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Edicao_27.01

Edicao_27.01

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01/27/2012

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TAQUARA, 27 DE JANEIRO DE 2012 | 2068 | 36 ANOS | 20 PÁGINAS | R$ 1,50
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Taquara e São Francisco de Paula
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Taquarenses: agora é com vocês!
Câmara será ressarcidapor elevador com defeito
Passatempode aposentado
Mesmo antes de ser inaugurada, Praça da Bandeira já sofre com ações de vandalismo, problema quetambém atingiu a Praça Marechal Deodoro. Cabe à comunidade zelar pela manutenção dos bens públicos.
Praça da Bandeira está recebendo últimos retoques para a inauguração,
cuja data ainda não foi conrmada pela Prefeitura
Praça Marechal Deodoro sofreu, entre outros danos,destruição de banco em dezembro
Legislativo de Taquara obteve vitória na Justiça em açãomovida contra empresa de Caxias do Sul. Vice-presidentePaulo Mello também anuncia inauguração de novoequipamento instalado em 2011.Em matéria especial,Panorama mostra a rotina dequem se aposentou mas nãodeixa de trabalhar
Página 4Página 16Página 3
  a  r  c  o  e  n  c
Marcio RenckDivulgação/Magda Rabie
Mulher acusa ex-namorada por roubo
 Um 
 ta b le t
 para a  vencedora gera l, em a br i l
Página 19POLÍCIA
 
 ABERTURA 
2
EDITORIAL
PANORAMA
SEXTA-FEIRA, 27 DE JANEIRO DE 2012
CAIXA POSTAL59
   I  m  p  r  e  s  s   ã  o  :
   G  a  z  e   t  a   d  o   S  u   l
   (   0   5   1   )   3   7   1   5 .   7   8   0   0   /   3   7   1   5 .   7   8   8   7
      E      X      P      E      D      I      E      N      T      E
Circulação às sextas-feiras em Taquara, Parobé, Igrejinha, Três Coroas,Rolante e Riozinho (Vale do Paranhana). Fechamento comercial quartas ao meio-dia.
Membro da
Fundado em27 de setembrode 1975
Editado pela
EMPRESA JORNALÍSTICA GAÚCHA LTDA.
Inscrição Estadual: 141/0071666 - CNJP: 88.279385/0001-19Rua Rio Branco, 1006 - Fone: 3542.2288 - Taquara/RS - CEP: 95.600-000
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Olavo Carlos Wagner |
Editora:
Inge Dienstmann
Participe! Sugira tema de matéria em www.jornalpanorama.com.br
Contribua com seu argo. Envie para editoria@jornalpanorama.com.br
E
 
o mundo parece que não acabará em2012, segundo as previsões mais catas-
trócas que, ao menos por enquanto,ainda não se conrmaram. Aliás, a cada ano quese inicia surgem especulações e previsões sobre
o que vai acontecer. É inerente ao ser humanoquerer saber ou antecipar suas angústias e seus
 prazeres, como se assim pudesse ter um controleabsoluto sobre o incontrolável, sobre o imprevi
-
sível. Sempre foi assim e será!Por mais céticas ou religiosas que sejam,as pessoas querem vislumbrar uma saída, uma
chance de mudar o rumo dos acontecimentosque ainda nem se concretizaram ou que são ine-
vitáveis. Talvez seja uma maneira de enganar amente, tentando eliminar as coisas indesejáveis edriblar a própria morte, que pode ceifar qualquer um, a qualquer momento, em 2012, 2013, 2014...
Vai saber?
De qualquer forma, lamento informar que om do mundo virá para todos, em algum mo
-
mento, inexoravelmente, mas talvez seja melhor 
deixar para se preocupar com isso quando as coi-
sas realmente acontecerem para cada um, a suamaneira, sem antecipação.Precisamos mesmo sofrer por antecedência oufestejar sem saber exatamente o quê está por vir?Será mesmo necessário tomar conhecimento doque ainda não existe? Deixe para lá! Bom mesmoé não saber, ser pego de surpresa pela vida, aindaque algumas vezes ela nos pregue algumas pe
-
ças desagradáveis. Mas, de um jeito ou de outro,
nada é eterno e, bom ou ruim, tudo acaba um dia.Os búzios, os astros e as cartas ditam o queestá por vir em mais uma etapa que se inicia navirada de cada ano, quando nos empenhamos em
acreditar que tudo deva ser diferente, melhor, pleno e feliz. E deveria ser, merecidamente, tudomuito melhor para todos, embora não haja efeti
-vamente como saber.
