Resultado final: 191 850 – 20 528 =
171 322 toneladas, valor aindasuperior às 150.000 toneladas referidas no DL 69/2000
Acresce que, segundo o próprio Instituto dos Resíduos, na sua publicação“Produção de Resíduos Sólidos Urbanos / 1999”, a recolha selectiva, nos sistemas já em funcionamento onde a Empresa Geral do Fomento tem capital maioritárionas empresas concessionárias respectivas, atinge valores pouco significativos emuito abaixo dos 25 %, como são os exemplos da Ersuc (1,99%), da Suldouro(1,86 %), da Valorlis (2,48 %), da Amarsul (3,28%), da Braval (1,07 %), daResulima (1,43 %), da Valorminho (1 %), da Algar (5,6 %) e Amave (0 %).
Maio
– Publicação no Diário da República do Decreto-Lei n.º 69/2000, de 3 deMaio, que aprova o regime jurídico da Avaliação de Impacto Ambiental, transpondopara a ordem jurídica interna a Directiva n.º 85/337/CEE, com as alteraçõesintroduzidas pela Directiva n.º 97/11/CE, do Conselho, de 3 de março de 1997.De acordo com o Anexo II, n.º 11 alínea c) do DL 69/2000, ficam sujeitos aAvaliação de Impacte Ambiental os Aterros Sanitários de Resíduos SólidosUrbanos com capacidade igual ou superior a 150.000 toneladas por ano.
Junho
– A 28 de Junho de 2000, a Resioeste entrega no Instituto dos Resíduos oProjecto de Execução.
Surpreendentemente, diminui drasticamente, para140.000 toneladas / ano, a quantidade de resíduos prevista para deposiçãono aterro
a construir. Para além disso, mantém constante este valor durante os 14anos correspondentes à primeira fase de exploração do aterro. Contrariandoassim todos os dados disponíveis até ao momento.No Projecto de Execução – Quantidade de Resíduos Sólidos Urbanos aEnviar para Aterro volta a afirmar-se que “
a quantidade a enviar para aterrocorresponde à totalidade de RSU produzidos
.”Sobre o Decreto-Lei n.º 366-A/97, de 20 de Dezembro, reafirma-se oexposto anteriormente quanto à valorização dos resíduos de embalagens.Foi concedida à RESIOESTE, a 20/9/2001, a Licença Ambiental
LA n.º1/2001
, ao abrigo do DL 194/2000, de 21 de Agosto, em que é licenciada adeposição das 140.000 toneladas/ano.Tal como era expectável, desde o início da exploração do ASO foi sempreexcedido esse quantitativo.
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