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[ Mallory 09 ] - Sem Mais Alternativa Que A Seduçao - Johanna Lindsey

[ Mallory 09 ] - Sem Mais Alternativa Que A Seduçao - Johanna Lindsey

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10/09/2012

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 Johanna Lindsey
Sem mais alternativa que a SeduçãoSem mais alternativa que a Sedução
M
ALLORY
09Disponibilização/Tradução: Denise FerreiraRevisão: Edith SuliRevisão Final: DanyelaFormatação: GisaPP
ROJETOROJETO
 
REVISORASREVISORAS
 
 TRADUÇÕES TRADUÇÕES
Quando a jovem filha de Sir Anthony Malory é sequestrada do Hyde Park em Londres,o sequestrador erroneamente manda a nota de resgate ao lar do irmão de Sir  Anthony, James. Mas com James e sua esposa, Georgina, no Caribe, a nota é recebida por seu hóspede, o irmão mais novo de Georgina, Boyd Anderson. Na busca pelamenina com Anthony, o notório, e bonito capitão americano tem toda a intenção defazer pagar ao temerário bandido, mas dificilmente esperava encontrar à deliciosaKatey Tyler, recente passageira de seu navio, no centro do complô.Depois da morte de sua mãe, a vivaz Katey Tyler abandona a tediosa cidadezinha deGardener, Connecticut, a procura de aventuras e romantismo, em um grande giroturístico pela Europa. Uma noite na estalagem em que se hospeda, escuta uma penosa choramingação no quarto contíguo e acha uma garotinha atada eamordaçada. Depois de libertar a pequena, acha melhor levá-la de volta a suafamília, em Londres. Mas Katey não esperava ser capturada por um alto e bonitoamericano e que a culpassem de sequestrar à menina que resgatou.Mas Katey desperta a atenção de Boyd Anderson, e não sabe que vai experimentar mais aventura e paixão que uma dama encontraria em uma viagem, e que aoconhecer os Malory sua vida nunca mais voltará a ser aborrecida.Uma grande quantidade de surpresas espera Katey, da alarmante verdade sobre acurta vida de sua mãe até incluir um homem que ganhará o afeto de uma mulher com todas as razões para desprezá-lo; mas quem pode resistir à sedução e a paixãoque lhe oferece.
Prólogo
 
