURSOS
4. NATUREZA JURÍDICA DO RECURSO
1. ClASSIfICAçãO
2. SISTEmA RECURSAl CÍvEl
1. CONCEITO
2. EfEITO ObSTATIvO
3. EfEITO SUSpENSIvO
4. EfEITO DEvOlUTIvO
5. EfEITO REgRESSIvO OU DE RETRATAçãO
6. EfEITO TRANSlATIvO
7. EfEITO SUbSTITUTIvO E EfEITO ExTENSIvO
2. CAbImENTO
3. lEgITImIDADE RECURSAl
3.1. generalidades
3.2. legitimidade recursal na qualidade de parte
3.3. legitimidade recursal do ministério público
3.3.4. Prazo recursal do Ministério Público
3.4. legitimidade recursal do terceiro
3.4.1. Conceito e exemplos de recurso de terceiro
3.4.2. Recurso de terceiro e perito judicial
3.4.3. Recurso de terceiro e opoente
3.4.4. Recurso de terceiro e recurso adesivo
3.4.5. Prazo do recurso de terceiro e recursos admissíveis
4. INTERESSE RECURSAl
4.1. generalidades
4.2. Hipóteses de ausência de interesse recursal
5. INExISTêNCIA DE fATOS ExTINTIvOS E ImpEDI- TIvOS
5.1. generalidades
5.2. Renúncia ao direito de recorrer
5.2.1. Conceito de renúncia
5.2.2. Espécies de renúncia
5.2.4. Renúncia, desistência e aceitação: diferenças
5.2.5. Validade da renúncia
5.2.6. Renúncia expressa e recurso adesivo
5.3. Aceitação
5.4. Desistência do recurso
5.4.1. Conceito de desistência
5.4.2. Espécies de desistência
5.4.3. Momento da desistência
5.4.4. Validade da desistência
5.4.5. Desistência e posterior interposição de recurso
5.4.6. Desistência e recurso especial repetitivo
5.5. Outros fatos impeditivos
5.5.1. Comprovação do depósito da multa processual
6. REgUlARIDADE fORmAl
6.1. Conceito
6.2. petição recursal: regra
6.3. Interposição oral: exceção
6.4. Interposição mediante fac-símile
6.6. Componentes da petição recursal
6.6.1. Endereçamento ao órgão judiciário competente
6.6.2. Qualificação do recorrente e do recorrido
6.6.3. Exposição do fato e do direito
6.6.4. Motivação: razões recursais
6.6.5. Pedido recursal
6.6.6. Assinatura e instrumento de mandato do advogado
7. TEmpESTIvIDADE
7.1. Conceito
7.2. prazos recursais
7.3. CONTAgEm DO pRAZO RECURSAl
7.3.1. Princípio norteador
7.3.2. Intimação no sábado
7.3.3. Intimação na sexta-feira
7.3.4. Intimação no Diário eletrônico
7.3.5. Quarta-feira de cinzas
7.3.6. Feriados em geral
7.3.7. Intimação e publicação
7.3.8. Destinatário da intimação
7.3.9. Intimação de decisão publicada em audiência
7.3.10. Intimação de decisão publicada em cartório
7.3.11. Intimação de acórdão
7.3.12. Segunda intimação por republicação
7.3.13. Aferição da tempestividade
7.4. Suspensão e interrupção do prazo recursal
7.4.1. Generalidades
7.4.2. Suspensão por superveniência de férias forenses
7.4.3. Suspensão por recesso forense
7.4.5. Suspensão por perda da capacidade processual
7.4.6. Suspensão por oferecimento de exceção
7.4.8. Interrupção por motivo de força maior
7.4.10. Inexistência de suspensão e de interrupção
7.5. perda de prazo recursal e responsabilidade civil do advogado
