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Voz da Igreja - 21

Voz da Igreja - 21

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Published by Henrique Sebastião
Voz da Igreja é uma revista católica voltada à evangelização, a partir da cidade de São Paulo, para todo o Brasil e o mundo, com matérias esclarecedoras sobre a fé, a doutrina e a verdadeira espiritualidade católica apostólica romana.
Voz da Igreja é uma revista católica voltada à evangelização, a partir da cidade de São Paulo, para todo o Brasil e o mundo, com matérias esclarecedoras sobre a fé, a doutrina e a verdadeira espiritualidade católica apostólica romana.

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Published by: Henrique Sebastião on Dec 13, 2011
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12/13/2011

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São Paulo - SP
4
Revista de evangelização cristã católica - periódico mensal - ano 2 - 2011Uma publicação da Paróquia São João Batista do Brás
www.vozdaigreja.blogspot.com
O Pecadoda Luxúria
Como vencer estepecado capital?
 Juízo Particulare Dia do Juízo
Quais as diferençasentre um e outro?
Metas de Ano Novo
 Ano Novo, VidaNova? Como?
 
esus 
asceu! 
  e  m   n  o  m  e   d  a
      V      E      R      D      A      D      E
  d  o  u  t  r  i  n  a   |   e  s  p  i  r  i  t  u  a  l  i  d  a  d  e   |   t  i  r  a -  d  ú  v  i  d  a  s   |   p  r  á  t  i  c  a   |   p  o  l  ê  m  i  c  a   |   h  i  s  t  ó  r  i  a  d  o  c  r  i  s  t  i  a  n  i  s  m  o
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atal! 
21
O Pecadoda Luxúria
Como vencer estepecado capital?
 Juízo Particulare Dia do Juízo
Quais as diferençasentre um e outro?
Metas de Ano Novo
 Ano Novo, VidaNova? Como?
 
2
 vangélicas” condenam a comemoração doNatal. Em São Paulo, há alguns anos, mui-tos prédios eram carinhosamente enfeitadoscom luzes nessa época do ano, de cima abai-
xo. Pais e mães levavam seus lhos para ver
a decoração e as luzes.Hoje, isso não está mais acontecen-
 
do, ou acontece cada vez menos. A decora-ção dos prédios agora não é mais completa,muitos andares “furam” a decoração natali-
na. Os edifícios agora não cam mais com
-pletamente enfeitados, como antes: algunsmoradores não colocam e/ou não permitema colocação das luzes. Dia desses, uma me-nina frustrada perguntava ao porteiro de umprédio com a decoração cheia de falhas: “Porquê não tem luz naquele?” e a resposta: “Odono daquele apartamento é ‘evangélico’.”...É pecado um cristão comemorar aNatividade de Jesus Cristo com luzes e cores?Claro que os enfeites e as luzes
representam um jeito apenas supercial de
comemorar o Natal, mas isso também podeservir para proclamar a nossa felicidade ecomprometimento com o sentido mais pro-fundo desta data. E qual é o motivo paracelebrar o Natal? Temos duas respostas paraescolher, pois realmente existem “dois Na-tais” acontecendo todo ano, no mesmo mês.Um é o Natal de Jesus, Filho deDeus e nosso Salvador. O outro é o natalde um “papai” que não vem do Céu, que sódura um dia e serve de desculpa para bebe-deiras, comilanças e excessos de todo tipo.O Natal de Jesus é uma Festa de Vida e alegria santa, que vem de Deus; é co-memorar a vinda da Luz Divina ao mundo.O natal do Papai Noel, que dá pre-sentes, diz “
ho ho” 
e tem duendes, só fun-ciona neste dia. Mas no dia seguinte... Ondeestá ele? Sumiu das ruas, da TV, das lojas...O Natal de Jesus é para o ano intei-ro, para a vida inteira, é o Natal hoje e sem-pre, pois representa o nosso renascimentopara uma vida nova, mais real, mais bonita erecompensadora...Muitos ainda preferem se limitar àfantasia das árvores, chaminés, trenós, nevede isopor e papel laminado. Pena... Esque-cem o verdadeiro Natal, do Menino quenasceu em Belém, numa manjedoura, para viver e morrer por todos, ressurgir dentre os
mortos e continuar vivo entre nós até o m
do mundo.Que Natal você vai festejar neste25 de Dezembro? O Natal de Jesus, que éeterno e leva para perto de Deus, ou um na-tal de mentira, que dura apenas um dia e éfeito de alegrias passageiras?Se você crê, procure aproveitarbem o Natal, junto com a sua família e ami-gos. Mas procure sobretudo viver a paz, aunião e o amor fraterno... Aproveite para sercristão na prática, nessa ocasião tão especial.O sentido interior e maior do Natal, a Graçae as bençãos verdadeiramente luminosas quenos chegam com a Natividade do Senhor,essa é a prioridade do cristão. 
Um santo Natal para você!
“San-to” quer dizer “separado” para Deus. Este éo nosso desejo para todos os leitores da Vozda Igreja. Um Natal
separado
de todo o mal, detodo o egoísmo, intriga, ódio, inveja, mesqui-nharia, materialismo, sentimento de divisão...Um outro Natal, a ser festejadobem junto ao Sublime Aniversariante. Sebuscarmos sempre isso em primeiro lugar,certamente todas as coisas de que precisa-mos virão por acréscimo.
S
ó existe um motivo para celebrar oNatal. E é triste ver que esse mes-mo motivo é completamente igno-rado pela mídia atual, e que isso se re-
ete nas festas natalinas das escolas, das
empresas e, lamentavelmente, das famílias. Algumas pessoas consideram a Ce-lebração do Natal como a chata repetição deum costume, um hábito que vem do tempodos nossos avós e que não tem mais um gran-
de signicado na era da tecnologia e da inter
-net. Outros encaram a data como apenas umaoportunidade para comer e beber demais. É por isso que as empresas cada vez estão mais livres para aproveitar essetempo sagrado para vender produtos e ser-
 viços. Os lmes, enfeites, cartões e revistas
ditos de Natal só falam do Papai Noel e dassuas renas, seus duendes, sua fábrica mágicade brinquedos...
Algumas denominações ditas “e-
O
N
atal
de Jesus
   I  m  a  g  e  m  :   “   G  e  r   b  u  r   t   C   h  r   i  s   t   i   ”  -  p   i  n   t  u  r  a   d  e   F  r  a  n  z  v  o  n   R  o   h   d  e  n   (   1   8   1   7  -   1   9   0   3   )
O
N
atal
de Jesus
P
or que
e como
 
