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DEUS NÃO TEM MÃE
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Eleestava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nadado que foi feito se fez... E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a suaglória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.”
(Jo 1:1-3,14)
INTRODUÇÃO
 Todo ser humano começa a existir no momento da concepção. A origemda vida inicia-se pela união de um óvulo da mãe a um espermatozóide do pai,como sabemos. Jesus Cristo, entretanto (por ser Deus), já existia ANTES domomento de Sua concepção (como lemos nos versículos acima), pelo EspíritoSanto, no ventre de Maria.
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Na passagem bíblica onde é relatada a criação do homem, lemos:
“Edisse Deus: Façamos
 
o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança...”
(Gn 1:26). [grifo meu]. O verbo “façamos” (na 3ª pessoa do plural) refere-se aoDeus Triúno: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Logicamente, Jesus Cristo tambémestava presente no momento da criação.Em Miquéias 5:2, lemos uma das profecias sobre o nascimento de JesusCristo, mostrando Sua eternidade:
“E tu, Belém Efrata, posto que pequena entreos milhares de Judá, de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas saídas sãodesde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.”
(Mq 5:2) [grifos meus].A Bíblia nos diz que todas as coisas vieram a existir através de JesusCristo, (inclusive os seres humanos e, aqui, Maria, a mãe de Jesus Cristo, estáincluída):
“Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra,visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejampotestades. Tudo foi criado por ele e para ele.”
(Cl 1:16).
“Todas as coisas foramfeitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez.”
(Jo 1:3).
“Estava no mundo, eo mundo foi feito por ele
 
, e o mundo não o conheceu.”
(Jo 1:10). [grifos meus].O profeta Isaías, ao narrar sobre a vinda do Messias, descreveu algumasde Suas características divinas e, portanto, eternas:
“Porque um menino nosnasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamaráo seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe daPaz.”
(Is 9:6) [grifos meus]Interessante notarmos que as Escrituras, ao se referirem aMelquisedeque, Rei de Salém, mostram-nos que ele foi um tipo, um símbolo doMessias que viria (o Senhor Jesus Cristo), por apresentar as mesmascaracterísticas (humanamente falando) que o Filho de Deus possui:
“Sem pai,sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendofeito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre.”
 
(Hb 7:3).O Pastor Ron Crisp nos ensina que:
“Hebreus 7:3 e 15 deixam claro queMelquisedeque foi um tipo de Jesus Cristo. Assim como Adão, Moisés, Arão ouDavi, ele foi um homem mortal, cuja pessoa e vida, de várias maneiras foramum símbolo de Jesus Cristo.” 
 
[2]
Gleason Archer, por sua vez, referindo-se a Hb 7:3, diz-nos que:
“Ocontexto esclarece que Melquisedeque entrou em cena como um tipo doMessias, o Senhor Jesus. A fim de salientar essa característica típica dessesumo sacerdote, o registro blico de propósito omite a meão de seunascimento, filiação, parentesco e linha genealógica. Isso não quer dizer que
 
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ele não teve pai (pois até o antítipo, Jesus de Nazaré, teve o Espírito Santocomo seu Pai – e é certo que sua mãe, Maria, é mencionada nos evangelhos),nem que ele jamais nascera (pois até Cristo, em sua forma humana, teve seunatal). É que o aparecimento dramático e repentino de Melquisedeque ficoumais saliente quando ele foi apresentado como porta-voz do Senhor a Abraão,servindo como arquétipo do futuro Cristo, que derramaria bênçãos sobre o povo de Deus”.
 
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 Jesus Cristo não teve princípio, nem fim, pois Ele é Deus. Sendo Deus, Eleé Eterno. Em Ap 1:8, vemos o próprio Jesus Cristo falando sobre Sua Eternidadee Onipotência:
“Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, eque era, e que há de vir
 
, o Todo-Poderoso.”
Ele, também, disse:
“... Em verdade,em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou.”
(Jo 8:58). [grifosmeus].Entretanto, em dado momento da história, Jesus Cristo também Setornou 100% Homem, pois Ele Se fez carne, ao Se encarnar neste mundo comum corpo físico (que Ele possui até hoje e que se tornou corpo glorificado, emvirtude de Sua Ressurreição), com o objetivo de morrer em nosso lugar (mortevicária), tendo nascido e vivido sem pecado algum (Mt 27:24; Lc 23:4, 14, 47;Hb 4:15, 7:26, 9:14; 1 Pe 1:19). No evangelho segundo João, lemos:
“E o Verbose fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênitodo Pai, cheio de graça e de verdade.”
(Jo 1:14). [grifos meus].Diante disto, vemos que
 Jesus Cristo é 100% Deus
(Mt 14:33, 27:54;Mc 1:1; Lc 4:41; Jo 1:49, 3:18, 8:23, 58, 10:30, 11:4, 27, 20:31; 2 Co 1:19; Hb4:14; 1 Jo 5:10; 2 Pe 1:1; Ap 2:18; etc.), a Segunda Pessoa da Tri-UnidadeDivina,
e 100% Homem
(Mt 8:20, 9:6, 12:8, 16:28, 25:31; Lc 24:7; Jo 3:13,6:62; At 7:56; Ap 1:13, 14:14; etc.), concomitantemente, o que, para nós, é ummistério que devemos aceitar pela fé. As Escrituras nos revelam que:
“E, semdúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Deus se manifestou em carne
 
