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Egito Antigo Mitologia Principal

Egito Antigo Mitologia Principal

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Published by Márcio Reyes

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Categories:Types, Research, History
Published by: Márcio Reyes on Jan 23, 2012
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06/03/2013

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Amon
Amon
,
Ámon
ou
Amun
(emgregoἌμμων
 Ámmon
ou Ἅμμων
Hámmon
, emegípcio 
Yamānu
) foi umdeusdamitologia egípcia, visto como rei dos deuses e como força criadora de vida. É marido deMute pai deKhonsu.
O deus Amon poderia ser representado de várias formas: como umanimal,com umhomem com cabeça de animal ou como um homem.Os animais associados a Amon eram ogansoe ocarneiro, podendo por isso o deus ser  representado sob estas formas. Contudo, a representação como um ganso era rara. Comocarneiro surgia como chifres curvados e com uma cauda curta (
ovis platyuraaegyptiaca
). Na forma híbrida podia surgir como um homem com cabeça de carneiro.Amon era representado com um homem com barba postiça, de pele negra oulápis-lazúli  (uma alusão ao culto de Amon como um deus celeste). A sua cabeça era encimada por um disco solar,uraeuse duas plumas. Cada uma destas plumas encontrava-se divididaverticalmente em duas secções, que refletiam a visão egípcia dualista (rio Nilo/deserto; Vida/Morte...) e horizontalmente em sete segmentos. Na parte posterior da coroa poderia levar uma fita vermelha. Na sua mão direita segurava umankhe na esquerda ocetro
uas
. Em algumas representações Amon surge com umfalo, em resultado da suaassociação com o deus Min. Amon era também considerado o rei dos deuses, muitasvezes era associado ao deus Rá (ou Ré) formando assim o deus Amon-Rá considerado odeus que traz o sol e a vida ao Egito. Era representado com a forma de um homem emtúnicas reais com duas plumas no cabelo. O deus Amon era acompanhado de suamulher Mut (representada num corpo de mulher mas com cabeça de abutre ou coroas).Pensa-se que Amon seria um deus local de Hermontis. A referência mais antiga ao deusencontra-se nosTextos das Pirâmidesque pertencem à época doImpério Antigo. Nestes textos Amon surge como uma divindade menor, associada ao ar (brisa), protetor dosnavegantes.A importância do deus cresceu após o Primeiro Período Intermediário, tendo atingidoTebas. Os reis do Império Médio, nomeadamente osAmenemhatfizeram de Amon o  principal deus do Egito, atribuindo-lhe características de divindade solar. Assim, Amonfoi identificado com o deus Ré (ou Rá) de Heliópolis, através da forma Amon-Ré.Amon também substituiuMontucomo deus de Tebas.
 
A importância de Amon atinge o auge durante o Império Novo, ápós a derrota dosHicsos. A família real tebana que expulsou aquele povo asiático tinha o deus emelevada consideração e assim se explica a importância de Amon no Império Novo. Oseu culto era tão importante nesta época que o deus se tornou o principal alvo a abater  pelo faraóAkhenaton(também chamado Amenófis IV), que lançou uma reformareligiosa na qualAtonseria a única divindade que deveria ser adorada. Esta reforma(que para alguns autores é arcaizante pois procurava-se retomar às concepções solaresdo Império Antigo) manifestou-se apenas entre os membros do círculo de Akhenaton, jáque o povo continuou a prestar culto aOsírise a Amon. Durante os reinados deTutankhamon, Ai e Horemheb, Amon voltou a ocupar o lugar de deus tutelar dadinastia.Com a invasão do Egipto pelaAssíria(671-663 a.C.) o deus não perdeu a suaimportância. Por sua vez, os Núbios que tomaram conta do Egipto, formando aXXVdinastia, eram adeptos do deus, preservando o seu culto.Segundo o relatoAlexandre Magnoteria consultado o oráculo dooásis de Siuá(onde Amon era associado aJúpiter ), tendo o deus declarado-o como seu filho ao qualgarantiu conquistas territoriais.Os primeiros reis ptolemaicosapoiaram o culto de Amon por motivos políticos, porémquandoPtolemeu IX Sóter IIdestruiu Tebas com o objectivo de debelar uma revolta oculto ao deus sofreu um golpe.
 
ANKH
A Cruz da Vida (ou Ankh), era símbolo da reencarnação. Representava, como o próprionome diz, a vida;Conhecido também como símbolo da vida eterna. Os egípcios a usavam para indicar avida após a morte.A alça oval que compõe o ankh sugere um cordão entrelaçado com as duas pontasopostas que significam os princípios feminino e masculino, fundamentais para a criaçãoda vida. Em outras interpretações, representa a união entre as divindades Osíris e Ísis,que proporcionava a cheia periódica do Nilo, fundamental para a sobrevivência dacivilização. Neste caso, o ciclo previsível e inalterável das águas era atribuído aoconceito de reencarnação, uma das principais características da crença egípcia. A linhavertical que desce exatamente do centro do laço é o ponto de intersecção dos pólos, erepresenta o fruto da união entre os opostos.Apesar de sua origem egípcia, ao longo da história o ankh foi adotado por diversasculturas. Manteve sua popularidade, mesmo após a cristianização do povo egípcio a partir do século III.Os egípcios convertidos ficaram conhecidos como Cristãos Cópticos, e o ankh (por suasemelhança com a cruz utilizada pelos cristãos) manteve-se como um de seus principaissímbolos, chamado de Cruz Cóptica.

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