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Relatório Final

Relatório Final

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Relatório final do projeto de extensão realizado na APAE de Fpolis no ano de 2006.
Relatório final do projeto de extensão realizado na APAE de Fpolis no ano de 2006.

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EDUCAÇÃO ESPECIAL E O BIBLIOTECÁRIO: atuação em atividades de leiturapara portadores de necessidades especiaisDébora Maria Russiano Pereira -
deborarussiano@gmail.com
Marchelly Pereira Porto -
marchellypp@yahoo.com.br Acadêmicas do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal de SantaCatarina
Resumo
Relata o histórico
 
dos projetos de extensão do Departamento de Ciência daInformação, da Universidade Federal de Santa Catarina, realizados na Associaçãode Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Florianópolis. Iniciados em 2002,apresenta deste o planejamento, criação e organização da biblioteca/brinquedotecaMonteiro Lobato até a prática de leitura para portadores de necessidades especiais.Ressalta a importância de ações que estimulem o desenvolvimento dos educandosda instituição, da valorização do profissional Bibliotecário e da Biblioteca Escolar.
Palavras-chave
: Educação especial – bibliotecário. Portadores de necessidadesespeciais - leitura. Atividades de leitura.
Introdução
A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) deFlorianópolis, Santa Catarina, doravante identificada como APAE/Florianópolis éuma entidade filantpica, sem fins lucrativos, fundada em 28/08/1964. Éconsiderada de Utilidade Pública Federal desde 24/02/1967, pela lei nº 99054; deUtilidade Pública Estadual em 12/09/1967, pela lei nº 4035; de Utilidade PúblicaMunicipal em 06/07/1965. Localizada no bairro do Itacorubi, atende cerca de 350educandos, sem limite de idade, distribuídos por diversas turmas, de acordo com anecessidade de cada um. Ocupa 1750 m
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de área construída, e nessa área estãoincluídas as salas de aula, 1 quadra coberta, 1 sala para o serviço de telemarketing,salas para os técnicos, 1 biblioteca/brinquedoteca, 1 laboratório de computação, 1sala de artes, 1 sala para pintura para mercearia, além de contar com uma frota deônibus e micro-ônibus.Tem como missão “promover e articular as ações de direitos, prevenção,orientações, prestação de serviços, apoio à família, direcionado à melhoria daqualidade de vida da pessoa portadora de deficiência e a construção de uma
 
sociedade justa e solidária” (FACHIN; HILLESHEIM; MATA, 2004, p. 3), e dentrodesta missão, mantém o Instituto de Educão Especial “Professor ManoelBoaventura Feijó”, para atendimento aos educandos. Oferece serviços e atividades,tais como: atendimento pedagico e psicológico, informática educativa,atendimento dia (serviço oferecido aos educandos com deficiência múltipla e baixonível sócio-ecomico) capacitação de recursos humanos, teste do pezinho,avalião inicial, encaminhamento e locomão. Também faz parte daAPAE/Florianópolis o Residencial Casa Lar “Aldo Amadeu Küerten”, inaugurado em junho de 2000 para atender pessoas portadoras de deficiência mental com idademínima de 18 anos, em caráter de moradia ou hotelaria.O Instituto Professor Manoel Boaventura Feijó, fundado em 14 de janeirode 1985, presta atendimento a educandos com necessidades especiais, divididosnas seguintes categorias: a) atraso no desenvolvimento neuropsicomotor; b)deficiência mental associada ou não a outras deficiências; c) transtorno invasivo dodesenvolvimento (autistas). Seu objetivo é “cumprir as funções básicas de escola,ensejando a apropriação e produção do conhecimento, com vistas à inclusão doaluno na rede regular de ensino e no mundo do trabalho” (APAE, 2001, p. 15). Aequipe de profissionais é composta de psicólogos, pedagogos, enfermeiros,fonoaudiólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas, auxiliares de enfermagem, alémde contar com o importante trabalho de voluntários e estagiários, que muitas vezesvão realizar a parte prática de seu estágio obrigatório entre os educandos. OInstituto é mantido com recursos do Governo Federal (fornecimento de materialdidático), da Prefeitura Municipal de Florianópolis (cedência de professores e demerenda escolar), da Secretaria Estadual de Educação (cedência de professores,pedagogos, secretária e diretora da escola), da contribuição de sócios da APAE,locação de imóveis, do telemarketing, da Feira da Esperança (realizada uma vez aoano) e de recursos eventuais (por exemplo, de maio de 1998 à maio de 1999 otenista Gustavo Küerten, irmão de um dos educandos, doou US$ 200,00 por partida jogada).Os educandos atendidos no Instituto estão distribuídos em atendimentos nosseguintes centros: Centro de Educação Infantil (educandos de 0 a 06 anos), Centrode Ensino Fundamental (educandos de 07 a 14 anos) e Centro de Educação eTrabalho (educandos acima de 14 anos). O Centro de Educão Infantil éorganizado nas áreas de Estimulação Precoce (crianças de 0 a 3 anos, com
 
atendimento realizado três vezes por semana, juntamente com os pais eresponsáveis), Creche Inclusiva (grupo de alunos de 01 a 03 anos, composto por filhos de funciorios e criaas que freqüentam a estimulação essencial) eEducação Infantil (crianças de 04 a 06 anos, com atendimento pedagógico diário). OCentro de Ensino Fundamental atende diariamente grupos organizados de acordocom a faixa etária e o Centro de Educação e Trabalho é dividido em grupos deiniciação para o trabalho, oficinas, cursos profissionalizantes, esgiossupervisionados e inserção no mercado de trabalho. Nesse centro também sãorealizados programas pedagógicos específicos, como as Atividades LaboraisOcupacionais (modalidade de atendimento que busca a melhoria de qualidade devida do aluno, através do processo de produção coletiva).Em 2001, objetivando a criação de uma biblioteca à sua clientela efuncionários, a APAE/Florianópolis viabilizou parceria com o Departamento deCiência da Informação (CIN) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Nofinal deste mesmo ano, rias ões foram realizadas para criação de umabiblioteca: destinou-se uma sala para a biblioteca; foi recolhido todo o materialbibliográfico existente na APAE/Florianópolis que se encontrava distribuído pelasvárias salas de aula e coordenadorias; reformou-se a sala destinada à Biblioteca;veis foram fabricados na própria instituição (que conta com um setor demarcenaria, onde trabalham os próprios alunos). Iniciou-se o tratamento técnico doacervo, que foi catalogado, indexado e classificado pelas professoras, com a ajudado bolsista envolvido. Percebendo que seria necessário mais ajuda para aefetivação do trabalho, as professoras obtiveram autorização para que o acervofosse tratado na disciplina CIN 5511 – Biblioteconomia Aplicada II, ministrada aosalunos da 8ª fase do curso de Biblioteconomia, vinculado ao CIN, da qual asmesmas ministrantes. Iniciou-se no primeiro semestre de 2002 o tratamento doacervo da biblioteca da APAE/Florianópolis, atras da referida disciplina,desenvolvido no Laboratório de Tratamento da Informação (LTI) e do Núcleo deBiblioterapia, Biblioteca Escolar e Leitura (NUBBEL), do CIN/UFSC.Assim sendo, em 2002, era disponibilizada aos alunos, professores eservidores da APAE/Florianópolis, a
Biblioteca/Brinquedoteca Monteiro Lobato
,nome escolhido com a participação de toda a comunidade. A mesma oferecemateriais especializados sobre o tema Educação Especial, brinquedos pedagógicos,livros infantis e de literatura, recursos audiovisuais, reálias, instrumentos musicais e

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