Welcome to Scribd. Sign in or start your free trial to enjoy unlimited e-books, audiobooks & documents.Find out more
Download
Standard view
Full view
of .
Look up keyword
Like this
2Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
True Blood - Escravos do Amor - Capítulo 1 - Pagando bem, que mal tem!

True Blood - Escravos do Amor - Capítulo 1 - Pagando bem, que mal tem!

Ratings: (0)|Views: 28,519|Likes:
Published by WE LOVE TRUE BLOOD
Primeiro Capítulo da Novela Mexicana Escravos do Amor baseada em True Blood
Primeiro Capítulo da Novela Mexicana Escravos do Amor baseada em True Blood

More info:

Published by: WE LOVE TRUE BLOOD on Dec 17, 2011
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOC, PDF or read online from Scribd
See more
See less

09/26/2013

pdf

 
Temporada 01 Capítulo 01
Pagando bem, que mal tem! 
EVERYBODY wants to see ANYBODY fuck 
Começava mais um dia quente na agitada cidade
Vale de Los Sanguijuelas
.Sookita estava sentada em sua cozinha com uma pilha de contas em cima damesa, enquanto Jason estava sentado na outra ponta com os pés para cima esua atenção voltada para o celular.“Sook, deixe essas contas pra lá, não se estresse à toa...Por que não mandaseu noivo rico pagar? Larga mão de ser tapada. Nem parece que é minhairmã.”“Por Deus, Jason Ricky, eu já disse para você que o meu relacionamento comBill não está baseado em interesses. Eu não sou uma mulher mantida. Souuma pessoa saudável, e posso muito bem trabalhar para pagar as minhascontas. Mas esse mês, as coisas saíram um pouco do controle...droga... eunão sei o que fazer.”Jason abre um sorriso irônico e responde:“Não é sua culpa que nossa avó morreu e deixou essa hipoteca pra pagar.Desculpe, Sook, mas eu não moro mais aqui e não posso te ajudar nessa...”Sookita lançou ao seu irmão um olhar de choque, misturado com pura tristeza.Ela sabia que Jason Ricky não ganhava uma fortuna como policial, mas omínimo que ela esperava dele, era pelo menos apoio, frente a situação. Elatrabalhava desde os 16 anos, sempre tinha ajudado nas contas da casa, nuncatinha faltado nada a eles. Mas depois que sua avó morreu, as coisas mudaramdrasticamente. Para Jason nem tanto, já o que ele mais sabia fazer eragalinhar e viver estupidamente.“Sabe...por que você não procura outro emprego? Um que pague melhor?”Sookita olhou chocada de novo:“Outro emprego? E deixar Sam na mão? Eu não penso assim. Sam sempre foimuito bom para mim, eu não posso simplesmente largá-lo desta forma.”Sookita trabalhava como garçonete, no bar mais famoso da cidade, o
Tequilla’s.
Sam era seu patrão, e foi quem deu o seu primeiro emprego, desde
 