, foi justificado no Esrito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo,recebido acima na glória.”
(1 Tm 3:16) [grifos meus].
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Antes de passarmos adiante, cabe aqui uma observão: algumas“versões” bíblicas deturpadas trazem o pronome “Aquele”, na 1 Tm 3:16, emvez de “Deus” e trazem a palavra “origens”, em vez de “saídas”, em Mq 5:2; oque diminui, gravemente, a exatidão do texto bíblico. Portanto, o verdadeirocrente deve evitar tais versões e tradões blicas, adotando apenas aAlmeida Corrigida Fiel, da SBTB.
OS HERÉTICOS DOGMAS CATÓLICOS
Mesmo Jesus Cristo sendo Eterno (pois Ele é DEUS), a ICAR - igrejacatólica apostólica romana (esta falsa religo que se autodenomina“Cristianismo”, mas não é) faz verdadeiros malabarismos com as Escrituras,criando dogmas heréticos, no decorrer de sua história, para forçar seusseguidores a crerem em tudo o que os “papasafirmaram (e venham aafirmar), sem o direito de questionar seus ensinamentos, sob pena de seremamaldiçoados e excomungados.Para “fundamentar” suas heresias, esta falsa religião inventa um dogmaatrás do outro, tal qual uma tremenda colcha de retalhos, na tentativa (eficaz,
 
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lamentavelmente) de divinizar Maria, tornando-a uma “deusa”. Vejamos algunsdesses dogmas:
a)
Dogma da “Maternidade Divina”
 Tal dogma foi proclamado pelo Concílio de Éfeso, em 431, segundo o qualMaria seria a "mãe de Deus" (em grego
Theotokos
e em latim
Mater Dei
).Referido Concílio proclamou que
"se alguém não confessa que o Emanuel éverdadeiramente Deus, e que por isso a Santíssima Virgem é Mãe de Deus, jáque engendrou segundo a carne o Verbo de Deus encarnado, seja anátema".
Vejamos o que nos diz James R. White, com relação ao termo grego
theotokos
:
Maria não é mãe de Deus no sentido de que ela trouxe à luza existência de Deus.
Nós normalmente usamos a palavra “mãe” para nosreferirmos a alguém que nos trouxe à luz como indiduos, e de quemderivamos nossa natureza humana. Todavia,
a Pessoa divina que se tornou Jesus
, o eterno Filho de Deus (Colossenses 1:13-17), o Logos (João 1:1-14),
 jáexistia desde toda a eternidade e é o Criador de Maria
. Ela foi usada para trazer o Encarnado ao mundo, mas ela não adicionou algo ou trouxe à luz o Filho Eterno que veio ao mundo através dela.
Seu filho era totalmentedivino
(por conseguinte, ela é theotokos) [Nota: Portadora de Deus], mas
elamesma não produziu a divindade de seu Filho.
Por esta razão, não hánada sobre o termo theotokos que de alguma forma exalte Maria, massomente Cristo”.
[destaques meus].
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Vejamos esta outra citação, no que se refere ao Concílio de Éfeso:
“Hoje,fala-se muito do concílio de Éfeso como ‘uma questão cristológica’.
O queestava em jogo não era se Maria deveria ser chamada de mãe de Deusou o, mas se o Filho nascido dela possa apenas a naturezahumana ou as duas naturezas: a humana e a divina.
O resultado positivofoi o estabelecimento da natureza hipostática de Cristo, verdadeiro Deus everdadeiro homem. Mas a deturpação veio de carona. Todo o ambiente quecercou esse Concílio foi repleto de intrigas, corrupções, ódios e idolatria, maisespecificamente idolatria mariana. O historiador Edward Gibbon referiu-se aoconcílio de Éfeso como um ‘tumulto episcopal, que na distância de trezeculos assumiu o venevel aspecto de Terceiro Concílio Ecumênico’.” 
[destaques meus].
[6]
Alguns sites católicos, na internet, chegam ao cúmulo de alegar que taldogma é uma “lógica irretorquível”; concluindo, desta forma, que “Maria é amãe de Deus”, enganando os incautos católicos. E ai de quem ousar questionartal ensinamento!Ora, afirmar que uma mulher, um ser humano (que teve um início deexistência), sendo, portanto, uma criatura, possa ser a “mãe de Deus”, que éETERNO (sem princípio nem fim), é absurdo, herético e ilógico!Eles confundem o fato de Maria ter sido apenas o vaso pelo qual JesusCristo Se encarnou e, diante disto, interpretam que ela se tornou a “mãe deDeus”. Isto é uma heresia que contradiz as próprias palavras de Maria (Lc 1:46-49; Jo 2:1-5).A Bíblia nos relata como se deu a concepção do corpo humano de JesusCristo:
“Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua e,desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do EspíritoSanto. Então José, seu marido, como era justo, e a não queria infamar, intentoudeixá-la secretamente. E, projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu um

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Quando a Igreja Católica fala que Mária é mãe de Deus, está se referindo ao Deus Encarnado, e não a Santíssima Trindade. Procure entender a Igreja, ao invés de inventar mentiras sobre os outros...

gmotleft a comment

Você tenta contradizer o que a Igreja Católica ensina, e todo aquele que usa de mentiras para persuadir o próximo, trabalha a favor de Satanás...