Portanto, relaxe e aproveite o que a vida lhe
der a cada dia, mesmo os momentos desagradá-veis que todos passarão, certamente. Pense po-
sitivo, sonhe, acredite e aposte na tal felicidade.Vale até aquela espiadinha no horóscopo do dia,uma simpatia e uma desconada superstição nassextas-feiras 13, mas deixe espaço para o des
-conhecido, para as novidades, para a surpresa,
 para o que não foi dito ou previsto. Teremos 365
novos dias para serem preenchidos com muitas
coisas. Algumas dependem de nós, outras nem
com reza braba.
E, antes que o mundo acabe e ainda estamos
mais vivos do que nunca por aqui... será que o
melhor ainda não está por vir?
 – Roseli Santos – Jornalista
Previsões
PINTURA PROBLEMÁTICA 
Serviço presta
-
do pela Prefeitura deTaquara foi contesta
-
do pela comunidade.
 Nesta semana, a ad-
ministração municipal pintou os meios osde calçadas em algu
-mas ruas centrais, com
a utilização de mão
de obra de apenados.
O problema é que a
 pintura causou contes-
tação em vias como aMarechal Floriano e a Bento Gonçalves. O secretáriode Obras, José Luiz Kelsch, disse à
 Rádio Taquara
 que, num dos casos, houve um acidente em que um
carro bateu no tonel de tinta, causando a mancha noasfalto - limpa no meio da semana. Faltou esclarecer o motivo pelo qual, em trechos onde havia carros es
-
tacionados, a pintura não foi feita e, em outro caso,lambuzaram os pneus de um carro, além de outros problemas
(foto)
.
MORRE EX-VEREADOR CZEKE
Vitimado por complicações decorrentes de um câncer de pulmão, o ex-vereador taquarense Jozsef Czeke
(foto)
 
faleceu no último dia 19, aos 63 anos, em Ji-Paraná, noEstado de Rondônia, onde estava residindo há cerca detrês anos. Nascido na Hungria, ele veio para o Brasil ain
-
da criança, acompanhando os pais, que se estabeleceramem Brasília. Nos anos 80, mudou-se para Taquara, atuan
-
do como chefe de ocina da antiga Lucipa. Eleito vere
-
ador, cumpriu três mandatos e sua última função públicafoi o cargo de secretário municipal de Administração nogoverno Cláudio Kaiser. Sua última passagem por Taqua
-
ra foi em dezembro passado, quando esteve hospedadoem casa de um amigo. Na ocasião, ao passar mal, Czekefoi submetido a uma tomograa que apontou que o cân
-
cer havia evoluído para uma metástase no cérebro. Eleentão retornou a Rondônia para seguir o tratamento, masacabou falecendo e sendo sepultado em Ji-Paraná.
DEPENDENTES DA ENERGIA 
O problema na subestação daCEEE em Taquara, que deixou prati
-camente toda a cidade e várias áreas
da região sem energia elétrica duran
-te mais de uma hora ao meio dia da
quarta-feira, mostra outra vez o quan
-
to estamos dependentes da eletricida
-de nos tempos atuais. No centro da ci-
dade, várias lojas acabaram optandoem fechar as portas, uma vez que não
tinham como receber o pagamento
das vendas. Com praticamente tudo
automatizado, são poucos os estabe-
lecimentos e serviços que podem ser 
 prestados num momento como este.
O fato traz a reexão sobre a necessi
-
dade de prevenção, buscando-se criar  pelo menos uma alternativa que fun
-cione sem energia. Uma boa questão
a ser tratada, por exemplo, nos cursosde escolas técnicas e faculdades, quedevem preparar os alunos para a rea
-
lidade do dia a dia.
Para ir à praia, você prefereusar qual das rodovias?
Total de Votos: 308Período: 3.1.12 a 19.1.12
ERS-030BR-290
(Freeway)
52%48%
ENQUETE DO PANORAMANET
 Nas duas primeiras semanas de janeiro, Pa
-norama questionou os internautas em seu site
sobre qual o caminho que preferiam para ir aolitoral. O resultado da enquete você pode con
-
ferir ao lado. Desde o nal da semana passada,o internauta é convidado a se manifestar sobre
a prática de expediente reduzido por órgãos
 públicos durante o período de férias.