8. pREpARO
8.1. Conceito
8.2. Regra do preparo imediato
8.3. Exceções à regra do preparo imediato
8.4. Exceções à regra do preparo
1. REgRA DO DIREITO INTERTEmpORAl
2. REgRA DO DIREITO INTERTEmpORAl DOS RE- CURSOS
3. ExCEçõES à REgRA DO DIREITO INTERTEmpO- RAl DOS RECURSOS
4. pUblICAçãO DA DECISãO E INTImAçãO DA DE- CISãO
pRINCÍpIOS DO SISTEmA RECURSAl
1. pRINCÍpIOS DO SISTEmA RECURSAl
2. pRINCÍpIO DO DUplO gRAU DE JURISDIçãO
3. pRINCÍpIO DA TAxATIvIDADE
4. pRINCÍpIO DA SINgUlARIDADE
5. pRINCÍpIO DO ESgOTAmENTO DAS vIAS RECUR-
6. pRINCÍpIO DA fUNgIbIlIDADE RECURSAl
6.1. generalidades
6.2. Hipóteses de fungibilidade recursal
7. pRINCÍpIO DA pROIbIçãO DA reForMatio in peius
7.1. generalidades
O princípio da proibição da reformatio in peius245
7.2. reformatio in peius e matéria de apreciação oficial
7.3. reformatio in peius e remessa obrigatória
7.4. proibição da reformatio in mellius
7.5. reformatio in peius indireta
8. pRINCÍpIO DA CONSUmAçãO
9. pRINCÍpIO DA DIAlETICIDADE
10. pRINCÍpIO DA vOlUNTARIEDADE
11. pRINCÍpIO DA pERSONAlIDADE OU DA RElATI- vIDADE
2. RECURSO ADESIvO: REQUISITOS DE ADmISSIbI- lIDADE
3. RECURSO ADESIvO: JUÍZO DE ADmISSIbIlIDADE E JUÍZO DE méRITO
4. RECURSO ADESIvO NO pROCESSO TRAbAlHISTA
5. RECURSO ADESIvO NO pROCESSO pENAl
6. RECURSO ADESIvO NO pROCESSO ElEITORAl
2. NATUREZA JURÍDICA
3. AlvO DA AçãO RESCISÓRIA: JUlgADO RESCIN- DENDO
4. HIpÓTESES DE RESCINDIbIlIDADE
4.2. prevaricação, concussão e corrupção
4.3. Impedimento e incompetência absoluta
4.4. Dolo rescisório, processo fraudulento e processo simulado
4.5. Ofensa à coisa julgada
4.6. violação de literal disposição de lei
4.7. prova falsa
4.8. Documento novo
4.9. Confissão, reconhecimento do pedido, renúncia e transação
4.10. Erro de fato
4.11. Ação rescisória de sentença de partilha judicial
5. HIpÓTESES QUE NãO ENSEJAm AçãO RESCI- SÓRIA
5.2. Ação rescisória e processo cautelar
5.3. Ação rescisória e Juizados Especiais Cíveis
5.5. Ação rescisória e ação anulatória
6. AçãO RESCISÓRIA E DIREITO INTERTEmpORAl
7. pRAZO
7.2. Termo inicial
7.3. Termo final
7.4. momentos da pronúncia da decadência
8. COmpETêNCIA
9. lEgITImIDADE
10. AçãO RESCISÓRIA E ExECUçãO DO JUlgADO RESCINDENDO
11. pROCEDImENTO DA AçãO RESCISÓRIA
12. JUlgAmENTO DA AçãO RESCISÓRIA
13. RECORRIbIlIDADE
14. AçãO RESCISÓRIA DE JUlgADO pROfERIDO Em AçãO RESCISÓRIA
1. CONCeITO
2. PRAzO
3. PROCedImeNTO e COmPeTêNCIA
4.1. Ação anulatória do artigo 486 do Código de Processo Civil
4.3. Ação anulatória do artigo 352 do Código de Processo Civil
4.5. Ação anulatória do artigo 19 da Lei n. 11.101
2. CONCeITO de mANdAdO de seGURANÇA
3. mANdAdO de seGURANÇA CONTRA deCIsÃO JUdICIAL
4. ILeGALIdAde OU AbUsO de POdeR
5. PROCedImeNTO: esPeCIAL
6. dIReITO LíqUIdO e CeRTO
7. PRAzO deCAdeNCIAL dO mANdAdO de seGU- RANÇA
