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lamentavelmente) de divinizar Maria, tornando-a uma “deusa”. Vejamos algunsdesses dogmas:
a)
Dogma da “Maternidade Divina”
Tal dogma foi proclamado pelo Concílio de Éfeso, em 431, segundo o qualMaria seria a "mãe de Deus" (em grego
Theotokos
e em latim
Mater Dei
).Referido Concílio proclamou que
"se alguém não confessa que o Emanuel éverdadeiramente Deus, e que por isso a Santíssima Virgem é Mãe de Deus, jáque engendrou segundo a carne o Verbo de Deus encarnado, seja anátema".
Vejamos o que nos diz James R. White, com relação ao termo grego
theotokos
:
“
Maria não é mãe de Deus no sentido de que ela trouxe à luza existência de Deus.
Nós normalmente usamos a palavra “mãe” para nosreferirmos a alguém que nos trouxe à luz como indivíduos, e de quemderivamos nossa natureza humana. Todavia,
a Pessoa divina que se tornou Jesus
, o eterno Filho de Deus (Colossenses 1:13-17), o Logos (João 1:1-14),
jáexistia desde toda a eternidade e é o Criador de Maria
. Ela foi usada para trazer o Encarnado ao mundo, mas ela não adicionou algo ou trouxe à luz o Filho Eterno que veio ao mundo através dela.
Seu filho era totalmentedivino
(por conseguinte, ela é theotokos) [Nota: Portadora de Deus], mas
elamesma não produziu a divindade de seu Filho.
Por esta razão, não hánada sobre o termo theotokos que de alguma forma exalte Maria, massomente Cristo”.
[destaques meus].
[5]
Vejamos esta outra citação, no que se refere ao Concílio de Éfeso:
“Hoje,fala-se muito do concílio de Éfeso como ‘uma questão cristológica’.
O queestava em jogo não era se Maria deveria ser chamada de mãe de Deusou não, mas se o Filho nascido dela possuía apenas a naturezahumana ou as duas naturezas: a humana e a divina.
O resultado positivofoi o estabelecimento da natureza hipostática de Cristo, verdadeiro Deus everdadeiro homem. Mas a deturpação veio de carona. Todo o ambiente quecercou esse Concílio foi repleto de intrigas, corrupções, ódios e idolatria, maisespecificamente idolatria mariana. O historiador Edward Gibbon referiu-se aoconcílio de Éfeso como um ‘tumulto episcopal, que na distância de trezeséculos assumiu o venerável aspecto de Terceiro Concílio Ecumênico’.”
[destaques meus].
[6]
Alguns sites católicos, na internet, chegam ao cúmulo de alegar que taldogma é uma “lógica irretorquível”; concluindo, desta forma, que “Maria é amãe de Deus”, enganando os incautos católicos. E ai de quem ousar questionartal ensinamento!Ora, afirmar que uma mulher, um ser humano (que teve um início deexistência), sendo, portanto, uma criatura, possa ser a “mãe de Deus”, que éETERNO (sem princípio nem fim), é absurdo, herético e ilógico!Eles confundem o fato de Maria ter sido apenas o vaso pelo qual JesusCristo Se encarnou e, diante disto, interpretam que ela se tornou a “mãe deDeus”. Isto é uma heresia que contradiz as próprias palavras de Maria (Lc 1:46-49; Jo 2:1-5).A Bíblia nos relata como se deu a concepção do corpo humano de JesusCristo:
“Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe,desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do EspíritoSanto. Então José, seu marido, como era justo, e a não queria infamar, intentoudeixá-la secretamente. E, projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu um
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