 A CRIAÇÃO DO FOGÃO
Antropólogo e professor da UFRGS, RubenOliven explicou na edição de sábado passadodo jornal
 Zero Hora
um pouco sobre a cria-
ção do CTG O Fogão Gaúcho. Segundo ele,a história do gauchismo está ligada à regiãoda Campanha, mas a criação do segundo CTGdo Estado, em Taquara, deu um nó na cabeçados fundadores do movimento tradicionalista.“Quando criaram o 35, imaginaram que seriam criados CTGs na Campanha, e isso não acontecia,mas apareceu em Taquara!”, comentou. Questionando-se sobre quais motivos levaram à criaçãodo CTG O Fogão Gaúcho numa terra de imigração alemã, Ruben explica que, depois da 2ª Guer 
-
ra, alemães e italianos eram considerados cidadãos do Eixo, e criar um CTG era uma maneira dese tornar não só brasileiro como gaúcho. “Em segundo lugar, o gauchismo se associa fortementeao cavalo, e, na Europa, cavalo era montaria de nobre, não de camponês”, completou.
T
em um problema típico de ano elei
-
toral que nossos políticos não apren
-dem a reduzir a seu devido tempo.É a
incapacidade de se discutir algo neste
 período sem que se desvirtue o assunto para
o campo dos interesses eleitorais de cadaum. Um exemplo de como a disputa polí
-
tica ainda precisa avançar foi dado na últi
-
ma segunda-feira, em Taquara, durante umaaudiência pública na Câmara de Vereadores.Convocados a discutir um tema de re
-
levante importância para a sociedade, qualseja o plano de carreira do magistério, os políticos, com pontapé inicial do prefeitoDélcio, resolveram bater boca. Tanto que,
em determinado momento do encontro, teve
vereador que chegou a recordar aos colegasque o embate eleitoral deve ser guardado
 para o segundo semestre.Durante praticamente toda a reunião, re-
 presentantes políticos partiram para o con
-
fronto. O que menos se viu foi a discussãosobre os pontos especícos do projeto, pou
-
co se entrando no mérito de cada um deles.Tanto que, ao nal, não houve consensosobre a pauta. Viu-se um debate político
acirrado, mas a opinião da categoria de pro-
fessores não se conhece. Houve três mani
-
festações na reunião, duas delas concordan
-
do com as mudanças propostas e uma em
sentido contrário,
número denitivamente
 pequeno para uma categoria composta por 
centenas de prossionais.Se neste ano simplesmente formos re
-
duzir todos os debates à disputa nas urnas,
 podemos parar por aqui e deixarmos para
2013 a solução dos problemas que temosna cidade, perdendo-se assim um valiosotempo. O fato citado aconteceu em Taquara,mas os políticos, num contexto geral, ainda precisam avançar no convívio durante o anoeleitoral.O confronto é bom e necessário, masele tem hora. Tanto que a legislação é claraem dizer que a campanha política começaapós a denição das candidaturas, no co
-
meço de julho.
Por enquanto, estamos em tempo de ad-ministrar nossos municípios. Diante disso,
é bom que o confronto de ideias seja feitocom um mínimo de diálogo, de forma que
os posicionamentos em sentido contrário
sejam respeitados. Além disso, também
seria conveniente que, por enquanto, todos
trabalhássemos de uma forma unida em prol da discussão de temas produtivos paraa cidade. Desviar o foco para situações do
 passado, que pouco ou nada acrescentam,
é reduzir a discussão a picuinhas políticas.Picuinhas, aliás, de que a comunidade está
saturada, como bem demonstram as pesqui-
sas que indicam o nível de conança da po
-
 pulação nos seus representantes dos poderesLegislativo e Executivo.