8. mANdAdOs de seGURANÇA RePRessIVO e PRe- VeNTIVO
9. LeGITImIdAde
10. AUTORIdAde COATORA
11. COmPeTêNCIA
12. mANdAdO de seGURANÇA e COIsA JULGAdA
1. NomeN iuris, PReCeITOs de ReGêNCIA, NATU- RezA JURídICA e CONCeITO
2. AÇÃO de COmPeTêNCIA ORIGINáRIA de TRI- bUNAL
4. LeGITImIdAde ATIVA e PeTIÇÃO INICIAL
5. dIsTRIbUIÇÃO, PROCedImeNTO e JULGAmeNTO
6. ReCORRIbILIdAde NO PROCessO de ReCLA- mAÇÃO
1. NomeN iuris e CONCeITO
2. sUbsIsTêNCIA dA CORReIÇÃO (OU ReCLAmA- ÇÃO) COmO sUCedâNeO ReCURsAL
3. CONsTITUCIONALIdAde dAs LeIs esTAdUAIs e dOs ReGImeNTOs INTeRNOs
4. NATURezA JURídICA dA CORReIÇÃO PARCIAL (OU ReCLAmAÇÃO CORReICIONAL)
6. PRAzO
7. LeGITImIdAde
8. PROCedImeNTO e JULGAmeNTO
1. PReCeITOs de ReGêNCIA dA sUsPeNsÃO
2. CONCeITO e NATURezA JURídICA dA sUsPeNsÃO
4. ReCURsOs eXTRAORdINáRIO e esPeCIAL em INCIdeNTe de sUsPeNsÃO
4. COmPeTêNCIA
5. PROCedImeNTO
6. JULGAmeNTO
1. NomeN iuris e NATURezA JURídICA
2.1. Generalidades
2.2. sentenças contrárias aos entes públicos
2.3. sentença de improcedência em embargos à execução fiscal
2.4. Outras hipóteses legais de reexame necessário
2.5. exceções ao reexame necessário
3. PROCedImeNTO e JULGAmeNTO
4. ReCURsOs eXTRAORdINáRIO e esPeCIAL em ReeXAme NeCessáRIO
1. CONCeITO e NATURezA JURídICA dA UNIfOR- mIzAÇÃO de JURIsPRUdêNCIA
2. PRessUPOsTOs dA UNIfORmIzAÇÃO de JURIs- PRUdêNCIA
2.1. “Pronunciamento prévio”
2.2. “Turma, câmara, ou grupo de câmaras”
2.4. “Acerca da interpretação do direito”
2.5. “Verificar que, a seu respeito, ocorre divergência”
3. LeGITImIdAde
5. PROCedImeNTO e JULGAmeNTO dA UNIfORmI- zAÇÃO de JURIsPRUdêNCIA
6. ReCORRIbILIdAde
7. UNIfORmIzAÇÃO de JURIsPRUdêNCIA NOs JUI- zAdOs esPeCIAIs fedeRAIs
8. INCIdeNTe de deLeGAÇÃO de COmPeTêNCIA
INCIdeNTe de INCONsTITUCIONALIdAde
2. NATURezA JURídICA dO INsTITUTO
3. ObRIGATORIedAde dA INsTAURAÇÃO dO INCI- deNTe: ReGRA
4. ALCANCe dA eXPRessÃO “LeI OU ATO NORmA- TIVO dO POdeR PúbLICO”
5. LeGITImIdAde
6. PROCedImeNTO
7. efeITOs
8. ReCORRIbILIdAde
6. NomeN iuris e TIPOs de CARTA ROGATÓRIA
7. NATURezA JURídICA dA CARTA ROGATÓRIA
8. ObJeTO dA CARTA ROGATÓRIA
9. ReqUIsITOs PARA A CONCessÃO dO eXequATur à CARTA ROGATÓRIA
10. PROCedImeNTO e JULGAmeNTO dA CARTA RO- GATÓRIA
11. ReCORRIbILIdAde
2. CONCeITO de seNTeNÇA
3. ReGRA dO CAbImeNTO dA APeLAÇÃO CONTRA As seNTeNÇAs em GeRAL
13. TemPesTIVIdAde
14. ReGULARIdAde fORmAL
15. PRePARO
16. PROCedImeNTO dA APeLAÇÃO NO JUízO de ORIGem
17. efeITO ReGRessIVO OU de ReTRATAÇÃO
18. efeITO sUsPeNsIVO
18.1. efeito suspensivo: generalidades
18.5. efeito suspensivo e embargos à arrematação
18.8. efeito suspensivo e apelação contra sentença de interdição
18.12. efeito suspensivo e concessão judicial
18.13. execução e apelação sem efeito suspensivo
20.1. Generalidades
20.2. extensão da apelação e sentença citra petita
20.3. extensão da apelação e sentença terminativa
