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A Comarca, n.º 379 (14 de janeiro de 2012)

A Comarca, n.º 379 (14 de janeiro de 2012)

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Published by: Biblioteca Municipal de Figueiró dos Vinhos on Jan 25, 2012
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12/25/2012

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2012.01.14
 
"  a expressão da nossa terra"  a expressão da nossa terra"  a expressão da nossa terra"  a expressão da nossa terra"  a expressão da nossa terra"  
Fundador:
Marçal Pires-Teixeir 
aDirector:
Henrique Pires-Teixeira
Director-Adjunto:
Valdemar Alves
SEDE E ADMINISTRAÇÃO:
Rua Dr. António José de Almeida, 413260 - 420 Figueiró dos Vinhos 
E-MAIL:
acomarca.jornal@gmail.com |
Telef.: 236 553 669 | Fax : 236 553 692
DAS COMUNIDADES DO PINHAL INTERIOR NORTE
PORTEPAGO
Nº. 379
14 DE JANEIRO2012
Ano XXXVI
2ª. SÉRIE
Bimensal
1,00 Euros
(IVAINCLUIDO)
PUBLICAÇÕESPERIÓDICAS
AUTORIZADO A CIRCULAREM INVÓLUCRO FECHADODE PLÁSTICO OU PAPEL
PODE ABRIR-SE PARAVERIFICAÇÃO POSTAL
TAXA PAGA
PORTUGAL
CCE TAVEIRO
CASTANHEIRA DE PERA
Embaixador de Moçambique visita“Santuário dos Moçambicanos”
Pág. 3
CASTANHEIRADE PERA
Gestor do POPHesteve no concelho
FIGUEIRÓ DOSVINHOS
Fernando Conceiçãoreconduzido comoProvedor da SantaCasa da Misericórdia
ARTES
Região do Pinhal:Salas cheias paraassistir a cinemaportuguês
Pág. 4
Inscr Inscr Inscr Inscr Inscr eeeeevvvvva-se! Pa-se! Pa-se! Pa-se! Pa-se! Par ar ar ar ar ticipe!ticipe!ticipe!ticipe!ticipe!
Pág. 7
ECONOMISTA E VICE-PRESIDENTE DA CÂMARADE FIGUEIRÓ DOS VINHOS
FALECEU ÁLVAROGONÇALVES
PAMPILHOSA DA SERRA
Autarquia candidata praias fluviaisàs “7 Maravilhas”
Pág. 9Pág. 8Pág. 15
PUB
 
Imobiliária
Pág. 20
“REVOLTADEBEJA”
também tem raizpedroguense
Páginas centrais
Foto Verissimo Dias
POETA ALGARVIOPEDROGUENSE DE CORAÇÃO
ROBERTO LEANDRO APRESENTA LIVRO
Pág. 10
 