 Ainda é cedo parainiciar os confrontospartidário-eleitorais
 
LOCAL
3
PANORAMA
SEXTA-FEIRA, 27 DE JANEIRO DE 2012
Em reformas desde oano passado, a Praça daBandeira já sofre com ovandalismo, mesmo antesde ser inaugurada. A Pre-feitura, que inicialmentehavia anunciado a inaugu-ração para a próxima terça-
feira, ainda não conrmoua solenidade. A nalização
das obras sofreu atrasosem função das chuvas nes-ta semana.Falando ao
 Panorama
na quarta-feira, o secretá-rio de Planejamento e MeioAmbiente, Jeferson Corá
Lorenzão, disse que nãoestava conrmada a sole
-nidade de inauguração paraa próxima terça-feira. Se-gundo ele, a chuva impediu principalmente a reconstru-ção das calçadas, que foramavariadas no processo dedemolição do camelódro-mo, ainda no ano passado.Contudo, com o tempo ins-tável, os operários puderamatuar apenas na reconstru-ção dos banheiros.O que preocupa, porém,são os atos de vandalismo.Mesmo no período de re-formas, a praça já sofreudanos como o furto de gra-mas. Além disso, os banhei-ros foram riscados. Com ainstalação das luminárias,o temor era de que algumequipamento fosse avaria-do pelos vândalos. O mes-mo tipo de ação também já foi registrado na recémreformada Praça MarechalDeodoro. Bancos foramquebrados, além de estra-gos nos banheiros.Segundo Jeferson, o pro- blema do vandalismo obri-gou a Prefeitura a colocar um vigilante concursadoatuando na Praça MarechalDeodoro até a meia-noite.
Quando o prossional dei
-xa o espaço, ele tranca as portas dos banheiros, paraevitar avarias. O mesmo procedimento será adotadona Praça da Bandeira.
Mesmo antes de inaugurar, Praçada Bandeira já é alvo de vandalismo
Após o fracasso de mais uma pro- posta da Prefeitura de Taquara na pen-denga que envolve a aquisição dos bens imóveis da Sociedade Hospitalar de Caridade, uma reunião foi marcada
 para a próxima semana, a m de dis
-cutir o assunto. O encontro, previsto para a sede do Ministério Público, de-verá reunir os ex-funcionários e seusadvogados, representantes da admi-nistração municipal e da Justiça doTrabalho. A nova tentativa resultou de
audiência realizada nesta semana pelo
 prefeito Délcio Hugentobler com o
 juiz trabalhista Eduardo de Camargo,
que cuida do processo. Na semana passada, a Prefeituraenviou à Justiça nova proposta paraaquisição dos bens. O Executivo man-teve a ideia de liberar, de imediato, o pagamento de R$ 449 mil, deposita-dos judicialmente por uma clínica quefunciona dentro do hospital, a títulode aluguel. A administração alterou, porém, a oferta anterior, diminuindo
o número de parcelas para 36 vezes
no valor de R$ 136 mil, cujo primeiro
 pagamento ocorreria já no nal des
-te mês. Contudo, os advogados dosreclamantes continuaram rejeitando a proposta, tendo em vista que, segundoeles, seguia não sendo proposta pelaPrefeitura a correção monetária dovalor.Em sua coletiva de imprensa desegunda-feira, o prefeito Délcio Hu-gentobler reagiu com veemência ànova rejeição, alegando que ainda não
havia sido realizada audiência de con
-ciliação entre todas as partes, a qualteria sido combinada nas reuniões an-teriores sobre o assunto. O chefe doExecutivo informou que esta audiên-cia sofreu atrasos em função das férias
do juiz Eduardo, depois pela greve da
Justiça do Trabalho e, por último, emfunção do recesso. Anunciou, porém,que solicitaria ao magistrado a deter-minação da reunião.
Délcio negou também armação
dos advogados de que teria combina-do o pagamento da correção monetá-ria. Segundo o prefeito, ele mesmoteria solicitado uma jurisprudência
que lhe assegurasse a realização des
-te pagamento. Para a Prefeitura poder  pagar a correção monetária, terá que
 pedir autorização à Câmara de Ve
-
readores, uma vez que a lei que deu
aval à compra do hospital permite o pagamento apenas do valor de avalia-ção dos imóveis. O prefeito admitiu,em sua coletiva, que está negociandoa situação da correção monetária com
os vereadores. Mas armou que uma
 posição sobre o assunto só sairá apósa reunião com todas as partes. Na terça-feira, o chefe do Executivoreuniu três vereadores e foi até a Jus-tiça do Trabalho, acompanhado de as-sessores. Na ocasião, combinou com o
 juiz Eduardo de Camargo a realização
da nova reunião. Em entrevista à
 RádioTaquara
, Délcio anunciou o evento,marcado para as 14 horas da próximaquarta-feira. Todos os ex-funcionáriosestão convidados a participar da reu-nião.
