MÁQUINAS ELÉCTRICAS DE CC
1
MÁQUINAS ELÉCTRICAS DE CC
1.- MAGNETISMO Y ELECTRICIDAD
Las
fuerz
as
c
a
r
a
cterí
s
tic
as
de lo
s
im
an
e
s
s
e de
n
omi
nan
fuerz
as
m
agné
tic
as.
El de
sa
rrollo de l
a
fí
s
ic
a
a
mplió el tipo de objeto
s
que
s
ufre
n
y ejerce
n
fuerz
as
m
agné
tic
as.
Las
corrie
n
te
s
el
é
ctric
as
y, e
n
g
e
n
er
a
l, l
as
c
a
r
gas
e
n
movimie
n
to
s
e comport
an
como im
an
e
s
, e
s
decir, produce
n
c
a
mpo
s
m
agné
tico
s.
1.1.- IMANES Polos magnéticos
El e
s
tudio del comport
a
mie
n
to de lo
s
im
an
e
s
po
n
e de m
an
ifie
s
tol
a
exi
s
te
n
ci
a
e
n
cu
a
lquier imá
n
de do
s
zo
nas
extrem
as
o
polos
e
n
do
n
del
a
a
cció
n
m
agné
tic
a
e
s
má
s
i
n
te
nsa.
P
a
r
a
di
s
ti
ng
uir lo
s
do
s
polo
s
de u
n
imá
n
s
e le
s
de
n
omi
na
polo
n
orte
y
polo
su
r
, e
s
to
s
ucede e
n
todo
s
lo
s
im
an
e
s
, i
n
depe
n
die
n
teme
n
tede l
a
form
a
que te
nga.
Las
experie
n
ci
as
co
n
im
an
e
s
po
n
e
n
de m
an
ifie
s
toque polo
s
del mi
s
mo tipo (N-N y SS)
s
e repele
n
y polo
s
de di
s
ti
n
to tipo(N-S y S-N)
s
e
a
tr
a
e
n.
1.2.- EL CAMPO MAGNÉTICO
El hecho de que l
as
fuerz
as
m
agné
tic
as
s
e
an
fuerz
as
de
a
cció
n
a
di
s
t
an
ci
a
permite recurrir
a
l
a
ide
a
fí
s
ic
a
de c
a
mpo p
a
r
a
de
s
cribir l
a
i
n
flue
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ci
a
de u
n
imá
n
o de u
n
co
n
ju
n
to de im
an
e
s
s
obre el e
s
p
a
cioque le
s
rode
a.
Líneas de fuerza del campo magnético
Al i
g
u
a
l que e
n
el c
as
o del c
a
mpo el
é
ctrico,
s
e recurre
a
l
a
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oció
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de lí
n
e
as
de fuerz
a
p
a
r
a
repre
s
e
n
t
a
r l
a
e
s
tructur
a
del c
a
mpo
.
E
n
c
a
d
a
pu
n
to l
as
lí
n
e
as
de fuerz
a
del c
a
mpo m
agné
tico i
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dic
an
l
a
direcció
n
e
n
l
a
que
s
e orie
n
t
a
rí
a
u
na
pequeñ
a
brújul
a
s
itu
a
d
a
e
n
t
a
lpu
n
to
.
A
s
í l
as
lim
a
dur
as
de hierro e
s
polvore
a
d
as
s
obre u
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imá
n
s
eorie
n
t
an
a
lo l
a
r
g
o de l
as
lí
n
e
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de fuerz
a
del c
a
mpo m
agné
ticocorre
s
po
n
die
n
te y el e
s
pectro m
agné
tico re
s
ult
an
te proporcio
na
u
na
repre
s
e
n
t
a
ció
n
e
s
p
a
ci
a
l del c
a
mpo
.
Por co
n
ve
n
io
s
e
a
dmite que l
as
lí
n
e
as
de fuerz
a
sa
le
n
del poloNorte y
s
e diri
g
e
n
a
l polo Sur
.
La intensidad del campo magnético
Como
s
ucede e
n
otro
s
c
a
mpo
s
de fuerz
a
, el c
a
mpo m
agné
ticoqued
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defi
n
ido m
a
temátic
a
me
n
te
s
i
s
e co
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oce el v
a
lor que tom
a
e
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c
a
d
a
pu
n
to u
na
m
agn
itud vectori
a
lque recibe el
n
ombre de
i
n
te
ns
idad
d
e
c
am
po
.
Las
brújul
as
,
a
l
a
li
n
e
a
r
s
e
a
lo l
a
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g
o de l
as
lí
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defuerz
a
del c
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mpo m
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tico, i
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dic
an
l
a
direcció
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y el
s
e
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tido de l
a
i
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te
ns
id
a
d del c
a
mpo
B
.
La
i
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te
ns
id
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d del c
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mpo m
agné
tico,
a
vece
s
de
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omi
na
d
a
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ducció
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m
agné
tic
a
,
o c
a
mpo
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erepre
s
e
n
t
a
por l
a
letr
a
B
y e
s
u
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vector t
a
l que e
n
c
a
d
a
pu
n
to coi
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cide e
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direcció
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y
s
e
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tido co
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lo
s
del
a
lí
n
e
a
de fuerz
a
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agné
tic
a
corre
s
po
n
die
n
te
.
La
u
n
id
a
d del c
a
mpo m
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tico e
n
el SI e
s
el
te
s
l
a
(T)
y repre
s
e
n
t
a
l
a
i
n
te
ns
id
a
d que h
a
dete
n
er u
n
c
a
mpo m
agné
tico p
a
r
a
que u
na
c
a
r
ga
de 1 C, movi
én
do
s
e e
n
s
u i
n
terior
a
u
na
velocid
a
d de 1m/
s
perpe
n
dicul
a
rme
n
te
a
l
a
direcció
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del c
a
mpo, experime
n
t
as
e u
na
fuerz
a
m
agné
tic
a
de 1
n
ewto
n.
1.3.- Experiencia de Oersted
A pe
sa
r de
s
u
s
imilitud, lo
s
fe
n
óme
n
o
s
el
é
ctrico
s
p
a
recí
an
i
n
depe
n
die
n
te
s
de lo
s
fe
n
óme
n
o
s
m
agné
tico
s.
E
s
t
a
er
a
l
a
opi
n
ió
n
de lo
s
cole
gas
de Chri
s
ti
an
Oer
s
ted (1777-1851) y prob
a
bleme
n
te l
a
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