2012.01.14
2
PÁGINA DOISPÁGINA DOISPÁGINA DOISPÁGINA DOISPÁGINA DOIS
MARIA ELVIRA PIRES-TEIXEIRA
Reiki uma “oração” de Amor
R ÍZES
lguém muito amigo,conhecendo bem osmeus valores humanose interesses místicos,aconselhou-me a tirar um cursode Reiki como forma de ajudar o próximo. Tentei perceber melhor esse método naturalalternativo/complementar deabordagem terapêutica deorigens ancestrais orientais. NaWikipédia, apurei uma definiçãosimples e objectiva: Reiki é umaterapia baseada na canalizaçãoda energia universal (rei)através da imposição de mãoscom o objectivo de restabelecer o equilíbrio energético vital dequem a recebe e, assim, res-taurar o estado de equilíbrionatural (seja ele emocional,físico ou espiritual); podendoeliminar doenças e promover saúde. Rendi-me.Comecei por ouvir o meu pro-fessor numa palestra cativante.Agradou-me! Depois, recapitu-lou com cada um dos alunos presentes. Quando chegou aminha vez, expliquei que estava pronta para fazer os cursos, ao ponto de mestre, mas sem qual-
A
quer interesse económico. Elesorriu com a minha despreten-são, percebi que ficou satisfeitocom a minha resposta.Tirei os 3 níveis do curso eadquiri o nível de mestre. Co-mecei a praticar usando a famí-lia e os/as amigos/as como co- baias. A minha satisfação foicrescendo conforme os bonsresultados que atingia. Era umaalegria muito grande sentir quetinha nas minhas mãos o poder do bem e do alívio da dor. É umasensação indescritível. Eu pedia, por favor, às pessoas averdade: sentiam-se realmenteabrandadas da dor de cabeça,da dor de dentes, da ansie-dade??? Com a graça de Deusfui recebendo confirmações de pessoas aliviadas dos seusdesconfortos. Mas, houve umdia em que não consegui. Asenhora sentia tanta raiva deoutra que nada lhe fazia efeito. Na verdade, li que “o ser humano possui o livre arbítrio,e caso o paciente não estejaaberto ao tratamento (predis- posto a enfrentar as causas desuas emoções, vivências, pen-samentos, sentimentos, e ac-ções) a energia não fluirá: nãoterá efeito duradouro no orga-nismo, podendo até mesmo ser  bloqueada pelo paciente. Nesse caso, o desequilíbrioenergético persistirá, assimcomo a raiz do problemaíntimo” (ib).Também utilizo o Reiki emmim, Tenho confiança nele efiquei muito satisfeita ao saber que é utilizado como meiocomplementar terapêutico eminstituições hospitalares.Estou muito feliz por ter maisuma forma de poder ajudar o próximo. Está nas minhas mãosfazê-lo, ainda que de uma formadespretensiosa e essencial-mente caseira. Sei que não temnada de mal, antes pelocontrário, pois fazer o Bem comAmor, nunca poderá prejudicar ninguém…Assim vou pedindo aenergia de Reiki, a energia deCura, de Paz e de Amor, energiade Protecção para o meu BemSupremo para que continue aser um canal de luz. Só isso!
VALDEMAR ALVES
DEVESA
OBRAS ATÉ AO FIM
uem esteja um poucoatento ao poder local, particularmente às finan-ças públicas de cada con-celho, certamente consta-ta a grande dificuldade da maioriadeles em realizar obra pública enalguns casos em terminar aquelaque já estava em curso antes dese tornar declarada a actualsituação económica do país.As dificuldades começaram nosmaiores concelhos, curiosamenteaqueles que ao longo dos anostiveram financiamentos fáceis esubsídios das mais diversasorigens. Neste momento vemosum pouco por todo o lado adisseminação de complicaçõesfinanceiras e económicas. Mas é particularmente naqueles concel-hos que tiveram maior facilidadeem aceder a fundos que vemosobras inacabadas e Municípiosaltamente endividados. O seucomportamento económico e práticas de gestão públicaassentes numa cultura do “fácil”conduziram à ruptura dos dinhei-ros públicos. E actualmente, ofinanciamento fácil por parte daBanca, Estado ou até da UniãoEuropeia é substancialmente maisdifícil de obter.Assim, os buracos financeirosforam surgindo, as dívidas avolu-mando-se, e as obras públicasnecessárias suspensas. Infeliz-mente, foi a falta de dinheiro quetornou patente a falta de compe-tências técnicas e a excessiva burocracia, dois factores entupi-ram a fluidez e eficiência dosmotores do Estado, que são assuas sedes de concelho. Os su-cessivos governos da Naçãotambém não estão isentos deculpa, atendendo que alimentaramos procedimentos inadequadosde algumas câmaras.Dado que dedico este pequenoespaço “A Devesa” sempre aomeu concelho, quero deixar amensagem de não se verificar emPedrógão Grande o que infeliz-mente se constata na maioria dosconcelhos do nosso país. Mas defacto, os maiores concelhos ab-sorveram a maioria dos financia-mentos e subsídios para as maisdiversas finalidades e programas,retirando a concelhos como o meua oportunidade de realizar maisobra.Como Pedrógão é realmenteGrande, e os homens não se me-dem aos palmos, as obras foram projectadas, apresentadas e reali-zadas.E assim Pedrógão Grande nãotem obras paradas, estão em de-senvolvimento neste momento,dando como referência a Casa daCultura, antiga Casa do Povo, asobras de regeneração do CentroHistórico, a ampliação e melhoriado campo de futebol S. Mateus, aampliação da praia do Mosteiro eseus imóveis, e ainda a candida-tura desta linda aldeia ao projectonacional de Aldeias de Xisto.Como obra de referência nestemomento, quase concluída, temosa Unidade de Acamados da SantaCasa da Misericórdia.Só com equilíbrio financeiro,orçamentos bem estruturados eesclarecedores e sem dívidas éque uma Câmara Municipal poderealizar obra até ao fim.
Q
MOREDOS - CAST. DE PERA
Telf.: 236 438 943 | Tlm.: 938641520 |
   R   E   S   T   E   U   R   O   P   A   @   M   A   I   L .   T   E   L   E   P   A   C .   P   T
* Feijoada de Marisco * Arroz de Lampreia
(na época)
* Ensopado de Javali *Cabrito à Europa * Bacalhau na Canôa
o remexer numa caixa defotos antigas, reparei numafotografia onde estãoalguns bons velhos amigos:o meu primo Manuel Lima, o falecidoFernando Rijo, um ilustredesconhecido e o meu amigo evizinho do Cimo da Vila de Figueiródos Vinhos. Lembrei-me de a publicar, sobretudo, para os jovensdaquele tempo, que ainda têm afelicidade de pisarem a terra mãe, pese embora o desgosto da ausênciada nossa boa amiga Augusta,esposa dedicada do nosso queridoamigo José Medeiros, prezadoconterrâneo nosso a residir emFornos de Algodres, que vai fazer 90anos no próximo dia 16 deFevereiro. Será altura de felicitarmoso nosso amigo figueiroense.
José Medeiros
A
 
