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RESUMO
ABSTRACT
LISTA DE TABELAS
LISTA DE FIGURAS
LISTA DE ABREVIAÇÕES
1. INTRODUÇÃO E OBJETIVO
1.1 Introdução
1.2 Objetivo
2. ESTADO DA ARTE
2.1 Histórico
2.2 Geração Distribuída
2.3 Principais Tecnologias de Geração Distribuída
2.4 Geração Dispersa
2.4.1 Geração Dispersa a partir da Energia Solar
2.4.2 Geração Dispersa a partir de energia eólica
Figura 2.2 – Curva de potência de uma turbina eólica
2.8 Conexão da Geração Distribuída no Sistema Elétrico
Tabela 2.1 – Níveis de tensão para conexão de geração distribuída
2.9 Custos e Benefícios Relacionados à Geração Distribuída
2.10 Planejamento da Distribuição de Energia Elétrica
2.11 Aspectos Legais e Regulatórios
2.11.1 Outorga da Central Geradora
2.11.2 Conexão à Rede
2.11.3 Geração Distribuída
2.11.4 Geração Dispersa
2.11.5 Licenciamento Ambiental
2.11.6 Comercialização de Excedentes
Figura 2.3 - Síntese de opções de comercialização de energia proveniente de GD
2.11.7 Legislação em Outros Países
2.12 Cogeração
Figura 2.4 – Rendimento na geração de eletricidade e calor
Tabela 2.2 – Eficiência na geração termelétrica e cogeração
2.12.1 Formas de Cogeração
Figura 2.6 – Utilidades da cogeração
2.12.2 Estimativa do Potencial de Cogeração por Área de Processo
Tabela 2.3 – Valores típicos de α no setor industrial
Tabela 2.4 – Valores médios típicos de α no setor terciário
Tabela 2.5 – Valores típicos de β por tecnologia de cogeração
Tabela 2.6 – Características da cogeração por setor
2.13 Custo da Energia Gerada
Tabela 2.7 – Custo dos equipamentos de cogeração
2.13.1 Geração Distribuída
Tabela 2.8 – Investimento e O&M em geração distribuída por tecnologia
Tabela 2.9 – Custo de geração de energia elétrica por combustível
Tabela 2.10 – Valor econômico da tarifa de aquisição de energia (PROINFA)
2.13.2 Geração Dispersa
Tabela 2.11 – Custo de equipamentos para geração solar
Tabela 2.12 – Custo da energia por geração dispersa
Tabela 2.13 – Tarifa fotovoltaica na Alemanha
3. MODELO PROPOSTO
3.1 Formulação do Problema
3.2 Estrutura do Modelo Proposto
Figura 3.1 – Diagrama de blocos do modelo proposto
3.3 Módulo I – Identificação de Potenciais Unidades de GD
3.3.1 Potenciais GDs
3.3.2 Potencial de Capacidade de Geração
Figura 3.2 – Cálculo da potência máxima de uma GD
3.4.1 Representação do Sistema com Geração Distribuída
Figura 3.3 – Sub- sistemas em estudo
Figura 3.4 – Exemplo de diferentes densidades de carga [4]
3.4.2 Representação do Sistema com Geração Dispersa
3.4.2.1 Evolução da Geração Dispersa
3.4.2.2 Indução à Geração Dispersa
3.4.2.3 Custo da Energia Produzida por Geração Dispersa
Figura 3.5 – Exemplo de evolução do custo de geração, por tecnologia
Figura 3.6 – Evolução do custo dos módulos fotovoltaicos
Figura 3.7 – Evolução do custo de geração eólica
3.5 Módulo III – Modelo de Avaliação e Determinação dos Resultados
3.5.1 Identificação dos Custos e Benefícios
3.5.3 Postergação de Investimentos
3.5.3.1.1 Investimentos em Subestações e Alimentadores dos Subsistemas 1 e 2
Figura 3.8 – Aumento da capacidade de reserva de contingência das subestações
3.5.3.2 Investimentos nas Subestações e Alimentadores do Subsistema 3
Figura 3.9 – Postergação do investimento na SE pela conexão da GD
3.5.3.3 Postergação de Investimentos – Sistema de Subtransmissão
Figura 3.10 – Conexão da GD no sistema de subtransmissão
3.5.4 Perdas
Tabela 3.2 – Determinação do expoente σ em função de Ib/R