21. PROfUNdIdAde dA APeLAÇÃO
21.1. Introdução
21.2. questões de fato e de direito decididas na sentença
21.3. questões de apreciação oficial
21.4. questões acessórias
21.5. questões incidentais
21.6. questões de mérito não decididas na sentença definitiva
21.7. Outros fundamentos
22. qUesTões de fATO NOVAs e dOCUmeNTOs NOVOs
23. CONVeRsÃO em dILIGêNCIA PARA CORReÇÃO de NULIdAdes sANáVeIs
24. efeITO sUbsTITUTIVO
1. CAbIMENtO
1.1. Generalidades
1.2. Recurso inominado e recurso adesivo
1.3. Recurso inominado e apelação
1.4. Desistência do recurso inominado
2. tEMpEStIvIDADE
3. REGUlARIDADE fORMAl
4. pREpARO
5. pROCEDIMENtO DO RECURSO INOMINADO NA ORIGEM
7. RECORRIbIlIDADE
2. CONCEItO DE DECISÃO INtERlOCUtÓRIA
3. CAbIMENtO DO RECURSO DE AGRAvO CONtRA DECISõES INtERlOCUtÓRIAS
12. tEMpEStIvIDADE
13. pREpARO
14. REGUlARIDADE fORMAl DO AGRAvO DE INS- tRUMENtO
16. pROCEDIMENtO DO AGRAvO DE INStRUMENtO
1. NAtUREzA jURÍDICA
2. NomeN IurIs
3. CAbIMENtO
3.1. Generalidades
4. tEMpEStIvIDADE
5. REGUlARIDADE fORMAl
6. pREpARO
7. EfEItOS
8. pROCEDIMENtO
9. MUltA pROCESSUAl E DEpÓSItO RECURSAl
10. RECORRIbIlIDADE
2. O AGRAvO DE INStRUMENtO DO ARtIGO 544 E OS OUtROS AGRAvOS
3. tEMpEStIvIDADE
4. REGUlARIDADE fORMAl
5. pREpARO
6. DO pROCEDIMENtO DO AGRAvO DE INStRU- MENtO NA ORIGEM
7. DO pROCEDIMENtO DO AGRAvO DE INStRU- MENtO NO tRIbUNAl ad quem
1. ACEpçõES DO vOCábUlO “EMbARGOS”
3. NAtUREzA jURÍDICA DOS EMbARGOS DEClA- RAtÓRIOS
4. CAbIMENtO
4.1. Generalidades
4.2. Embargos de declaração e despacho
4.3. Hipóteses de cabimento
4.4. Embargos de declaração e prequestionamento
4.5. Embargos de declaração em embargos declaratórios
4.6. Cabimento e juízo de admissibilidade
6. pOSSIbIlIDADE DA MODIfICAçÃO DO jUlGADO EMbARGADO
7. pRINCÍpIO DA COMplEMENtARIDADE
8. REGUlARIDADE fORMAl
9. tEMpEStIvIDADE
10. pREpARO: DESNECESSIDADE
11. pROCEDIMENtO E jUlGAMENtO
12. REGRA DA INtERRUpçÃO DO pRAzO RECURSAl E EXCEçÃO DA SUSpENSÃO
13. MUltA pROCESSUAl E DEpÓSItO RECURSAl
2. REGUlARIDADE fORMAl
5. EfEItOS
6. pROCEDIMENtO E jUlGAMENtO
2. ESCOpO DO RECURSO
3. CAbIMENtO: GENERAlIDADES
3.1. “acórdão não unânime”
3.2. “em grau de apelação” ou “ação rescisória”
3.3. “reformado”
3.4. “sentença de mérito”
3.5. “Procedente ação rescisória”
4. EMbARGOS INfRINGENtES CONtRA ACÓRDÃO tOMADO pOR vOtO MéDIO
5. EMbARGOS INfRINGENtES E EMbARGOS DE DE- ClARAçÃO
6. EMbARGOS INfRINGENtES EM AGRAvO INtERNO OU REGIMENtAl
7. EMbARGOS INfRINGENtES E MANDADO DE SE- GURANçA ORIGINáRIO
8. EMbARGOS INfRINGENtES E ApElAçÃO EM MANDADO DE SEGURANçA
9. EMbARGOS INfRINGENtES E ApElAçÃO EM pRO- CESSO EMpRESARIAl
10. EMbARGOS INfRINGENtES E AGRAvO REtIDO
11. EMbARGOS INfRINGENtES E AGRAvO DE INS- tRUMENtO
12. EMbARGOS INfRINGENtES E RECURSO ORDI- NáRIO
13. EMbARGOS INfRINGENtES E REMESSA NECES- SáRIA
