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Íntegra do mandado de segurança (Dr.Rosinha x Derosso/Câmara de Curitiba)

Íntegra do mandado de segurança (Dr.Rosinha x Derosso/Câmara de Curitiba)

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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA VARA DE FALÊNCIAS, CONCORDATAS E RECUPERAÇÕES JUDICIAIS DO ESTADO DO PARANÁ.

FLORISVALDO FIER (DR. ROSINHA), brasileiro, Deputado Federal, [...] vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, com esteio no artigo 5.º, inciso LXIX, da Constituição Federal para impetrar

MANDADO DE SEGURANÇA INAUDITA ALTERA PARTE c/c pedido liminar

contra ato omissivo praticado pelo Presidente da Câmara Municipal de Curitiba, Vereador JOÃO CLÁUDIO DEROSSO, p
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA VARA DE FALÊNCIAS, CONCORDATAS E RECUPERAÇÕES JUDICIAIS DO ESTADO DO PARANÁ.

FLORISVALDO FIER (DR. ROSINHA), brasileiro, Deputado Federal, [...] vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, com esteio no artigo 5.º, inciso LXIX, da Constituição Federal para impetrar

MANDADO DE SEGURANÇA INAUDITA ALTERA PARTE c/c pedido liminar

contra ato omissivo praticado pelo Presidente da Câmara Municipal de Curitiba, Vereador JOÃO CLÁUDIO DEROSSO, p

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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA VARA DE FALÊNCIAS,CONCORDATAS E RECUPERAÇÕES JUDICIAIS DO ESTADO DO PARANÁ.FLORISVALDO FIER (DR. ROSINHA),
brasileiro, Deputado Federal, [...]vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, com esteio no artigo 5.º, incisoLXIX, da Constituição Federal para impetrar 
MANDADO DE SEGURANÇA
INAUDITA ALTERA PARTE 
c/c pedido liminar 
contra ato omissivo praticado pelo
Presidente da Câmara Municipal deCuritiba, Vereador JOÃO CLÁUDIO DEROSSO
, podendo ser encontrado na rua Barãodo Rio Brancos,, 720, Centro, nesta cidade, Estado do Paraná, que integra a pessoa jurídica MUNICÍPIO DE CURITIBA, com sede na Av. Cândido de Abreu, 817, CentroCívico, Curitiba, Paraná e CÂMARA MUNICIPAL DE CURITIBA, com sede na Rua Barãodo Rio Branco, 720, Centro, pelos fundamento nos fatos e razões de direito que a seguir passa a expor:
1 - INTRODUÇÃO
“(...)2 – Quanto à liminar postulada desde o início pelos impetrantes,entendo que há relevância na argumentação de que o impetrado não
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respondeu aos pedido feitos administrativamente. O perigo de demoratambém está presente. (...) Ademais, há o princípio da transparência ou da publicidade dos atos administrativos, que merece respeito” 
(Trechodo Despacho no Mandado de Segurança nº n433851-8 – Relator JuizConvocado Rogério Ribas – Data 18/02/2008)
“(...) Isso porque o prinpio da publicidade dos atos e contratosadministrativos objetiva proporcionar seu conhecimento pelosinteressados e a recusa no fornecimento das informações implica emilegalidade, excetuado os casos em que seja imprescindível o sigilo” 
(Trecho do acórdão no Mandado de Segurança n.º 435664-1 – Relator Des. Salvatore Antonio Astuti – Data 21/02/2008)
2 - OS FATOS
O presente mandado de segurança, em síntese, é IMPETRADO paraque o Deputado Federal FLORISVALDO FIER (DR. ROSINHA), do Partido dosTrabalhadores (PT/PR), tenha acesso a documentos públicos em poder do Presidente daCâmara Municipal, aqui IMPETRADO, e que não lhe foram franqueados, mesmo depois depedido administrativo formulado diretamente ao órgão em 07 de agosto de 2011.No documento, o IMPETRANTE solicitava ao IMPETRADO informaçõessobre a licitação feita pela Câmara de Vereadores para a contratação de serviços depublicidade, que culminou na contratação de empresa publicitária de propriedade daesposa do Vereador IMPETRADO. Sobre o caso, e conseqüentemente sobre o interesse jurídico do IMPETRANTE, sequer haveria necessidade de enfrentamento, tamanha suarepercussão na imprensa.Mas vale o destaque dado ao tema pelo jornal Gazeta do Povo:
“Mulher de Derosso atuava na Câmara quando venceu licitaçãoContrato de R$ 5 milhões foi assinado uma semana depois de ela
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deixar o cargo. Situação desrespeita a Lei de LicitaçõesPublicado em 17/07/2011 I KARLOS KOHLBACH 
O processo licitatório de 2006 feito pela Câmara de Vereadores deCuritiba que resultou na contratação da agência de publicidade da mulher do presidente da Casa, vereador João Cláudio Derosso (PSDB), violou aLei de Licitações (n.º 8.666/93). O Diário Oficial do Município revela quea jornalista e empresária Cláudia Queiroz Guedes, dona da agênciaOficina da Notícia Ltda., era funcionária comissionada do Legislativomunicipal quando participou e venceu a licitação. A lei veda esse tipo de prática. "Não poderá participar direta ou indiretamente da licitaçãoservidor ou dirigente de órgão ou entidade contratante ou responsável  pela licitação", diz a Lei de Licitações.
 A pedido da Gazeta do Povo, o procurador de Justiça do ParanáMário Schirmer comentou a situação em tese, e não sobre o casoespecífico. Ele afirmou que, em tese, a participação de um servidor na concorrência do órgão do qual ele é contratado viola a Lei deLicitações e as consequências podem ser o ajuizamento de umaação de improbidade, a devolução do dinheiro público e até mesmo prisão dos envolvidos. "A lei proíbe a participação do servidor nalicitação feita pelo órgão em que ele trabalha. Podemos pensar em possibilidade de improbidade administrativa e até mesmo em crime, já que o caráter competitivo do procedimento licitatório foi frustrado."  A pena, nesse caso, ainda de acordo com a Lei de Licitações, é dedois a quatro anos de prisão e aplicação de multa. O presidente doTribunal de Contas do Estado (TC), Fernando Guimarães, tambémavalia que há irregularidades. "Não pode haver a participação de umservidor de uma licitação do próprio óro. Ela teria que sedescompatibilizar do cargo em comissão antes de participar do processo licitatório", disse Guimarães.O Diário Oficial revela que Cláudia só deixou o cargo depois que ela
 já
tinha a confirmação de que a empresa dela era uma dasvencedoras da licitação. O resultado do processo licitario foi anunciado em 11 de abril de 2006 e o Diário mostra que ela foi 
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