C
omemorar
 
3
 
Liturgia da Palavra
Nas Missas Solenes costuma-se fazer a entrada do Evangeliário (livro litúrgicousado para as leituras na Missa). Senta-da, a assembléia se prepara para a es-cuta atenta. Um antigo cântico convida:
“Escuta, Israel... O Senhor teu Deus vai falar.” 
Está posta a primeira Mesa, que éa Mesa da Palavra.
Primeira Leitura
Nos domingos, festas e solenidades, aprimeira leitura é quase sempre tomadado Antigo Testamento (existem exceções,por exemplo, nos domingos do TempoPascal). A leitura do Antigo Testamento éescolhida em função do Evangelho, for-mando quase sempre um “par” em torno deum tema (sobretudo no Tempo Comum).As leituras terminam com “Palavra doSenhor”. A assembléia responde “Gra-ças a Deus”.
Salmo Responsorial
O Salmo (às vezes outro hino da Bíblia)é a resposta orante da assembleia. Deusfalou na Primeira Leitura, a comunidaderesponde com o Salmo, de preferênciacantado, ao menos o refrão.A numeração do salmo provavelmentenão coincide com a da Bíblia comum,porque a Liturgia usa a numeração latina.Perceba, aprecie e reze a sintonia entrea Leitura e o Salmo. O Salmo, na Missa,nunca deve ser substituído por algum ou-tro canto que não seja bíblico.
Segunda Leitura
Nos domingos e solenidades há a Se-gunda Leitura, sempre tomada do NovoTestamento. No Tempo Comum, é a lei-tura contínua das passagens mais signi-
fcativas das cartas do Novo Testamento,
sem necessariamente combinar com aPrimeira Leitura e o Evangelho. A se-gunda leitura pretende iluminar a práticapastoral das comunidades.
 Aclamação ao Evangelho
De pé, a assembléia acolhe a Palavra por excelência: agora será o próprio Jesus anos falar, através da boca do sacerdote.Mediante o canto, manifestamos a ale-gria de tê-lo entre nós, falando conosco!Exceto na Quaresma, o canto é alegre:Aleluia! A estrofe é tirada da Bíblia.
Evangelho
Aquele que preside (o padre, o concele-brante ou o diácono) proclama o Evange-lho do dia. Pode ser cantado, para subli-nhar o caráter de festa. Quando se usaincenso na Celebração, antes da procla-mação incensa-se o Evangelho.Nos domingos do Tempo Comum, demodo geral, lemos um Evangelho a cadaano. Mateus (Ano A), Marcos (Ano B)e Lucas (Ano C). O Evangelho de Joãoestá presente em todos, particularmentena Quaresma e Tempo Pascal. Nos diasde semana, no decorrer do ano, lemospraticamente todos os Evangelhos. Háleituras próprias para o ano par e parao ano ímpar.A proclamação do Evangelho é o pontoalto da Liturgia da Palavra. Marcamoscom uma cruz (persignação) a testa(mente), a boca (palavras) e o peito (sen-timentos), para expressar o desejo deque a Palavra de Jesus nos guie em tudoo que pensamos, dizemos e fazemos. Aproclamação termina sempre com “Pala-vra da Salvação”. A assembleia respon-de “Glória a vós, Senhor”. Terminada a proclamação, o Evangelhodeve ser reverenciado com a inclinaçãoe/ou com o beijo de quem o proclamou.
Homilia
Quem preside dirige a palavra à assem-bleia sentada, esclarecendo o sentidodas leituras e ajudando a comunidade aaprofundar a Palavra à luz da nossa rea-lidade. É o momento em que buscamosdescobrir o que a Palavra tem a nos di-zer. É importante escutar com atenção erespeito, pois não se tratam de palavrasdo passado, mas da Palavra de Deuspara nós, hoje, agora.
 PARTE 
POR
 PARTE 
Ref:
BORTOLINI, José. A Missa Explicada Parte por Parte, 4ª edição. São Paulo: Paulus, 2006, pp. 21 – 23.
A
 
S
anta
M
issa

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