EDITORIAL
Tribuna Portuguesa
1 de Novembro de 2008
SEGUNDA PÁGINA2
Year XXIX, Number 1051 Nov 1st, 2008
ENTIDADES CONDECORADASPELO ESTADO PORTUGUÊS NA CALIFORNIA
Leonel Rosa
(San Diego) — Ofi-cial da Ordem de Benemerência
Antonio Rosa
(San Diego) — Ofi-cial da Ordem de Benemerência
Manuel Silva
(San Diego) — Ofi-cial da Ordem de Benemerência
Manuel Labrincha
(San Diego) — Oficial da Ordem de Benemerëncia
Luis Batista
(Los Angeles)
Almirante Langille
(San Diego) — Medalha Vasco da Gama
Mary Giglitto
(San Diego) — Dama da Ordem de Infante D. Hen-rique; Ordem da Instrução Pública
Mary Moniz
(San Diego) - Oficialda Ordem do Infante D. Henrique
Alberto Lemos
— Comendador daOrdem do Infante D. Henrique
Jack Gonçalves
- Oficial da Or-dem de Benemerência
1978
Eduardo Mayone Dias
— Comen-dador da Ordem do Infante D. Hen-rique
Décio de Oliveira
- Comendador da Ordem de Benemerência
Carlos Macedo
— Comendador eOrdem de Benemerência
António de Sousa Bettencourt
— Cavaleiro da Ordem do Infante D.Henrique1980
Ramiro Dutra
— Colar do MéritoAgrícola e Comendador da OrdemMilitar de Santiago de Espada
Carlos Almeida
— Comendador da Ordem do Infante D. Henrique
1983Albert Soares
— Oficial da Ordemde Benemerência
Benjamin Woodbridge
— Comendador da Ordem do InfanteD. Henrique
1985Helter Martins
— Oficial da Or-dem do Infante D. Henrique
1986Arthur Askins
— Comendador daOrdem do Infante D. Henrique
Frank Dias
— Oficial da Ordemde Benemerência
1987Rodrigo Alvernaz
— Comendador da Ordem de Mérito
Fatima Avila
— Oficial da Ordemde Mérito
1988
Maria Amelia Carreira das Ne-ves
— Oficial da Ordem de Mérito
José Mauricio Lomelino Alves
— Comendador da Ordem de Mérito
1989Batista Sequeira Vieira
— Comendador da Ordem de Mérito
Joe D ‘Alessandro
— Cavaleiro daOrdem do Infante D. Henrique
Maria Hortência Silveira
- Oficialda Ordem de Mérito
Fernando M. Soares Silva
— Comendador da Ordem do InfanteD. Henrique
Heraldo da Silva
— Comendador da Ordem do Infante D. Henrique
Federação Fraternal Luso-American
— Membro Honorárioda Ordem do Infante D. Henrique
Irmandade do Divino EspíritoSanto
— Membro Honorário daOrdem do Infante D. Henrique1990
Eduardo Eusebio
— Comendador da Ordem do Infante D. Henrique
Adriano Sales da Silva
— Comen-dador da Ordem do Infante D. Hen-rique
1991
Berta Yvonne Ormond d ‘AvilaMadeira
- Oficial da Ordem deMérito
John Henry Felix
— Grande Ofi-cial da Ordem do Infante D. Henri-que.
Manuel Bem Barroca
— Comen-dador da Ordem do Infante D. Hen-rique
William Silveira
— Comendador da Ordem do Infante D. Henrique
Carlos Miguel Didier de MattosFernandes
— Comendador da Or-dem de Mérito
Rebecca Catz
— Oficial da Ordemdo Infante D. Henrique
Leonel Caldeira Noia
— Oficialda Ordem de Mérito
Marion Reupsch
- Dama da Or-dem do Infante D. Henrique
1995
Antonio Pereira Goulart
— Comendador da Ordem de Mérito
1997John Vasconcellos
— Comenda-dor da Ordem do Infante D. Henri-que
1999Nathan Oliveira -
Comendador daOrdem do Infante D. Henrique
2000S.P.R.S.I. (Sociedade PortuguesaRainha Santa Isabel)
- Placa
2001Manuel Fontes de Sousa
— Comendador da Ordem do InfanteD. Henrique
UP.P.E.C. (União PortuguesaProtectora do Estado da Califor-nia)
- Placa
2002
Manuel da Silva Bettencourt
— Comendador da Ordem de Mérito
2004Benildo (Bernie) Dinis Ferreira
— Medalha da Ordem de Mérito
Adalberto (Al) Manuel Pinheiro
-Oficial da Ordem de Mérito
João Carlos Martins
— Medalhada Ordem de Mérito
2008Elmano Costa
- Comendador daOrdem de Instrução Pública
Até quando é que a….