Marcada nova reunião para discutir aquisição do hospital
A futura Casa do Artesão de Taquara terá um regimento
interno para balizar a atuação dos prossionais. O assunto
foi discutido em reunião
(foto)
na última sexta-feira, con-tando com a participação da vice-prefeita Michelle Sápiras,que está à frente da condução do tema. Também participa-ram os artesãos, a diretora de Turismo, Priscila de Oliveira,
e a secretária de Educação, Eliane Thomaz. Entre os itensdo regimento está a exigência de que cada artesão utilize umcrachá com a devida identicação. Também cou determi
-
nado que cada prossional poderá expor até 20 itens. Outramedida deliberada foi a denição de uma escala de atendi
-mento para o primeiro mês de trabalho. A Prefeitura se com-
 prometeu a disponibilizar um servidor para atuar na Casa do
Artesão, que terá atendimento de segunda a sexta-feira, das
8h às 11h30min e das 13h às 17h30min. A previsão é de que
o espaço seja inaugurado no mês de março.
Casa do Artesão terá regimento interno
Banheiro em reforma foi riscado pela ação de vândalos
Após ter obtido autoriza
-
ção da Câmara de Vereado
-
res, em dezembro passado, o
 prefeito Délcio Hugentobler assinou termo de acordo para parcelamento de dívi-da com o Regime Própriode Previdência dos Servi-dores (RPPS). A Prefeitu-ra vai pagar débito de R$
2.680.777,43. O montante
corresponde às parcelas pa-tronais de setembro, outu-
 bro, novembro, dezembro
e ao 13º salário do ano quenão foram quitadas, além dacorreção monetária. O valor 
foi parcelado em 36 vezes,
com primeiro vencimentoem 13 de fevereiro. O va-lor de cada parcela é de R$
74.466,04. O termo foi as
-sinado pelo prefeito com o
 presidente do RPPS, Valdir 
de Medeiros, em audiência
(foto)
na presença do se-
cretário de Saúde, Valdecir 
Almeida.
Prefeituraparcela dívidacom previdência
Divulgação/Magda Rabie
A exemplo do que ocor-reu em anos anteriores, aPrefeitura de Taquara faránovamente inscrição e sor-teio prévio de interessados
em comercializar lanches
e bebidas no Carnaval Le-
gal, marcado para 20 defevereiro. O ato de deni
-ção ocorrerá no dia 1º defevereiro, às 8 horas, nogabinete da vice-prefeitaMichelle Sápiras. A dire-tora de Turismo, Priscilade Oliveira, informa que
serão disponibilizados 12
espaços a ambulantes re-sidentes em Taquara. Para participar do sorteio, énecessário levar cópia dodocumento de identidade ecomprovante de residência.Os sorteados deverão pagar taxa de licença no valor de
R$ 100,00 no mesmo dia
do sorteio. Mais informa-ções com o Departamentode Turismo, pelo telefone
3541-9205.
 Venda delanches noCarnaval
O projeto de construçãode uma Praça dos Esportese da Cultura, em Taqua-ra, encontra-se na CaixaEconômica Federal (CEF)aguardando aprovação. Ainformação foi divulga-da pela Prefeitura de Ta-quara, em vistoria
(foto)
 ao espaço que receberá oinvestimento, no bairroMedianeira. Após análisedo banco, o projeto serásubmetido ao processo delicitação. A praça contacom diversas estruturas para o oferecimento de la-
zer e cultura, contendo até
mesmo cinema e telecen-tro, numa área de três milmetros quadrados. A obra
 beneciará, além do bairrosede, os vizinhos Tucanos,
Mundo Novo, Ideal e Cam- pestre. O investimento é de
R$ 2 milhões.
Praça doPAC aguardaaprovação
Divulgação/Magda Rabie
Foi realizada no últimodia 17 vistoria
(foto)
aostrabalhos de construção
de 170 casas populares no
 bairro Empresa, em Taqua-ra. Segundo a Prefeitura, o projeto habitacional contacom investimento superior a R$ 4 milhões, em recursosdo Programa de Aceleraçãodo Crescimento (PAC). As
famílias beneciadas com o
empreendimento foram ava-liadas pela Secretaria Muni-cipal de Assistência Sociale, atualmente, vivem em lo-cais de risco ou áreas invadi-das. Além da construção decasas, o bairro Empresa re-ceberá pavimentação de 31
ruas e canalização de outras
13, além de construção detrês pontes e de um centrosocial.
Construçãode casasno Empresa
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