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CARVALHO, Mauri - Lenin, Educação e Consciência Socialista

CARVALHO, Mauri - Lenin, Educação e Consciência Socialista

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Comunidade Josef Stálin

LENIN: EDUCAÇÃO E CONSCIÊNCIA NIN: SOCIALISTA

Enviado pelo camarada Mauri de Carvalho à comunidade Josef Stálin

Comunidade Josef Stálin - http://comunidadestalin.blogspot.com/

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Comunidade Josef Stálin
LENIN: EDUCAÇÃO E CONSCIÊNCIA SOCIALISTA Máuri de Carvalho Professor Associado I Do Departamento de Desportos do Centro de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Espírito Santo. Doutor e PósDoutorado em Filosofia e História da Educação na Faculd
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LENIN: EDUCAÇÃO E CONSCIÊNCIA NIN: SOCIALISTA

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Comunidade Josef Stálin
LENIN: EDUCAÇÃO E CONSCIÊNCIA SOCIALISTA Máuri de Carvalho Professor Associado I Do Departamento de Desportos do Centro de Educação Física e Desportos da Universidade Federal do Espírito Santo. Doutor e PósDoutorado em Filosofia e História da Educação na Faculd

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LENIN: EDUCAÇÃO E CONSCIÊNCIA SOCIALISTA
Máuri de CarvalhoProfessor Associado I Do Departamento de Desportos do Centro de EducaçãoFísica e Desportos da Universidade Federal do Espírito Santo. Doutor e Pós-Doutorado em Filosofia e História da Educação na Faculdade de Educação daUniversidade Estadual de Campinas – UNICAMP. Membro Pesquisadorvinculado ao HISTEDBR – História, Sociedade e Educação no Brasil da Faculdadede Educação da Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP.INTRODUÇÃOPaul Golay, socialista francês, fez a seguinte consideração sobre a produçãointelectual da esquerda de sua época:As idéias mortas são as que se apresentam elegantemente vestidas, semacritude nem audácia. Estão mortas porque entraram na circulação geral eformam parte do grande exército de filisteus. As idéias vigorosas são asque chocam e escandalizam, provocam a indignação, a ira e a irritação deuns, ao mesmo tempo que o entusiasmo de outros (LENIN, 1985, t. 27, p.9).Caminhando sobre o dito “golayniano”, constitui uma entusiástica aventuraintelectual perquirir a obra de Lenin a cata de sinalizações que afirmam a
educação
como coadjuvante indispensável à formação da
consciência socialista
. Esta aventurase torna mais prazerosa por ser essa obra um caminho à compreensão domaterialismo dialético e do materialismo histórico, e por ser o leninismo, a meu juízo,o marxismo do século XXI.Ainda hoje, Lenin provoca irritação em alguns leitores e contentamento naquelespara quem o conjunto da sua obra é um inestimável tesouro ideológico, filosófico epolítico, um manancial inesgotável gnoseológico sobre as leis do desenvolvimento docapitalismo e sobre as vias de chegada ao socialismo – estádio inicial da sociedadecomunista.Lenin é um daqueles pensadores sobre o qual não se pode tergiversar. Assim,muito além de um projeto formal do simples ato de ‘educar’, para ele a educação emseu sentido mais abrangente, era meio de formação e solidificação da
consciênciasocialista
, crítica e revolucionária.No presente, tecerei sucintas considerações sobre o marxismo e o método deanálise como entendia Lenin; a crítica do populismo e o oportunismo; o significadosimbólico e real do ‘
drapeau rouge
’ dos comunistas; enfim, algumas passagens sobre aeducação politécnica.ESCÓLIO PROVOCATIVOLendo o opúsculo de Lenin (1981, t. 1, p. 96), “
 Acerca da chamada questão dosmercados
”, compreendemos que sob a lei concorrencial do capitalismo
 
ainda nãosuperada, algumas conseqüências são inevitáveis: “enriquecimento da minoria de
 
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indivíduos e empobrecimento da classe operária e dos trabalhadores assalariadosurbanos e rurais”.Atento à marcha do capitalismo no continente latino-americano, hoje sob aideologia
neo
liberal, descobre-se a trágica situação da vida dos camponeses pobres, ossem-terra, que em virtude de terem perdido sua independência econômica sãocompelidos a assumir a condição de trabalhadores assalariados nos mais diversosestabelecimentos ampliados e/ou indústrias dos afortunados concorrentes.Mais ainda, descobre-se que o desenvolvimento do capitalismo é paradoxal. Deum lado, o inexorável empobrecimento
 
do ‘povo’, o consumo
 per capita
decrescendo,a extorsão da força de trabalho recrudescendo aos níveis de mais-valia absoluta, dooutro lado, o mercado cresce para o deleite de minorias dissolutas. O empobrecimentodo ‘povo’ longe de representar um obstáculo ao desenvolvimento do modo deprodução capitalista, expressa seu desenvolvimento e, por ser sua condição, ofortalece.Sob os limites do ideário
neo
liberal esse empobrecimento ocorreininterruptamente à medida que os meios de produção estão concentrados “nas mãosde uma minoria, se convertem em
capital 
, e o produto criado entra no mercado comvalor de troca” (LENIN, 1981, t. 1, p. 103).A cuidadosa análise da dinâmica do capitalismo contemporâneo explicita comoatual a tese defendida por Lenin (1981, t. 1, p. 179) em
Quem são ‘os amigos do povo’ e como luta contra os social-democratas
”, segundo a qual
 pari passu
com a reduçãodo número de magnatas usurpadores de todas as vantagens do modo de produção emcurso, “há o aumento massivo da miséria, da opressão, da escravidão, da degradação eda exploração”.Diante da lógica binária do capital e frente ao irrefutável quotidiano onde osprincípios foram deixados à margem da estrada como se arroubos de neófitos fossem,provocativo afirmo:
Não
é marxista o intelectual que não compreende que o ambiente social no qualvive e elabora seus “projetos” é um ambiente burguês e que, por isto mesmo, todas asmelhorias realizadas no seu âmbito significam progresso e melhora da situação daminoria, proletarização e empobrecimento da maioria.
Não é
marxista o intelectual que não entende que o Estado ao qual dirige seus“projetos” de políticas públicas e/ou para todos(?) é um Estado da burguesia paraapoiar e salvaguardar os opressores e aplastar os oprimidos.
Não é
marxista o intelectual que não entende que o tal ‘regime popular edemocrático’ não é antípoda do capitalismo, mas sua continuação direta, mais próximae imediata, seu desenvolvimento e seu fortalecimento.Seguindo essa linha de raciocínio, penso ser necessário romper definitivamentecom as idéias e teorias pequeno-burguesas! Esse é o
 principal 
ensinamento que sedeve tirar do dia a dia da sociedade capitalista e apontá-lo como conteúdo da
educação
dos operários e camponeses pobres. Mesmo porque, enquanto a burguesia‘escuta e come’ e aumenta em proporções incomensuráveis o oceano de miséria, de

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