E
ducação da Língua Portuguesa na América vaidar pano para mangas? Já quantos Coorde-nadores é que tivemos? Já quantas ideias brilhantes éque foram discutidas e nenhuma delas pouco ou nadaresultaram? Já se passaram 34 anos depois do 25 deAbril e até hoje ninguém entendeu qual o modelo mel-hor para que os resultados sejam sustentáveis e nãodependam das mudanças de política dos governos emPortugal.Saudamos a nova Coordenadora do Ensino de Portu-guês nos EUA, Fernanda Costa, que ficará sediada noConsulado Geral de Portugal em Boston, esperandoque, de uma vez por todas, se resolva este problema para bem de todos. Já é tempo de parar com esta ima-gem de ninguém ser capaz de decidir.A maioria de vós quando receber este jornal já saberáqual o novo Presidente da América para os próximosquatro anos. O Mundo espera com ansiedade esta mu-dança. É preciso e necessário que tenhamos na CasaBranca um homem com sentido de mudança, para estegrande País e para o que depende de nós em ajudar oresto do mundo. É necessário ter um plano ambicioso para acabar com uma guerra sem sentido, que já matouquase cinco mil dos nossos filhos e netos. E para de-fender o quê?Mesmo depois do Iraque ainda temos o grave problemado Afeganistão, que é mais complexo do que o Iraque.José Luís da Silva vai reformar-se, mas antes disso vailançar um livro de Poesia e prosa no mês de Novem- bro.Há três anos, depois de perder as eleições para JoséSócrates, Pedro Santana Lopes perguntado o que é queia fazer, respondeu: “Vou andar por aí”. Isto para dizer que desejamos que José Luís da Silva, também ande por aí e mesmo estando fora do seu ambiente escolar no dia-a-dia, possa continuar a ser um farol e um guia para toda a nossa juventude. jose avilaSr. José AvilaMui Digno Director do Jornal TribunaPortuguesaDesde já agradeço-lhe o espaço que me possa conceder no seu conceituado jornal para fazer o seguinte esclarecimento:Lendo a notícia publicada no TRIBUNAda 2ª quinzena de 2008 do corrente mêsde Outubro, dizendo que Monsenhor Manuel Vieira Alvernaz (de saudosamemória), teria afastado as rainhas dafesta de Nossa Senhora de Fatima daIgreja do Sagrado Coração de Turlock para que não houvesse comparação comos cortejos ou paradas das festas doEspírito Santo.O articulista não disse a verdade, natural-mente por não estar dentro do assunto,ou, por
ter sido mal informado.Embora a aprovação tenha tido o consen-timente do Monsenhor Alvernaz (que defacto, o contrário, não tinha qualquer sentido), a ideia inicialmente, partiu doPresidente da Festa daquele ano em queas rainhas foram afastadas, mediante proposta do mesmo presidente à Co-missão da Festa e com o acordo unânimede todos, foi a proposta aprovada.Então a partir desse ano, as rainhas deix-aram de participar na procissão, tendo para o efeito sido convidadas todas asinstituições, das quais, faziam parte asmesmas rainhas para apenas fazerem-serepresentar com os estandartes ou bandeiras das suas irmandades.Concretizadas e aceites todas as diligên-cias efectuadas, verificou-se que a Pro -cissão passou a ter um aspecto maisdigno de decoro e religiosidade,mostrando assim a devoção que os fiéisdevem e deviam prestar nas procissõesque se realizam em honra de Nossa Sen-hora de Fátima.A finalizar este esclarecirnento, chamo aatenção para o
artigo de José Raposo, publicado no TRIBUNA, também de 15do corrente mês de Outubro, a quem fe-licito pela coragern e visão humanista eesclarecida ao abordar um assunto que asnossas comunidades deveriam ter maiscuidado com as celebrações das nosssfestas religiosas.
Leitor do TRIBUNA PORTUGUESA
Nota do Editor
- há dois ou três anosestávamos na Festa de Nossa Senhora deFátima de Turlock, quando a procissãoestava quase a chegar ao parque e juntode nós estariam talvez umas seis sen-horas que ajudam aquela festa. Umadelas disse quão diferente em número de pessoas era a festa de agora comparadacom as anteriores, quando havia rainhas.Perguntámos porquê e a resposta foi queMonsenhor Alvernaz teria solicitado paraque as rainhas não participassem mais nafesta.Esta carta vem desfazer e bem esta ideiasimples, mas não totalmente verdadeiraque nos foi confiada.Somos de opinião que as festas dos nos-sos padroeiros ou similares deveriammanter-se como uma profunda tradiçãoherdada das nossa Ilhas e deixar as nos-sas rainhas embelezaram as bonitas Fes-tas do Espírito Santo, como já é tradi-cional há quase cem anos.
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