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Freud O Homem Dos Ratos

Freud O Homem Dos Ratos

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BEMERKUNGEN ÜBER EINEN FALL VON ZWANGSNEUROSE
(a)
EDIÇÕES ALEMÃS:1909
Jb. psychoanal. psychopath. Forsch
., 1 (2), 357-421.1913
S. K. S. N 
., III, 123-197. (1921, 2ª ed.)1924
G. S 
., 8, 269-351.1932
Vier Krankengeschichten
, 284-376.1941
G. W 
., 7, 381-463.
(b)
TRADUÇÃO INGLESA:‘Notes upon a Case of Obsessional Neurosis’1925 C. P., 3, 293-383. (Trad. de Alix e James Strachey.)A presente tradução inglesa do caso clínico é uma reimpressão(contendo alterações consideráveis e inúmeras notas de rodapéadicionais) da versão inglesa original de 1925.O tratamento desse caso, por Freud, começou a 1º de outubro de1907. Um relato de seus primórdios, fornecido por Freud e seguido deum debate, ocupou duas noites na Sociedade Psicanalítica de Viena, a30 de outubro e 6 de novembro. Federn (1948) fez uma descrição dasAtas dessas duas reuniões em um artigo intitulado ‘Professor Freud: OInício de um Caso Clínico’. Ele, contudo, fornece incorretamente adata da segunda reunião, indicando 16 de novembro. Pequenosrelatos posteriores sobre detalhes do caso foram apresentados por Freud à Sociedade de Viena a 20 de novembro de 1907 e a 22 de janeiro e 8 de abril de 1908. Um relato mais longo foi apresentado por ele no Primeiro Congresso Psicanalítico Internacional, realizado emSalzburg a 27 de abril de 1908. Segundo o Dr. Ernest Jones, nelepresente, a exposição de Freud exigiu quatro horas. Um breve resumodesta, feito por Otto Rank, pode ser encontrado na
Zentralbl.Psychoanal 
., 1 (1910), 125-6, publicado um ano depois do caso clínicoem sua forma definitiva. Na ocasião do congresso, contudo, otratamento não estava de modo algum concluído, de vez que, comoFreud nos relata adiante (ver em [1]), durou quase um ano. No verãode 1909 ele preparou a história para ser publicada. Uma carta a Jungrevela que levou um mês preparando-a e que, afinal, enviou-a àgráfica em 7 de julho de 1909.Sobreviveu o registro original de Freud da primeira parte dessetratamento, que era feito dia a dia, à medida que prosseguia otratamento, e que serviu de base para o caso clínico publicado. Acha-se publicado, pela primeira vez, na tradução inglesa que se encontra
 
no final deste volume, junto com algumas notas explicativas quepoderão auxiliar o leitor a acompanhar a complicada história. (Ver apartir de [1].)(Em todas as edições anteriores, refere-se uma vez ao paciente como‘Tenente H.’ (ver em [2]) e ao ‘cruel capitão’ como ‘Capitão M.’ (ver em[3]). A fim de harmonizar essas letras com os nomes escolhidos para o‘Registro Original’, elas foram modificadas para ‘L’ e ‘N’,respectivamente.)
 
Com respeito às consultas que se seguem, farei anotaçãoapenas de uns poucos fatos essenciais, sem reproduzir ocurso da análise.
10 de out 
. — Anunciou que queria conversar sobre o começodas suas idéias obsessivas. Verificou-se que ele queria, comisso, dizer o começo de suas ordens. [Elas começaram]quando ele estudava para as provas de concurso público.Estavam ligadas à dama, iniciando-se por pequenas ordenssem sentido (por exemplo, contar até certo número, noespaço entre o trovão e o relâmpago; sair correndo da salaem determinado exato minuto etc.) Em conexão com a suaintenção de emagrecer, foi impelido por uma ordem em seuspasseios em Gmunden [ver em [1]] (no verão de 1902), aandar sob o calor do meio-dia. Tinha uma ordem de fazer osexames em julho, mas se opôs à idéia aconselhado por seuamigo; contudo, mais tarde recebeu ordem de fazê-los naprimeira oportunidade, em outubro, à qual obedeceu. Animou-se em seus estudos com a fantasia de que deveria apressar-sede modo a fazer-se capaz de casar com a dama. Essa fantasiaera como que a motivação para sua ordem. Parece queatribuiu essas ordens a seu pai. Uma vez perdeu váriassemanas devido à ausência da dama, que se afastara emvirtude da doença de sua avó, uma mulher muito idosa. Ele seofereceu para visitá-la, mas ela recusou. (`Abutre’ [ver em[1]].) Precisamente ao se achar atento em seu estudo,aconteceu pensar o seguinte: `Você devia providenciar paraobedecer à ordem de fazer suas provas no primeiro momento,em outubro. Mas se você recebesse uma ordem para cortar asua garganta, como é que seria?’ Imediatamente cientificou-se de que essa ordem já tinha sido dada, e já corria até oaparador para apanhar a sua lâmina, quando pensou: `Não,não é tão simples assim. Você tem de sair e matar a velha.’Logo após, caiu no chão, invadido de horror. — Quem foi quelhe deu essa ordem?A dama ainda permanece em grande mistério. Juramentosque ele esqueceu. Sua luta defensiva contra eles, explícitaporém esquecida também.

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