3.5.5 Confiabilidade
3.5.6 Receitas Devido ao Acesso à Rede
3.5.7 Aumento da Segurança Energética
3.5.8 Benefícios Ambientais
3.5.9 Custo de Conexão à Rede
3.5.10 Custo de Perda de Faturamento
3.5.11 Determinação dos Resultados
Figura 3.11 – Exemplo de curva potência x benefício
3.6 Mecanismos de Incentivo à GD
3.7 Proposição e Contratação da GD
3.8 Considerações Adicionais
4. MODELAGEM DE COGERADORES OU AUTOPRODUTORES
Tabela 4.1 – Custos de investimento por tecnologia de geração
4.1 Indústria de Papel de Celulose
Figura 4.1 – Produção de energia elétrica em indústrias de papel e celulose
4.2 Indústria de Açúcar e Álcool
Figura 4.2 - Produção de energia elétrica em indústrias de açúcar e álcool
Tabela 4.2 – Potência de cogeração no setor sucroalcooleiro
Tabela 4.3 – Custo da energia gerada – setor sucroalcooleiro
Tabela 4.4 – Custos de cogeração por custo de bagaço de cana
4.3 Indústria Siderúrgica
Figura 4.3 - Produção de energia elétrica em indústrias siderúrgicas
Tabela 4.5 – PCI dos gases de exaustão de usinas siderúrgicas
Tabela 4.6 – Custo de geração de energia - siderurgia
4.4 Indústria Têxtil
Figura 4.4 – Fluxograma de GD com turbina a gás
4.5 Indústria de Cerâmica
Figura 4.5 – Cogeração em indústria cerâmica
4.6 Indústria de Cimento
Figura 4.6 – Cogeração em indústria cerâmica
4.7 Aterros Sanitários
4.8 Estação de Tratamento de Efluente
4.9 Hospitais
Tabela 4.6 – Potencial de cogeração em hospitais
Figura 4.7 – Cogeração hospitalar com integração ao sistema de climatização
4.11 Hotéis
Tabela 4.9 – Potencial de cogeração no setor hoteleiro
Figura 4.9 – Cogeração em hotéis
Tabela 4.10 – Custo de cogeração em hotéis
5. EXEMPLO DE APLICAÇÃO
Figura 5.1 – Rede de distribuição do caso estudado
Tabela 5.1 – Principais descritores de cada família de alimentadores
Tabela 5.2 – Vetor de potências da oportunidade OP(i,j)
Tabela 5.3 – Cenários
Tabela 5.4 – Custo de geração por tecnologia de GDd
alimentador
Tabela 5.6 – Número de unidades de GDd por família a cada ano
Figura 5.2 – Transferência de carga na rede sem GD
Figura 5.3 – Transferência de carga na rede com GD
Tabela 5.8 – Características do alimentador com GD (AlGD) no cenário C1
Tabela 5.11 – Investimentos postergados – OP(1,1)
6. CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANEXO A – PRINCIPAIS TECNOLOGIAS DE GERAÇÃO DISTRIBUÍDA
1 Microturbinas a Gás
Figura A.1 – Ciclo de funcionamento de microturbinas
2 Turbinas a Vapor
3 Turbinas a Gás
Tabela A.1 – Consumo específico de turbina a gás
Figura A.2 – Cogeração com turbina a gás
4 Ciclo Combinado
Figura A.3 – Ciclo combinado: turbina a gás e a vapor
5 Motor de Combustão Interna
Tabela A.2 – Consumo de combustível em motores de combustão interna
Figura A.4 – Cogeração utilizando motor de combustão interna
6 Motor Stirling
7 Células a Combustível
Figura A.5 – Célula a combustível tipo ácido fosfórico
8 Energia Eólica
9 Energia Solar
1. Indústria de Papel e Celulose
2. Indústria Sucroalcooleira
3. Indústria Siderúrgica
Tabela B.2 – Consumo específico anual de energia no setor siderúrgico
Figura B.1 – Processo de produção de aço
4. Indústria Têxtil
5. Indústria de Cimento
Figura B.2 – Fluxograma da produção de cimento
Tabela C.1 – Razão potência / calor gerador em ciclos térmicos (topping)
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Tese Rev Thiago Farqui

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05/10/2013

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