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GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA OS PROFISSIONAIS DA ACÇÃO SOCIAL NA ABORDAGEM DE SITUAÇÕES DE MAUS TRATOS OU OUTRAS SITUAÇÕES DE PERIGO

GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA OS PROFISSIONAIS DA ACÇÃO SOCIAL NA ABORDAGEM DE SITUAÇÕES DE MAUS TRATOS OU OUTRAS SITUAÇÕES DE PERIGO

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PROMOÇÃO E PROTECÇÃO DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS

GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA OS PROFISSIONAIS DA ACÇÃO SOCIAL NA ABORDAGEM DE SITUAÇÕES DE MAUS TRATOS OU OUTRAS SITUAÇÕES DE PERIGO

PROMOÇÃO E PROTECÇÃO DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS

2

| Promoção e Protecção dos Direitos das Crianças |

NOTA INTRODUTÓRIA
À relevantíssima aquisição civilizacional, constituída pelo reconhecimento, ao nível do direito internacional e nacional, da criança como Sujeito de Direito, tem de corresponder um esforço muito séri
PROMOÇÃO E PROTECÇÃO DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS

GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA OS PROFISSIONAIS DA ACÇÃO SOCIAL NA ABORDAGEM DE SITUAÇÕES DE MAUS TRATOS OU OUTRAS SITUAÇÕES DE PERIGO

PROMOÇÃO E PROTECÇÃO DOS DIREITOS DAS CRIANÇAS

2

| Promoção e Protecção dos Direitos das Crianças |

NOTA INTRODUTÓRIA
À relevantíssima aquisição civilizacional, constituída pelo reconhecimento, ao nível do direito internacional e nacional, da criança como Sujeito de Direito, tem de corresponder um esforço muito séri

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Published by: Fernando Manuel Oliveira on Nov 12, 2011
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GUIA DE ORIENTAÇÕESPARA OS PROFISSIONAISDA ACÇÃO SOCIAL NA ABORDAGEMDE SITUAÇÕES DE MAUS TRATOSOU OUTRAS SITUAÇÕES DE PERIGO
PROMOÇÃO E PROTECÇÃODOS DIREITOS DAS CRIANÇAS
 
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PROMOÇÃO E PROTECÇÃODOS DIREITOS DAS CRIANÇAS
 
À relevantíssima aquisição civilizacional, constituída pelo reconhecimento, ao níveldo direito internacional e nacional, da criança como Sujeito de Direito, tem decorresponder um esforço muito sério, empenhado e competente de todos os agentes aquem cada um dos Sistemas Nacionais de Promoção e Protecção dos Direitos dasCrianças apela e atribui responsabilidades específicas na prossecução do seu objectivofundamental de concorrer para a interiorização e concretização dos direitos de todas ede cada uma das crianças, sobretudo das mais vulneráveis, por se encontrarem emsituações de risco ou de perigo.Entre as várias exigências que esse esforço pressupõe, assume relevo significativo a possibilidade de os vários intervenientes responsáveis disporem de linhas orientadorasde actuação que garantam, tanto quanto possível, a partir de uma linguagemminimamente comum, o acesso generalizado às aquisições científicas e técnicas maisactuais e às práticas que se mostrem mais adequadas às intervenções sistémicas eintegradas que a actuação eficaz e eficiente reclama.Por virtude do carácter universal do reconhecimento dos direitos das crianças, existem,ao nível dos problemas, desafios e procura de respostas, pontos comuns a diversossistemas nacionais/regionais de promoção e protecção, sobretudo de países da mesmaárea civilizacional, constituindo a troca de experiências e saberes fonte relevante deenriquecimento mútuo.É nesta perspectiva que emerge o presente Guia de Orientações, elaborado no âmbitode um protocolo estabelecido entre a Comissão Nacional de Protecção das Crianças eJovens em Risco, o Instituto de Segurança Social, I.P., e a Generalitat Valenciana,Consejería de Bienestar Social.Construído a partir do manual valenciano, “El papel del Ámbito Social en el abordajede Situaciones de Desprotección Infantil”, foi adaptado à nossa realidade jurídica,cultural e social, com base num trabalho cuidado, convocando vários saberes eexperiências, ao nível individual e institucional .Deseja-se e confia-se que o Guia de Orientações constitua mais um instrumentofacilitador da desejável homogeneidade e articulação das adequadas intervenções, sem prejuízo da legítima liberdade/criatividade de cada agente individual ou institucional,no quadro das suas responsabilidades legais e sociais.Pretende-se que as orientações que o integram assumam um carácter dinâmico,adequado à sua permanente avaliação e possibilidade de actualização e reformulação.
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O Presidente da Comissão nacional de Protecção de Crianças e Jovens em RiscoO Presidente do Institutode Segurança Social 
Armando LeandroEdmundo Martinho
NOTA INTRODUTÓRIA
O presente Guia de Orientações foi elaborado no âmbito deuma candidatura ao Quadro Regional Estratégico Nacional(QREN) e ao Programa Operacional de Assistência Técnica(POAT). A elaboração do Guia beneficiou da colaboração dediversas instituições, que muito se apreciou e se agradece,entre as quais a Casa Pia de Lisboa, Câmara Municipal doMontijo, CDSS de Sintra, CDSS de Lisboa, CPCJ de Cascais,CPCJ de Sintra Ocidental, IAC, ISPA, ISS, I.P., SCM deLisboa
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