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Bullying

Bullying

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10/09/2012

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As raparigas dão cabo umas das outras 
BARBARA KAY
 
Fonte: http://www.catholiceducation.org/articles/parenting/pa0159.htm
 
Não há dúvida nenhuma de que, em matéria de
bullying
social, os rapazes e as raparigas são muito dife-rentes. Os rapazes esquecem-se rapidamente dos insultos; as raparigas nunca os esquecem.
ão me lembro de as minhascolegas se meterem comigoquando era pequena. Maslembro-me muito bem de não terfeito o que devia quando, numcampo de férias, uma raparigaque estava alojada na mesmatenda que eu foi cruelmentehumilhada; não éramos propria-mente amigas e ela não era umarapariga atraente do ponto de vis-ta social, mas ainda hoje tenhovergonha do que não fiz.al como muitas outras rapari-gas, «
Shira
» tinha um diário.Uma das raparigas do campodescobriu-o e os pormenoresíntimos das fantasias sexuais de
Shira
relativas a um dos encar-regados foram lidos em voz alta,num coro de impiedosas garga-lhadas. Ainda hoje me lembrocom exactidão da cena, e daexpressão de horror de
Shira
. Elembro-me igualmente da profun-da empatia que senti relativamen-te a ela, a despeito da qual nãotentei pôr fim àquela cena debárbara crueldade. Os boatos cor-reram pelo campo de férias, e
Shira
ficou com o Verão estraga-do. Pensando agora nisso, per-gunto a mim própria até que pon-to aquele episódio terá influído navida e nas posteriores relaçõesdela com outras mulheres. Ne-nhuma rapariga esquece umatraição deste calibre.elizmente,
Shira
viveu a suaadolescência antes da era dasredes sociais, de maneira quea mortificação que sofreu foisocialmente limitada e não ficouarquivada. Se fosse hoje, podiater-lhe acontecido o que aconte-ceu a
Phoebe Prince
, uma jovem irlandesa de quinze anosde
South Hadley
, Mass., que,acabada de chegar à cidade eimplacavelmente importunada no
Facebook 
e por meio de mensa-gens pelas colegas (com o
leitmo- tiv 
de «pega»), se enforcou noarmário em 2010. Na sequênciadeste caso, há uma pergunta quepermanece: as raparigas serãoefectivamente mais cruéis que osrapazes?arece que sim, de acordo comas conclusões de duas docu-mentaristas, que são amigase que concluíram ambas o cursona Pepperdine University em2009, depois de terem ambassobrevivido a campanhas de
bull- ying 
por parte das colegas duran-te a adolescência.
Laura Parse-kian
e
Molly Stroud
decidiramanalisar os aspectos definitórios eo alcance deste problema numdocumentário de 2010, intitulado
N
T 
FP

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