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Amar Pode Dar Certo - Roberto Shinyashiki

Amar Pode Dar Certo - Roberto Shinyashiki

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Amar Pode Dar Certo - Roberto Shinyashiki
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AAMMAARRPPOODDEEDDAARRCCEERRTTOO 
Roberto Shinyashiki &Eliana Bittencourt Dumêt
Edição revista e atualizadaEditora Gente, São Paulo, 1988ISBN 85-85247-02-91Revisado e Formatado por SusanaCap
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Dedico este livro, à minha amiga Ana Helena, companheira naaprendizagem dos caminhos do amor e da amizade.ROBERTOQuero dedicar este mergulho no amor a todos aqueles que amam:meus pais, minhas filhas, meus amigos e a mim.Dedico, em particular, a duas pessoas especiais que cultivei, emsilêncio, como modelos de vida: meu bisavô Luís Tarquínio e minha avóAdelaide Tarquínio Bittencourt.ELIANAForam muitas as pessoas que nos ajudaram para que você pudessefazer conosco esta reflexão em torno do amor. Sem nossos amigos, oresultado final não teria sido deste jeito.Agradecemos em primeiro lugar, ao nosso querido Carlos Aloísio.Ele era um amigo especial, daqueles para todos os momentos. Um homemque sempre transpirou amor, que não fugia das despedidas porque, paraele, o "até logo" era uma promessa de um novo encontro. Repetia-nosmuito que, para que houvesse um novo encontro, renovado, eranecessário, antes, uma despedida. Ensinou- nos que o amor só explode emnós quando nos colocamos no nosso centro. Ele falava de "eu no centro",da necessidade de ocuparmos o centro de nossa vida, como uma dascondições básicas para viver um grande amor.Sempre que nós três nos encontrávamos, fazíamos um brinde edizíamos: "Ao amor, sempre!!!" Escrevendo sobre o amor, nós nossentimos reunidos a ele novamente.
AGRADECIMENTOS
Agradecemos a Gilberto Cabeggi, Helen Forgach, Norma Bium,Luiz Lobo, Sinésio Cabeggi, Alberto Couto, Gerusa e Wagner Borges, EnyFeio, Angélica Navalinhas, Eládio Carvalho, Mônica Lev} Olinda Cabeggi
 
e Laura Almeida, por fazerem a leitura dos originais e nos daremfeedbacks importantes, que nos ajudaram a reavaliar alguns tópicos.Em especial, agradecemos a Claudia Shinyashiki, Gabriel Perissé, José Augusto Silva e Roberto Lang, que não só nos convidaram areescrever algumas vezes vários capítulos, mas também refletiramconosco sobre as maravilhas do amor. Suas anotações sobre os primeirostextos, os telefonemas que nos fizeram, em várias horas do dia e da noite,apresentando novas sugestões e as noites que gastaram revisando osescritos e discutindo cada parágrafo demonstraram quanto estavamtorcendo para que pudéssemos fazer o melhor.
PREFÁCIO
Este livro é a expressão de uma prática amorosa funda, que encontraagora seu momento reflexivo. No fundo, trata-se de uma fenomenologiado amor cotidiano, com suas realizações, suas patologias, suas buscas esuas promessas. E há muita confiança no amor, contra toda uma tendênciacética dos que confundem o amor com o desfrute desbragado da vida.Mas o amor supõe trabalho e arte. É verdade que nascemos comimensas potencialidades de amar, mas também somos herdeiros dedistorções culturais poderosas, que dificultam a gratificante experiênciado amor. Por isso, o amor exige trabalho sobre nós mesmos e, não raro,contra nós mesmos. Até transformar as pessoas para viverem o amorcomo a arte de um relacionamento o mais inclusivo possível.O amor é a relação básica do ser humano. Somente por ele seexpande o sistema da vida e se alarga a percepção do sentido datotalidade. Os maiores inimigos do amor são o medo e a indiferença. Omedo estiola a pulsação vital e transforma o amor em angústia. Aindiferença supõe a morte do amor. As pessoas antes amadas, naindiferença, perdem significação; o fascínio por elas empalidece, oimaginário se esvazia e o desejo se apaga.A arte do cultivo amoroso supõe ternura, percepção do detalhe evalorização do universo simbólico. Sem sim bolos de afeição não háencontro de amor; há a reunião em nome de interesses e, no máximo, aamizade que nos garante o sentimento de pertença e nos ajuda a enfrentara solidão. Mas o amor é outra coisa: é a transfiguração do pequeno, é a

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