15. EMbARGOS INfRINGENtES E RECURSO INOMI- NADO
16. EMbARGOS INfRINGENtES E AçÃO DIREtA DE INCONStItUCIONAlIDADE
17. DIREItO INtERtEMpORAl
18. tEMpEStIvIDADE
19. lEGItIMIDADE RECURSAl
21. REGUlARIDADE fORMAl
22. pREpARO
23. EfEItOS DOS EMbARGOS INfRINGENtES
24. pROCEDIMENtO DOS EMbARGOS INfRINGENtES
25. jUlGAMENtO DOS EMbARGOS INfRINGENtES
26. de lege fereNda: EXtINçÃO DOS EMbARGOS INfRINGENtES
1. NOtÍCIA HIStÓRICA E fINAlIDADE DO RECURSO
2. EMbARGOS DE DIvERGêNCIA E INStItUtOS AfINS
2.1. Embargos de divergência e recurso especial pela alínea “c”
2.2. Embargos de divergência e embargos infringentes
2.3. Embargos de divergência e uniformização de jurisprudência
3. DO CAbIMENtO DOS EMbARGOS DE DIvERGêN-
3.1. Do julgado embargado
3.2. Do julgado paradigma
7. INtERESSE RECURSAl
8. EfEItOS
9. pROCEDIMENtO DOS EMbARGOS DE DIvER- GêNCIA
10. jUlGAMENtO DOS EMbARGOS DE DIvERGêNCIA
11. RECORRIbIlIDADE
12. de lege fereNda: EXtINçÃO DOS EMbARGOS DE DIvERGêNCIA
1. NOtíCIa hIStóRICa E lEgISlaçãO DE REgêN-
2. CONCEItO E ESCOpO DO RECURSO ORDINÁRIO
3. RECURSOS ORDINÁRIO, EXtRaORDINÁRIO E ES- pECIal: DIfERENçaS
4. RECURSO ORDINÁRIO E apElaçãO: DIfERENçaS E SEmElhaNçaS
5. RECURSO ORDINÁRIO Em CaUSaS INtERNaCIO-
6. RECURSO ORDINÁRIO Em maNDaDO DE SEgU- RaNça
7. RECURSO ORDINÁRIO Em habeas data E Em maNDaDO DE INJUNçãO
RECURSO ESpECIal
3. CabImENtO
3.2. tribunais
3.3. Causas decididas
3.4. prequestionamento
4. RECURSO ESpECIal Em REEXamE NECESSÁRIO: CabImENtO
5. RECURSO ESpECIal pEla alíNEa “a”
6. RECURSO ESpECIal pEla alíNEa “b”
7. RECURSO ESpECIal pEla alíNEa “C”
8. RECURSO ESpECIal REtIDO
8.1. generalidades
8.2. Recurso especial retido e tempestividade
8.3. Desistência tácita
8.4. Recurso especial retido e agravo retido
9. tEmpEStIvIDaDE
9.1. generalidades
9.4. Recurso especial eleitoral
10. pREpaRO
11. REgUlaRIDaDE fORmal E INtERESSE RECUR-
12. EfEItOS DO RECURSO ESpECIal
2.2. prequestionamento
2.3. Esgotamento dos recursos pretéritos
2.4. Causas decididas
2.5. Questão federal de direito constitucional
3. RECURSO EXtRaORDINÁRIO E REpERCUSSãO gERal
3.1. Conceito
3.2. Natureza e origem do requisito da repercussão geral
3.6. preliminar formal e fundamentada de repercussão geral
3.8. Competência
4. RECURSO EXtRaORDINÁRIO pEla alíNEa “a”
5. RECURSO EXtRaORDINÁRIO pEla alíNEa “b”
6. RECURSO EXtRaORDINÁRIO pEla alíNEa “C”
7. RECURSO EXtRaORDINÁRIO pEla alíNEa “D”
8. RECURSO EXtRaORDINÁRIO REtIDO
9.2. protocolo integrado
9.3. Insubsistência do enunciado n. 355
9.4. Recurso extraordinário adesivo
10. REgUlaRIDaDE fORmal
11. pREpaRO
12. EfEItOS
13. pROCEDImENtO E JUlgamENtO
apêndice II
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P. 1
Introdução aos Recursos Cíveis - Bernardo Pimentel[1]

Introdução aos Recursos Cíveis - Bernardo Pimentel[1]

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