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Richard Osborne - Dicionario de Sociologia [PDF]

Richard Osborne - Dicionario de Sociologia [PDF]

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Dicion
á
rio de Sociologia
A Sociologia explica o que parece
ó
bvio a pessoas que pensam que
é
simples, mas que n
ã
o compreendem qu
ã
o complicado
é
realmente.
RICHARD OSBORNEAAC
ÇÃ
O SOCIAL
. De forma ampla, pode ser conceituada como todoesfor
ç
o organizado, visando alterar as institui
çõ
es estabelecidas. Deforma particular,
é
conceituada pelos autores que utilizam aabordagem da a
çã
o na an
á
lise sociol
ó
gica da sociedade, sendo queos principais representantes s
ã
o Max Weber e Talcott Parsons. ParaWeber, a a
çã
o social seria a conduta humana, p
ú
blica ou n
ã
o, a que oagente atribui significado subjetivo; portanto,
é
uma esp
é
cie deconduta que envolve significado para o pr
ó
prio agente. Por sua vez,Parsons tem como ponto de partida a natureza da pr
ó
pria a
çã
o: toda aa
çã
o
é
dirigida para a consecu
çã
o de objetivo. Um indiv
í
duo (ator),esfor
ç
ando-se por atingir determinado objetivo, tem de possuiralgumas id
é
ias e informa
çõ
es sobre os "objeto" que s
ã
o relevantespara a sua consecu
çã
o, al
é
m de ter alguns sentimentos a respeitodeles, no que concerne
à
s suas necessidades; e, finalmente, tem defazer escolhas. Outro aspecto
é
a necessidade de possuir certospadr
õ
es de avalia
çã
o e sele
çã
o. Todos esses elementos ou aspectosde motiva
çã
o e avalia
çã
o podem tornar-se sociais por interm
é
dio doprocesso de intera
çã
o (vejaINTERAC
ÇÂ
O). Assim, a a
çã
o social
é
 
vista por Parsons como comportamento que envolve orienta
çã
o devalor e como conduta padronizada por normas culturais ou c
ó
digossociais (vejaC
Ó
DIGOS).
ACOMODA
ÇÃ
O
.
É
um processo social com o objetivo de diminuir oconflito entre indiv
í
duos ou grupos, reduzindo o conflito ou mesmoencontrando um novo modus vivendi (vejaMODUS VIVENDI).
É
umajustamento formal e externo, aparecendo apenas nos aspectosexternos do comportamento, sendo pequena ou nula a mudan
ç
ainterna, relativa a valores, atividades e significados.
ACULTURA
ÇÃ
O
. Processo pelo qual duas ou mais culturasdiferentes, entrando em contacto cont
í
nuo, originam mudan
ç
asimportantes em uma delas ou em ambas.
ADAPTA
ÇÃ
O
. De maneira ampla, significa o ajustamento biol
ó
gico doser humano ao ambiente f
í
sico em que vive. Pode tamb
é
m seraplicada
à
vida em sociedade, que ocasiona o surgimento de certodenominador comum entre os componentes de uma sociedadeparticular, certo grau de ades
ã
o e conformidade
à
s normasestabelecidas, que varia com a margem de liberdade e de autonomiaque o meio social permite ao indiv
í
duo.
AGREGADOS
. Constituem uma reuni
ã
o de pessoas frouxamenteaglomeradas que, apesar da proximidade f
í
sica, t
ê
m um m
í
nimo decomunica
çã
o e de rela
çõ
es sociais. Apresentam as seguintescaracter
í
sticas: anonimato, n
ã
o-organiza
çã
o, limitado contacto social,
 
insignificante modifica
çã
o no comportamento dos componentes, s
ã
oterritoriais e tempor
á
rios. 0s principais agregados s
ã
o: manifesta
çõ
esp
ú
blicas (agregados de pessoas reunidas deliberadamente comdeterminado objetivo); agregados residenciais (apesar dos seuscomponentes estarem pr
ó
ximos, mant
ê
m-se relativamente estranhos;n
ã
o h
á
, entre eles, contacto e intera
çã
o e tamb
é
m n
ã
o possuemorganiza
çã
o); agregados funcionais (constituem uma zona territorialonde os indiv
í
duos t
ê
m fun
çõ
es espec
í
ficas); multid
õ
es (agregadospac
í
ficos ou tumultuosos de pessoas ocupando determinado espa
ç
of
í
sico).
AGRUPAMENTOS SOCIAIS
. Englobam os grupos (vejaGRUPOS) eos "quase grupos": agregados (incluindo as multid
õ
es), p
ú
blico emassa (vejaAGREGADOS, MULTID
Ã
O, P
Ú
BLICOeMASSA).
ALIENA
ÇÃ
O
. Processo que deriva de uma liga
çã
o essencial
à
a
çã
o,
à
sua consci
ê
ncia e
à
situa
çã
o dos indiv
í
duos, pelo qual se oculta ou sefalsifica essa liga
çã
o de modo que o processo e os seus produtosapare
ç
am como indiferentes, independentes ou superiores aoshomens que s
ã
o, na verdade, seus criadores. No momento em que auma pessoa o mundo parece constitu
í
do de coisas
independentesumas das outras e n
ã
o relacionadas
indiferentes
à
sua consci
ê
ncia,diz-se que esse indiv
í
duo se encontra em estado de aliena
çã
o.Condi
çõ
es de trabalho, em que as coisas produzidas s
ã
o separadasdo interesse e do alcance de quem as produziu, s
ã
o consideradasalienantes. Em sentido amplo afirma-se que
é
alienado o indiv
í
duo que

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