Mallory 09
"Saindo de casa para visitar sua família".Boyd Anderson encontrou algo claramente penoso nessa frase. Mas certo.Nos últimos oito anos, cada vez que navegou para Bridgeport, Connecticut,com a esperança de encontrar em casa e fazer uma visita a um de seus quatroirmãos mais velhos, nenhum deles estava alguma vez ali. Viu-se obrigado anavegar a outros portos para encontrá-los. Todos eles capitães, os irmãos de Boyd navegavam ao redor do mundo,mas estavam acostumados a voltar para casa ansiosamente porque sua únicairmã, Georgina, estaria ali os esperando. Mas Georgina se casara com umings, Lorde James Malory, e agora vivia do outro lado do oceano deConnecticut, e era ali aonde Boyd tinha que navegar se queria vê-la. Essa nãoera uma boa razão para que Boyd se expusesse a possibilidade de assentar-seele mesmo em Londres?Ainda não tomou uma decisão definitiva, mas se inclinava perigosamentepor esta opção devido a um bom número de razões, mas sobre tudo porque oclã Anderson ia a Londres, aonde sua irmã vivia, com mais frequência do queretornavam a casa. E Georgina o era o único Anderson que se haviaaparentado com o clã Malory. O irmão mais velho de Boyd, Warren tinhasurpreendido à família fazendo o mesmo ao casar-se com Lady Amy Malory.Embora Warren ainda navegasse no mínimo a metade de cada ano, levando asua família com ele, ele passava a outra metade em Londres de modo que seusmeninos pudessem conhecer seus muitos primos, tias e tios, tias avós e tiosavós, e seus avós.Criar raízes seria uma grande mudança na vida de Boyd. Significavadeixar o mar para sempre depois de ter navegado desde que tinha dezoitoanos de idade. Agora tinha trinta e quatro. Seu navio, o "Oceanus" seconvertera em seu lar por quinze anos! Ninguém sabia melhor quanto teriapreferido uma casa que não se balançasse. Também estava considerando deixar o mar por outras razões. Ao ver aGeorgina e a seu iro Warren felizmente casados com membros do clãMalory, Boyd desejara cada vez com mais ardor esse tipo de felicidade paraele. Isso não significava casar-se com uma mulher Malory, mesmo se restassealguma em idade casadoura. Infernos, não. Isso significaria enfrentar com umasólida parede de opositores Malory, o que não era apetecível. Mas ele desejavauma esposa. Estava preparado. E se sua associação com o clã Malory lhe tinhaensinado alguma coisa, era que o casamento podia ser uma coisa maravilhosa.Era só que não encontrou ainda à mulher correta.Estava muito cansado de relações efêmeras e intrascendentes commulheres. Seu irmão Drew podia ainda adorar ter um amor em cada porto, masDrew era uma pessoa despreocupada que facilmente formava pequenosvínculos e dessa forma tinha mulheres para as quais retornar ao redor de todomundo!Mas isso não era fácil para Boyd. Não gostava de fazer promessas quenão manteria, nem tomar decisões apressadas, ao menos o quanto àsimportantes como escolher à futura senhora de Boyd Anderson. E não gostavade distribuir seus afetos entre muitas mulheres. Seria ele um romântico? Nãosabia, mas compreendia que paquerar um variado ramalhete de mulheres nãoo satisfazia quando parecia agradar a Drew. O que na verdade desejava era teruma mulher a seu lado pelo resto de sua vida.E sabia por que não estava nem sequer perto de encontrá-la. Viajando
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tanto como o fazia, realizava breves e impessoais cortes. Precisava passar maistempo com uma mulher que o atraísse, conseguir conhecê-la realmente. Masquando um marinheiro passava mais que alguns dias em algum porto? Se elese assentasse em Londres, teria todo o tempo que necessitasse para encontrara essa mulher especial destinada só a ele. Estava ali fora. Ele sabia. Sóprecisava estar em um lugar o suficiente para encontrá-la e cortejá-la.Boyd dirigiu o olhar para os moles cheios e ao povoado de Bridgeport aolonge e sentiu uma pontada de tristeza. Esta poderia ser a última vez queestaria ali. A grande casa em que os Anderson cresceram estava vazia desdeque Georgina se fora. Tinha amigos e vizinhos a quem ele tinha conhecido todaa vida e sentiria saudades, mas a família se encontrava onde o coração estava,e Georgina foi o coração de sua família desde que seus pais morreram.O capitão de Boyd, Tyrus Reynolds, uniu-se a ele no trilho. Boyd nãocapitaneava seu navio e nunca o fez. Sua família pensava que era de espíritomuito livre para querer tomar esse tipo de responsabilidade, embora sempretivesse navegado com seu navio. Ele nunca os tinha feito desentender-se dessanoção, embora não fosse correta.- Se não tivesse tanta pressa por chegar à Inglaterra - queixou-se Tyrus, -poderíamos ao menos nos ter desviado um pouco para um dos portos sulinos,para um carregamento de algodão em lugar de receber passageiros a bordo.Boyd sorriu abertamente para o homem mais velho a quem chamavaamigo assim como também capitão. Boyd estava a uns seis pés por debaixodele, mas Tyrus era muito mais baixo e tinha um temperamento resistente.- o considera um grupo de passageiros um bom carregamento? -perguntou Boyd. Tyrus bufou.- Quando tenho que entretê-los durante toda a viagem? E lutar com suasqueixas! O rum e o algodão não se queixam.- Mas obtemos o mesmo lucro, se todas as cabines estão cheias. E não é aprimeira vez que recebemos a bordo passageiros. Só está de mau humorporque se lembra da última vez quando aquela avó esteve tentando seduzi-locom todas suas forças. Tyrus gemeu.- Não me lembre isso. Nunca lhe mencionei, mas na verdade conseguiuentrar dentro de minha cabine e foi diretamente para minha cama. Levei umsusto quando despertei e a encontrei encolhida a meu lado.Boyd estalou em risadas.- Espero que não se tenha aproveitado dela.O bufido do Tyrus foi muito mais significativo desta vez. Boyd fez queolhava para outro lado para que Tyrus não observasse seu franco sorriso.Maldição desejaria ter visto isso, mas simplesmente imaginá-lo fez querer riroutra vez.Os olhos de Boyd ficaram cativados por umas brilhantes cores lavanda erosa no cais inferior se fixaram na mulher alta que vestia uma saia lavanda euma blusa rosada. As mangas da blusa estavam arregaçadas. Era pleno verãoe definitivamente um dia quente. Com a frente de seu braço, a mulher passouuma mão sobre sua face, expulsando o gorrinho de sua cabeça. Tinha o cabelonegro, mas ele já o tinha visto na longa trança que lhe caía por suas costas.Desejou que ela se virasse em lugar de simplesmente lhe dar uma vista de suaparte posterior, que não era nada desprezível. O gorrinho caiu a seu ombro,
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