2012.01.14
REGIÃOREGIÃOREGIÃOREGIÃOREGIÃO
3
Faleceu no passado dia 3de Janeiro o Dr. ÁlvaroGonçalves, economista,vice-presidente da CâmaraMunicipal de Figueiró dosVinhos e reitor da Univer-sidade Sénior de Figueiródos Vinhos. Contava 53anos de idade, era casadoe tinha 2 filhos.Desde sempre ligado aoPSD, desempenhou a partir da eleição autárquica de2005 o cargo de vice-presi-dente da Câmara Municipalde Figueiró dos Vinhos,acumulando os pelouros daAdministração Financeira ePessoal; da Cultura; daSaúde; da Educação; e daIndústria, Comércio e Ser-viços.Foi cabeça de lista doPSD à Câmara Municipal deFigueiró dos Vinhos em1997, eleições que não ven-ceu, assumindo o cargo devereador entre 1997 e 2005. No ano de 2005, foi can-didato a Deputado à As-sembleia da República peloPSD no Círculo eleitoral deLeiria.Abraçou cedo a vida politico-partidária, e foicompanheiro de percursodo Eng. Rui Silva, amigosinseparáveis desde os ban-cos da escola, partilhandoideais e projectos, denatureza política, social edesportiva, tanto assimque, inconsolável, o actual presidente do executivonão conteve um emocio-nado lamento: “Era o amigoda minha vida, com ele,também morreu uma partede mim”.Álvaro Gonçalves pade-cia de uma doença que ovinha consumindo e pros-
ECONOMISTA E VICE-PRESIDENTE DA CÂMARA DE FIGUEIRÓ DOS VINHOS
FALECEU ÁLVARO GONÇALVES
trando e que se adivinhavafatal. Mas a morte é sempre,em qualquer circunstância,inesperada. Não admiraassim o imenso cortejo de pessoas, condoídas, que seformou para o acompanhar até ao cemitério local ondeficou sepultado.
O percurso profissional
Apesar desta apetência pela vida política, ÁlvaroGonçalves era daquelesexemplos de indivíduos,infelizmente não tão nume-rosos quanto seria dese- jável, cuja vida não se es-gotava, nem dependia da política. Concluiu o cursode economia e desenvol-veu uma actividade profis-sional, acabando por inte-grar os quadros do Insti-tuto de Emprego e Forma-ção Profissional, com acategoria de Técnico Supe-rior Consultor, tendo exer-cido a função de Director do Centro de Emprego deFigueiró dos Vinhos entreDezembro de 1988 e Feve-reiro de 1996.Pessoa discreta e co-medida, Álvaro Gonçalvessempre procurou desem- penhar essa função com probidade e empenho. Asqualidades profissionaisnão se apregoam aprioristi-camente - reconhecem-seem resultado do labor. E foiisso que um bloggista deCoimbra genuinamente fez,em comentário à notícia damorte de Álvaro Gonçal-ves, grafando o seguintetestemunho que com véniatranscrevemos: “
Cruzei-me profissionalmente comeste SENHOR no Centro de Emprego de Figueiró dosVinhos há muitos anos,num período particular-mente difícil para mim, emque alguns por manobras pessoais e políticas metrocaram como formador  por outros meninos recémlicenciados mas amigos de papás e de partido. Acre-ditou no meu CV (eraverdadeiro!) e “deu-me amão” sem me conhecer delado nenhum. Desde esseano, nunca mais nos cru- zámos. Aqui lhe deixo aminha sentida homena- gem!
 
 – José Guardado. 
Um doloroso xeque-mate
O Dr. Álvaro Gonçalvesera um amante e jogador exímio de xadrez, o que foium passo para integrar oscargos dirigentes da As-sociação Desportiva de Fi-gueiró dos Vinhos, justa-mente na Secção de Xadrez,modalidade que muito im- pulsionou e muito lhe deve,chegando depois a ser elei-to como Presidente da As-sembleia Geral da Federa-ção Portuguesa de Xadrez.Mal podia adivinhar,quando se iniciou nestamodalidade, que não era bastante lidar respeitosa-mente com peões e bispos;enfrentar altivos cavalos;superar as mais altas torrese venerar rainhas. Eranecessário estar atento àsmuitas fragilidades quecercam os reis.Um jogador traiçoeiro,lento, silencioso, eficazcontra as defesas mais inex- pugnáveis, reverteu o jogoda vida. O Álvaro Gon-çalves acabou por sofrer, precocemente, o mais de-vastador e infalível xeque-mate: o cancro.O Álvaro Gonçalveshabita agora na memória eno afecto da família e dosamigos. Aí, nunca deixaráde reinar.
Na foto em cima, pormenor do “imenso cortejo de pessoas, condoídas, que seformou para o acompanhar até ao cemitério local onde ficou sepultado”.Na foto à esquerda, o Dr. Álvaro Gonçalves em representação oficial do Municípiode Figueiró dos Vinhos

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