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Comunicado 1 APEVT - 2011/2012 27 de outubro
Comunicado 1 APEVT - 2011/2012 27 de outubro

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Comunicado 1 | APEVT
 –
Associação Nacional de Professores de EVT
27 de outubro de 2011 | 15:30 horas | PortoPágina| 1
 
Comunicado 01 | APEVT
27 de outubro de 2011 | 15:30 horas | Porto
Aprofundar a luta de EVT.Não Podemos barricar-nos. Ir à luta exige hoje:Vontade de lutar e uma visão estratégica de futuro
1 - A situação atual não pode apenas centrar-se e, muito menos esgotar-se, numa posição deresistência, mas antes, integrar a luta que temos de desenvolver hoje, numa perspetivaestratégica que passará pelos seguintes eixos:
 –
Defesa intransigente dos direitos socioprofissionais dos professores de EVT;
 –
Defesa e promoção do papel insubstituível das artes e das tecnologias na educação e noensino básico;
 –
Intervir de forma proativa no processo de reorganização curricular, não nos centrando numaposição de defesa e atrás da barricada, mas antes numa posição de intervenção exigente e departicipação construtiva na política educativa.2 - Assim, recusamos as decisões de qualquer política curricular intempestiva e de curto prazo,com origem num discurso demagógico, populista
e oportunista que cavalgando a “crise”
procure abrir caminho a decisões socialmente inaceitáveis.Os efeitos das políticas curriculares sobre a sociedade só se conhecem verdadeiramente amédio e longo prazo, por isso, as alterações curriculares não podem conformar-se nos limites
da conjuntura da “crise” financeira, económica e social.
Por outro lado, as políticas curriculares devem trazer estabilidade ao sistema, às famílias, àsescolas, aos professores e aos alunos, as gerações do nosso futuro.3 - Relativamente à reorganização dos ensinos básico e secundário, integramos o amplomovimento social e educativo que afirma a sua necessidade. Mas a revisão curricular é aprincipal âncora do sistema de ensino. Assim exige-se um forte acordo político e social denatureza estratégica, pois aquela requer estabilidade e continuidade nas políticas. A reformacurricular não pode estar ao sabor das mudanças políticas conjunturais resultantes dos ciclospolíticos eleitorais.Por isso defendemos e lutamos por um movimento social amplo
 –
movimento sindicaldocente; associações científicas de professores; cientistas da educação e movimentoassociativo de pais e encarregados de educação, entre outros
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que exija uma amplaparticipação social nas alterações e organização do currículo escolar.

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