Com uma linguagem simples, posto que emotiva ebela, Emílio Conde descreve como o grão de mostardagerminou, enflorou-se e pôs-se a outonar almas, igrejas,searas e missões. O que parecia uma sementedestinada a ser pisada pelos homens, roubada pelasaves de rapina e pelos espinhos sufocada, deitou raízesfrondando-se como o maior avivamento desde JohnWesley e George Whitefield.Uma obra como esta não pode cair no esquecimento.As novas gerações de pentecostais precisam saber comoa mensagem do Evangelho integral de Nosso Senhor Jesus Cristo chegou à nossa terra. Se de fato ansiámospor avivamentos e refrigérios, urge espelharmo-nos emquem fez avivamentos e experimentourefrigérios.Voltemos, pois, às Sagradas Escrituras comoa nossa única regra de fé e prática. Lembremo-nos dosmovimentos genuinamente bíblicos e cristocêntricosentre os quais acha-se a Obra Pentecostal. Tantas vezes tachado de herético, o pentecostalismodemonstra estar revivendo uma promessagenuinamente bíblica. Nenhum teólogo de bom sensohaverá de contestá-lo; sua autenticidade doutrinária ehistórica é atestada pelos profetas e apóstolos de NossoSenhor. Além disso, a prática aí está para comprovar, averacidade do que vimos pregando desde os pais-fundadores: Jesus Cristo salva, batiza no Espírito Santo,cura as enfermidades, opera maravilhas e em brevehaverá de buscar os santos.Esta é a história de nossa igreja. Não é uma históriade reis e imperadores; é o relato de homens e mulheresque se deram à Obra de Deus e ao Deus da Obra. Enfim,esta é a história de como o Brasil foi transformado namaior nação pentecostal do mundo. E a CPAD, como aeditora das Assembléias de Deus, sente-se honrada emresgatar um grande clássico de nossas letras.Na introdução desta obra, o leitor encontrará umrelato de como o Evangelho de Cristo foi, pouco a pouco,entranhando-se em nossas terras. É um resumohistórico que, iniciando-se com a descoberta do Brasil,culmina com a instauração do pentecostalismo em