então eles haviam se tornado grandes amigos. O boato que corria na cidadeque ele era apaixonado por Sookita, mas ela não acreditava nisso, as pessoassó estavam sendo maldosas como de costume.“Então procure um emprego em outro turno. Sei lá, em um posto de gasolina,agência funerária ou quem sabe você pode falar com o Lafayette Escobar.. Eusoube que ele está contratando.” Ele disparou, e então soltou uma gargalhada.“Eu gosto de trabalhar honestamente Jason, Lafayette é meu amigo mas nãoestou disposta a ser mulher de vida fácil. Não estou tão desesperada assim.”Respondeu irritada.“Engraçado, eu conheço várias pessoas que gostam de levar essa vida fácil...inclusive...” Jason se calou, e então mudou de assunto: “Bem, tenho que ir agora. Eu posso vê se consigo algum emprego para você de estagiária lá nadelegacia.”Ele se levanta da cadeira, acena um adeus e sai pela porta da cozinha.Sookita balançou a cabeça em desaprovação, trabalhar com Jason seria aúltima coisa que ela gostaria na face da Terra.“Deus que me livre!”Ela observou a mesa distraidamente, e quando os seus olhos passaram pelovisor de seu celular, ela reparou que estava atrasada para o seu turno no bar.E este não é um bom momento para faltar ao trabalho, ela pensou consigomesma. Jogou as contas rapidamente dentro da “Caixinha da Desgraça” comoela gostava de chamar onde guardava os papéis importantes e correu paracolocar seu uniforme.--------------------------Chegando ao Tequilla’s, Sookita começa a atender as mesas completamentedesanimada. Era um dia comum e de pouco movimento no bar. O que era bom,pois só assim sua mente telepática tinha um pouco de descanso. De repenteela notou a presença de sua melhor amiga Tara, que estava atendendo outramesa. Discretamente Sookita acenou para que ela se aproximasse.“Tara, você sabe se aquela padaria lá do Seu Alberto está contratando?”Tara não segurou a risada comentado:“Pelo amor de Deus, né? Trabalhar para aquele velho louco não dá. Ele adoraapalpar as moças que trabalham lá... se a jamanta da mulher dele tiver umacrise de ciúmes, te coloca no olho da rua sem pensar duas vezes. Não achoque fazer boquete naquele velho valha à pena...”. Tara fez uma cara de nojo.Sookita balançou a cabeça tentando apagar a cena de sua mente. Que jeitohorrível de começar o dia.
 
“Tara, como você sabe de tudo isso? Por acaso fez isso quando trabalhou lá?Nunca vi você reclamar do salário...”“Eu tenho contatos Sook, não sou antissocial como você, tenho amigos.”“Não precisa pegar pesado, Tara. Eu gosto de ser sua amiga e Bill já é todo oconforto que preciso, não quero outras pessoas a minha volta.”“No dia que eu encontrar um namorado e dizer ‘ele é meu conforto’ você podeme internar. Quero alguém que faça direito. Isso basta!”Sookita ficou sem graça lembrando-se de sua condição de virgem, pura ecasta... Será que ela nunca iria desenrolar com Bill? Só beijar não a satisfaziacomo antes, Bill era respeitoso até demais. Só que Tara não precisava saber disso.“Tara, e aquela boate?”, ela perguntou envergonhada.“Qual Boate?”“Aquela do martelo... não sei bem o nome.” Sookita lançou um olhar confusopara a amiga.“Ah, claro...
Santo Martillo?” 
“Essa mesmo! Será que estão contratando garçonetes? Estava pensando emdar uma passada por lá, sabe, como quem não quer nada...”“Humm, não acho uma boa ideia, lá só trabalha mulheres lindas e perfeitascomo o dono.” Tara fez uma careta de desaprovação. “Não que você seja feia,mas, não somos beldades. Uma vez eu tentei um emprego lá e não foi omelhor dia da minha vida, não gosto de lembrar.“ Ele não pode ser tão perfeito assim... E se for deve ser o nojo em pessoa,diferente do meu Bill que é o homem mais doce que já conheci.”Sookita suspirou na lembrança do seu amado e doce Bill.Tara não é chegada em políticos e não suporta o envolvimento de sua melhor amiga com o prefeito da cidade. Sookita é inocente demais e é um joguete fácilna mão de homens poderosos como Bill de La Veja, pensou preocupada.“Sook, você precisa encontrar alguém que faça seu sangue ferver, sentir comichão no meio das pernas...Até hoje não entendo como você foi seenvolver com o prefeito da cidade. Achei que sua avó tinha ensinado os fatosda vida...”Sookita estava sem paciência e nem perdeu tempo respondendo a amiga, ela já estava cansada de escutar o fato de Bill não ser isso ou aquilo...ela sabiamuito bem com quem estava se envolvendo, e não era com esse homem

Activity (2)

You've already reviewed this. Edit your review.
1 thousand reads
1 hundred reads

You're Reading a Free Preview

Download
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->